Galvão volta ao governo federal depois de ser exonerado do cargo de diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em 2019
"Eu tenho 51 anos de serviço público. Os servidores públicos são acusados de não fazerem nada e de não produzirem nada. Vocês foram o sustento contra o governo que deixou o País", disse, durante cerimônia que contou com a presença da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos.
Galvão volta ao governo federal depois de ser exonerado do cargo de diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em 2019. Ele entrou em um embate com o então presidente Jair Bolsonaro sobre dados de desmatamento na Amazônia.
A atitude de Galvão de chamar a atenção para a disparada de alertas de desmatamento registradas pelo instituto - uma alta de 40% ao longo de um ano -, foi duramente criticada pelo ex-presidente. Bolsonaro chegou a dizer a jornalistas estrangeiros que os dados do Inpe eram "mentirosos" e insinuou que Galvão estaria "a serviço de alguma ONG".
"Há pouco mais de dois meses derrotamos a truculência que existia em nosso País. Essa cerimônia é a comprovação de que a ciência sobreviveu ao cataclismo de um governo negacionista. Agora voltaremos a ter investimentos em ciência e isso passa pelo fortalecimento do CNPq", afirmou Galvão.
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