O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, apelou esta quinta-feira (21) à milícia, aos reservistas e a "todo o povo" a uma mobilização neste fim de semana para enfrentar as "ameaças" dos Estados Unidos
| Marcelo Camargo/Agência Brasil |
"Considero necessário e oportuno que no sábado e no domingo tenhamos um grande dia de mobilização (...) para dizer ao imperialismo: Chega de ameaças! A Venezuela rejeita vocês, a Venezuela quer a paz!", declarou Maduro durante uma cerimônia de condecoração de milicianos.
Maduro anunciou esta semana um plano especial de mobilização de 4,5 milhões de milicianos, que serão deslocados por todo o país.
A milícia, composta oficialmente por 5 milhões de pessoas --- menos, segundo especialistas --- é formada por civis que defendem a ideologia do ex-presidente Hugo Chávez, de quem Maduro se apresenta como herdeiro.
Maduro também anunciou uma reunião com "todo o sistema de defesa nacional" para "ajustar" planos.
A imprensa norte-americana noticiou que Washington tem planos para enviar cerca de 4.000 fuzileiros navais para a região.
Washington não reconhece o resultado das duas últimas reeleições presidenciais de Maduro e acusa-o de liderar o cartel dos Soles, que considera uma organização criminosa de tráfico de drogas.
Oferece ainda uma recompensa de 50 milhões de dólares (mais de 250 milhões de reais) por informações que possam levar à sua detenção.
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