Segundo PF, estratégia mostra que havia intenção de ocultar a identidade dos titulares das linhas. Em um dos casos telefone era usado para entrar em contato com auditor fiscal do Rio
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Durante as investigações que resultaram na Operação Sem Refino, deflagrada nesta sexta-feira (15) com alvo na refinaria Refit, a Polícia Federal identificou indícios de uso, por policiais federais, de linhas telefônicas registradas em nome de pessoas mortas.































