O prefeito alega que a violência cresceu pela proximidade com complexos da zona norte do Rio que fazem divisa com São João de Meriti
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Diante da violência, o município de São João de Meriti, vizinho do Rio de Janeiro, decretou estado de emergência por 180 dias.
O decreto, emitido pelo prefeito Sandro Matos (PHS), foi emitido para chamar a atenção dos governos estadual e federal. A cidade sofre com bandidos armados com fuzil em plena luz do dia e ponto de venda de drogas, inclusive ao lado da prefeitura.
Segundo informações da Folha de S.Paulo, traficantes locais impuseram taxa diária de R$ 100 para os taxistas trabalharem na região central.
De acordo com a publicação, Meriti conta com apenas 230 policiais (35 por dia) para proteger seus 469 mil habitantes média de um agente para cada 2.040 moradores, bem longe do recomendado pela ONU, que é de um policial para cada 450 pessoas.
O prefeito alega que a violência cresceu pela proximidade com complexos da zona norte do Rio que fazem divisa com São João de Meriti, e viraram os principais redutos dos traficantes do Comando Vermelho (Chapadão) e da Amigos dos Amigos (Pedreira).
"No início [implantação das UPPs], os traficantes fugitivos se esconderam próximo da nossa divisa. Nos últimos meses, decidiram expandir o negócio e invadiram a nossa cidade. Sem polícia aqui, fica difícil controlar. Por isso, decidi decretar estado de emergência", completou Matos.
Diante da violência, o município de São João de Meriti, vizinho do Rio de Janeiro, decretou estado de emergência por 180 dias.O decreto, emitido pelo prefeito Sandro Matos (PHS), foi emitido para chamar a atenção dos governos estadual e federal. A cidade sofre com bandidos armados com fuzil em plena luz do dia e ponto de venda de drogas, inclusive ao lado da prefeitura.Segundo informações da Folha de S.Paulo, traficantes locais impuseram taxa diária de R$ 100 para os taxistas trabalharem na região central.De acordo com a publicação, Meriti conta com apenas 230 policiais (35 por dia) para proteger seus 469 mil habitantes média de um agente para cada 2.040 moradores, bem longe do recomendado pela ONU, que é de um policial para cada 450 pessoas.O prefeito alega que a violência cresceu pela proximidade com complexos da zona norte do Rio que fazem divisa com São João de Meriti, e viraram os principais redutos dos traficantes do Comando Vermelho (Chapadão) e da Amigos dos Amigos (Pedreira)."No início [implantação das UPPs], os traficantes fugitivos se esconderam próximo da nossa divisa. Nos últimos meses, decidiram expandir o negócio e invadiram a nossa cidade. Sem polícia aqui, fica difícil controlar. Por isso, decidi decretar estado de emergência", completou Matos.Diante da violência, o município de São João de Miriti, vizinho do Rio de Janeiro, decretou estado de emergência por 180 dias.O decreto, emitido pelo prefeito Sandro Matos (PHS), foi emitido para chamar a atenção dos governos estadual e federal. A cidade sofre com bandidos armados com fuzil em plena luz do dia e ponto de venda de drogas, inclusive ao lado da prefeitura.Segundo informações da Folha de S.Paulo, traficantes locais impuseram taxa diária de R$ 100 para os taxistas trabalharem na região central.De acordo com a publicação, Meriti conta com apenas 230 policiais (35 por dia) para proteger seus 469 mil habitantes média de um agente para cada 2.040 moradores, bem longe do recomendado pela ONU, que é de um policial para cada 450 pessoas.O prefeito alega que a violência cresceu pela proximidade com complexos da zona norte do Rio que fazem divisa com São João de Meriti, e viraram os principais redutos dos traficantes do Comando Vermelho (Chapadão) e da Amigos dos Amigos (Pedreira)."No início [implantação das UPPs], os traficantes fugitivos se esconderam próximo da nossa divisa. Nos últimos meses, decidiram expandir o negócio e invadiram a nossa cidade. Sem polícia aqui, fica difícil controlar. Por isso, decidi decretar estado de emergência", completou Matos.

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