Mestre da Faculdade Anhanguera, explica a efetividade dessa substância na saúde bucal
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| © Pixabay |
“Os enxaguantes bucais têm sua eficácia comprovada no controle da placa bacteriana e na prevenção da gengivite. No entanto, seu papel é complementar, e não substitutivo da escovação e do fio dental”, ressalta a especialista.
Entre os princípios ativos mais usados, a clorexidina é uma das mais eficazes contra a gengivite, mas deve ser utilizada apenas por períodos curtos e sob orientação profissional, ela auxilia no combate às bactérias e inflamações gengivais. Apesar disso, a professora alerta que o uso prolongado sem acompanhamento pode causar desequilíbrio na microbiota oral e até manchas nos dentes.
Outro ponto de atenção é a presença de álcool em algumas formulações, que pode irritar a mucosa bucal e causar sensação de ardência.
“O ideal é optar por versões sem álcool, especialmente em casos de sensibilidade ou uso frequente”, orienta Veridiana. “Cada paciente tem uma necessidade diferente — por isso, a escolha do enxaguante e a frequência de uso devem ser sempre individualizadas e orientadas pelo cirurgião-dentista.”
De forma geral, o enxaguante bucal continua sendo um importante recurso na rotina de higiene oral, desde que usado com consciência e sob orientação profissional. A boa escovação, o uso do fio dental e visitas regulares ao dentista continuam sendo os pilares essenciais de uma boca saudável.
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