Polícia Civil de São Paulo alerta para golpes em que criminosos se passam por funcionários de bancos e induzem clientes a fornecer senhas e dados por meio de links falsos; delegacia cobra mais investimento das instituições em sistemas antifraude
| Imagem de Markus Spiske por Pixabay |
De acordo com a DCCiber, divisão especializada em crimes cibernéticos da corporação, o golpe começa com uma ligação aparentemente legítima. O número exibido no telefone da vítima é mascarado para parecer o mesmo da agência bancária onde ela mantém conta. Do outro lado da linha, a pessoa acredita estar falando com o próprio gerente, alguém com quem já teve contato anteriormente.
Segundo o delegado Paulo Barbosa, responsável pela divisão, os criminosos usam inteligência artificial para reproduzir com precisão a voz do gerente. “Eles ligam dizendo que houve uma tentativa de invasão na conta, que foi bloqueada a tempo, e que a ligação é apenas uma medida preventiva”, explica.
Na sequência, o falso gerente orienta o cliente a realizar uma suposta atualização de segurança. Para isso, envia um link que imita a interface digital do banco. Ao acessar a página e preencher senhas e dados pessoais, a vítima acaba entregando todas as informações diretamente aos golpistas. “Quando a pessoa digita a senha, o golpe está consumado”, resume o delegado.
A polícia alerta que esse tipo de fraude tem atingido tanto idosos quanto jovens, especialmente aqueles que lidam com a vida digital de forma automática, sem desconfiar de contatos que parecem rotineiros.
A Polícia Civil reforça que bancos nunca solicitam senhas, códigos ou atualizações por telefone ou links enviados por mensagem e orienta que qualquer contato desse tipo seja tratado como tentativa de golpe.
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