segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Proibido para Menores. Uma das lutas indicadas para ganhar o prêmio de luta do ano no MMA Awards 2013, vale apenas rever!

Wanderlei Silva x "All American" Brian Stann

Uma das lutas indicadas para ganhar o prêmio de luta do ano no MMA Awards 2013, veja os melhores momentos desta batalha épicaWanderlei Silva x "All American" Brian Stann

Posted by MMA World on Quinta, 17 de setembro de 2015

Pílula da USP: Conheça a polêmica sobre o uso de remédios não testados.

A recente polêmica envolvendo o uso de uma nova substância contra o câncer - aparentemente bastante promissora, porém não testada - reacendeu o debate sobre os riscos enfrentados por pacientes, sobretudo aqueles mais vulneráveis, os doentes terminais.
Agencia Brasi
Pílula está sendo distribuída apenas com base em testagem em animais
Na última semana, a prestigiosa revista científica Nature entrou na polêmica. Em editorial, a publicação criticou a liberação da fosfoetanolamina no Brasil, depois que o Supremo Tribunal Federal, em resposta a uma liminar, obrigou a USP a fabricar e distribuir o medicamento antes dos testes clínicos em seres humanos.
Segundo a revista, "a controvérsia no Brasil sobre o acesso a uma suposta cura do câncer pode criar um precedente perigoso".
A molécula desenvolvida na USP vinha sendo distribuída em forma de comprimidos experimentais para pacientes com câncer terminal, sem nunca ter passado por todas as fases exigidas de teste. Na verdade, ela foi testada com sucesso apenas em camundongos.

Talidomida

A exigência de maior controle sobre a toxicidade de novas drogas em todo o mundo surgiu no início dos anos 60, depois de uma tragédia que marcou toda uma geração e levantou um intenso debate mundial sobre a segurança dos medicamentos.
A talidomida chegou ao mercado em 1957 como um poderoso sedativo eficaz contra ansiedade, insônia e tensão. A droga havia sido testada em camundongos e se revelara totalmente inócua. Tão inócua que os médicos não tiveram nenhuma dúvida em indicá-la para grávidas. O novo remédio acabou se revelando especialmente eficiente contra enjoos matinais – típicos dos primeiros meses de gestação - e foi receitado em larga escala para gestantes.
A talidomida parecia inócua, mas causou deformações em milhares de crianças
Na verdade, como logo ficou claro após o uso em massa, a talidomida é extremamente tóxica. Tão tóxica que se calcula que dez mil crianças tenham nascido em todo o mundo com deformidades físicas graves causadas pela droga - a substância faz com que os membros superiores e inferiores não se desenvolvam propriamente.
A tragédia foi tão grande que a droga acabou sendo proibida em todo o mundo.
"A talidomida tinha sido testada em fêmeas de camundongos grávidas e não se mostrou tóxica", conta o coordenador do Programa de Pós-graduação em Bioética da Universidade de Brasília (UnB), Volnei Garrafa, que também é integrante do Comitê Internacional de Bioética da Unesco.
"E fez o estrago que fez."
Ocorre que – e os cientistas descobriram isso da pior forma possível – muitas substâncias que não se revelam tóxicas em camundongos, por exemplo, podem se mostrar danosas para outros mamíferos. E mesmo aquelas que são inócuas para vários animais, podem se revelar extremamente tóxicas para os seres humanos.
E foi a partir dessa constatação que se estabeleceu boa parte do protocolo de testagem de medicamentos em voga até hoje.
Por isso, uma nova droga, para ser aprovada, precisa ser testada em pelo menos três diferentes animais e também nos seres humanos – em nada menos que quatro fases.
É um processo caro e, muitas vezes, extremamente frustrante para os pesquisadores envolvidos, sobretudo em um país de recursos científicos escassos como o Brasil. Mas necessário para a segurança da população, na opinião de vários especialistas, e também para a viabilidade econômica do sistema público de saúde.

Fosfoetanolamina

A fosfoetanolamina sintética foi desenvolvida em 1990 por Gilberto Orivaldo Chierice, professor de Química da USP - São Carlos. As cápsulas eram produzidas e distribuídas gratuitamente por ele a pacientes na própria universidade.
O uso da fosfoetanolamina se tornou uma polêmica com dimensão nacional no mês passado, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) liberou o seu uso como medicamento experimental, depois de um pedido de um paciente. A liminar derrubou uma decisão anterior do Tribunal de Justiça de São Paulo, que havia suspendido o fornecimento do remédio a 1.400 pacientes de câncer na cidade de São Carlos.
Processo de testagem de novas drogas é longo e oneroso
A situação chegou a tal ponto que o governo decidiu intervir e, agora, finalmente, começou a testar formalmente a molécula em laboratórios credenciados em cinco Estados no país. Na semana passada, o secretário de Saúde de São Paulo anunciou que o Estado vai testar a substância em mil pacientes.
O drama de pacientes terminais impedidos de tomar um remédio que, supostamente, poderia ajudá-los, causou impacto na população e fez com que muita gente saísse publicamente em defesa da liberação da droga. Por que negar a um paciente que vai morrer de qualquer forma essa chance?
A questão, porém, é um pouco mais complexa.
Cientistas da área médica são contundentes em afirmar que é uma irresponsabilidade autorizar acesso público a drogas que não foram testadas em seres humanos.
"Não há segurança para o paciente", diz Volnei Garrafa. "Porque não sabemos como a droga se comporta no ser humano, quanto tempo leva para ser eliminada pelo organismo, os efeitos colaterais, as interações medicamentosas."
A dosagem dos remédios, lembram os especialistas, também é determinada pelos testes. Muitas vezes uma dosagem baixa pode ser totalmente ineficaz, enquanto uma dose alta é tóxica. A dose exata de cada remédio é crucial para o seu melhor aproveitamento. O período durante o qual a substância é consumida também é importante.
Liberação da droga foi criticada por médicos
"Como médico, não posso prescrever drogas que não tenham passado por todos os testes. Não é porque um paciente está à morte que podemos deixar de lado todos esses critérios e indicar uma substância não testada, sobre a qual não conhecemos nada", afirma o coordenador das Unidades de Terapia Intensiva do complexo hospitalar Américas, no Rio, Victor Cravo.
"Até porque isso poderia abreviar o tempo de vida do paciente ou fazer com que ele tenha uma morte em agonia, não tem como saber o que pode acontecer."
O pesquisador Amílcar Tanuri, do Laboratório de Biofísica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que pesquisa diferentes compostos para o tratamento da Aids, concorda com o colega.
"Existem protocolos para o tratamento do câncer, mesmo para pacientes terminais, para alívio da dor, por exemplo", diz Tanuri. "Uma substância não testada pode ser tóxica e fazer com que esse paciente perca qualidade de vida."
Um outro problema sério, como apontou o editorial da Nature, é o risco de pacientes optarem pelo tratamento experimental e abandonarem as terapias consagradas cientificamente com medo de interferências. "A triste verdade é que a droga provavelmente não é um milagre", sustentou a revista.
Além do efeito nocivo para os pacientes, o uso de drogas não testadas poderia ter um impacto extremamente negativo no sistema de saúde, como alertam os especialistas.
A fosfoetanolamina é apenas uma das moléculas promissoras no combate ao câncer e a outras doenças letais, como a Aids. Existem milhares de outras.
"Eu mesmo estou trabalhando com um fitoterápico que está se revelando muito promissor contra o HIV", diz Tanuri. "E provavelmente não terei como levar à frente a pesquisa."
Dos milhares de compostos promissores, poucos passam por todas as fases necessárias e chegam ao final do processo. Segundo a Nature, nos Estados Unidos, por exemplo, apenas uma em cada dez drogas que passam na primeira fase dos testes chega a ser aprovada na FDA – a agência de drogas e alimentos, responsável pela liberação de novas substâncias.
O editorial lembra que a fosfoetanolamina sequer chegou à primeira fase dos testes.
"O Estado só pode gastar dinheiro com o que é sabidamente eficaz", diz Cravo. "Infelizmente, o país não tem estrutura para testar todas as potenciais drogas, ele quebraria."    

Como um app previu a 'explosão de recordes' de Adele.

Acessos ao Shazam, usado como forma de reconhecimento de canções, indicaram que 'Hello' e álbum '25' seriam sucessos absolutos de vendas em um curtíssimo prazo de tempo.

Da BBC
O álbum anterior de Adele vendeu mais de 30 milhões de cópias

Não foi surpresa que a música que marcou o retorno da cantora britânica Adele – o single Hello, do álbum 25 – tenha sido um sucesso de público já no primeiro dia de lançamento, no final de outubro. Afinal, além da extrema popularidade da artista, a expectativa era grande: ela estava em silêncio havia quase quatro anos.

A gravadora de Adele, a XL Recordings, tentou atiçar ainda mais o público com uma campanha publicitária baseada em um misterioso vídeo de 30 segundos, em que nem o nome da cantora parecia. A XL só não contava com o "poder" do Shazam, que conseguiu prever o tamanho do "tsunami" que viria a seguir.

O aplicativo, que identifica músicas captando apenas trechos delas, notou o potencial de sucesso da empreitada logo após Hellodeixar de ser um segredo.

Segundo a empresa por trás do Shazam, mais de duas pessoas por segundo usaram o app ao ouvir a canção apenas nas primeiras 24 horas após seu lançamento.

E o total de 200 mil acessos em um dia serviram como medida para o impacto da música, que, de acordo com números oficiais divulgados no Reino Unido, teve venda de 330 mil cópias, entre digitais e físicas, na primeira semana, estabelecendo um recorde de velocidade de vendas.

"Nunca um single tinha sido identificado pelo Shazam tantas vezes em um dia", disse Daniel Danker, gerente de produto do Shazam, ao programa Newsbeat, da BBC.
O Brasil foi responsável por 2% das buscas pela música de Adele no mundo via Shazam (Foto: Shazam)
Mais uma vez o aplicativo deu mostra de sua influência para a indústria fonográfica do século 21.
O app já foi identificado pelas gravadoras como um termômetro de popularidade e não é surpresa que pelo menos uma das grandes empresas, a Warner, já tenha assinado um acordo de colaboração com ele – a gigante da música criou, inclusive, um departamento especial para artistas independentes "revelados" pelo aplicativo.
Os dados coletados pelo Shazam permitem uma compreensão bastante detalhada do desempenho de canções. A pedido do Newsbeat, sua equipe preparou até uma distribuição geográfica do interesse pela música de Adele. E descobriu que 32% das consultas vinham dos EUA e apenas 4% do Reino Unido, o país de origem da cantora – o Brasil registrou 2%.   
Em termos regionais, Los Angeles, Moscou, Nova York, Santiago e Madri foram as cidades onde mais se buscou por Adele. Esse tipo de informação é valioso para o planejamento de campanhas publicitárias e turnês.
Em tempo: 25 já tem o recorde de álbum mais vendido na história na semana de estreia, com 3,38 milhões de cópias nos EUA e mais de 800 mil no Reino Unido – números que impressionam ainda mais em uma era cuja tendência geral é de queda nas vendas de música por conta da disrupção da pirataria e de serviços de streaming.
Ao que tudo indica, o hiato na carreira da cantora realmente deixou saudades nos fãs.
Se bem que, depois de vender mais de 30 milhões de cópias com 21, o álbum anterior, Adele não precisava mesmo ter tido pressa para voltar ao estúdio.

5 plantas que a Nasa recomenda para purificar o ar da sua casa.

Além de deixarem o ambiente de qualquer casa mais alegre, as plantas são ideias para filtrar o ar do local.
BBC Mundo
Thinkstock
Mas nem todas cumprem essa tarefa com a mesma eficácia.
Em 1989, a Nasa fez um estudo para determinar quais as mais indicadas para cumprir essa missão em um ambiente fechado.
A pesquisa levou em consideração vários poluentes do ar, além das características das plantas e da facilidade de se obtê-las.
Os poluentes mais comuns e que as plantas se encarregam de filtrar são: benzeno, xileno, amoníaco, tricloroetileno e formaleído.
A BBC Mundo entrou em contato o autor do estudo, Bill Wolverton, que hoje dirige a ONG Wolverton Environmental Services, para ver se as recomendações da época continuam valendo.
Ele resumiu a lista e recomendou as cinco melhores plantas para limpar o ar de um casa. E também sugeriu “ter variedade, já que algumas são melhores que outras para eliminar substâncias químicas específicas do ar”.
Essa é a seleção feita por Wolverton:

Jibóia (Epipremnum aureum)

Zoo Fari
Um planta folhosa bem popular e fácil de ser obtida. É muito resistente e não requer grandes cuidados. Por isso é bastante utilizada em escritórios, comércio e outros locais públicos.
Se adapta facilmente a temperaturas entre 17ºC e 30ºC, e só é preciso regá-la quando a terra estiver seca.
É eficaz na absorção de formaleído, xileno e benzeno.

Lírio da paz (Spathiphyllum)

Thinkstock
É uma planta que sobrevive com pouca luz e pouca água. Ela cresce em temperaturas superiroes a 18ºC e é bastante longeva.
Se recomenda que ela seja mantida longe de correntes de ar.
Ela absorve os cinco contaminantes de ar analisados pela Nasa.

Palmeira-dama (Raphis excels)

Thinkstock
Também conhecida como palmeira-ráfis, ela é originária da Ásia e pode chegar a até 3 metros de altura.
Seu cultivo é melhor em áreas com temperaturas medianas e sem luz direta.
De acordo com a agência especial Americana, ela se encarrega de eliminar do ar o formaleído, xileno e amoníaco.

Espada-de-São-Jorge (Sansevieria trifasciata)

Thinkstock
De origem africana, é bastante utilizada na decoração de interiores, até por ter a vantage de sobreviver bem em condições desfavoráveis.
Pode aguentar temperaturas bem altas (até 40ºC) e bem baixas (-5ºC), se esses extremos ocorrerem de maneira esporádica.
É boa para eliminar benzeno, xileno, formaleído e também o toluene e o tricloroetileno.

Árvore-da-borracha (Ficus elastica)

Thinstoc
É muito resistente e, como tem um alto índice de transpiração, ajuda a manter a umidade do ar.
Em poucos anos, ela pode crescer muito rápido. É eficiente na eliminação do benzeno, xileno e toluene e também age contra o formaleído e o tricloroetileno.

Por que cães se parecem com seus donos?

Basta dar uma volta na rua para notar o estranho fenômeno da versão canina de seu dono.
Gerrard Gethings


 fotógrafo Gerrard Gethings retrata cães e seus donos em concursos de beleza animal
Seja um hispter barbado acompanhado de uma pequena bola de pelos que parece frequentar o mesmo barbeiro, ou um fortão carregando um buldogue: por que as pessoas escolhem cães que se parecem com elas?
Estranhamente, a resposta para isso parece ter um inesperado paralelo com a maneira como escolhemos nossos outros parceiros de vida.
O psicólogo Michael Roy, da Universidade da Califórnia em San Diego, foi um dos primeiros a testar a ideia. Ele frequentou três parques e fotografou os cães e seus donos separadamente. Depois pediu para um grupo de voluntários adivinhar os pares corretos.
Apesar de não receberem qualquer outra pista, os participantes conseguiram emparelhar as fotos com bastante precisão. E é importante notar que a semelhança nem sempre é tão aparente, mas sim sutil.

Relação com o sexo oposto

Para psicólogos, tendemos a nos apegar a cães com personalidades parecidas com a nossa
Roy admite que os resultados só se mantêm para o caso de cães de pura raça (não vira-latas), e muitas vezes se baseiam em semelhanças superficiais, como a forma do corpo. Ainda assim, outras semelhanças surgem em aspectos mais sutis, como os formatos dos olhos.

Personalidades caninas

Segundo pesquisadores, maneira como nos ligamos a cães reflete busca por parceiro para reprodução
A própria ideia de que os cães têm uma personalidade pode parecer estranha para algumas pessoas, mas experiências anteriores demonstaram que características humanas como a extroversão podem corresponder a medições objetivas do comportamento de um cachorro – como, por exemplo, se ele é agressivo com estranhos ou se são mais tímidos.

A cidade onde um homem pode levar 30 chibatadas por guardar fotos de mulheres no celular.

Raqqa era pouco conhecida até o grupo autodenominado Estado Islâmico declará-la sua capital, em 2014.
Reuters
Forças do Estado Islâmico fazem grande patrulha das ruas de Raqqa para observar cumprimento de leis
Cidade semideserta de menos de 200 mil pessoas no nordeste da Síria, não teve muita importância nos últimos séculos. Isso mudou com o surgimento do grupo extremista e, agora, sua brutalidade e violência são conhecidos em todo o mundo.
Mulheres são proibidas de andarem sozinhas nas ruas, e enfrentam a vigilância constante da polícia feminina. Salões de beleza ou exibições de partidas de futebol foram banidos. Até quem for flagrado com uma foto de uma mulher no celular pode ser condenado a chibatadas.
Mas nem sempre foi assim.
A principal transformação de Raqqa no último século se deu nos anos 1970, quando uma grande usina hidrelétrica foi construída perto dali, no rio Eufrates.
Grandes projetos de agricultura na área atraíram dezenas de milhares de novos moradores de outras partes da Síria em busca de oportunidades, o que alterou a demografia da região.
ISLAMIC STATE
Estado Islâmico declarou Raqqa a capital de seu autodenominado califado em 2014
Antes disso, ela era meramente uma estação remota para policiar as rotas de comércio entre as principais cidades sírias no oeste e as cidades mais ocidentais do Iraque, de Mosul a Bagdá.
Raqqa está numa área que dá acesso a todas as partes da Síria, e também ao Iraque, através de uma grande região semideserta ao leste da cidade. Talvez esteja aí a razão pela qual o Estado Islâmico a tenha escolhido como sua capital.
Havia uma universidade particular e algumas escolas técnicas do governo na cidade. Raqqa era cheia de cafés e seus moradores costumavam ficar até tarde nas ruas durante o verão, em parques e restaurantes, onde jovens homens e mulheres conversavam juntos.
Aliás, eles estavam juntos também em protestos contra o regime do presidente, Bashar Al-Assad. Isso, claro, antes do EI tomar a cidade.  Leia mais>> BBCBrasil

O inusitado acordo por viral no YouTube que salvou condenado por pirataria.

Um homem condenado por pirataria de software recebeu uma sentença diferente: ele escaparia de pagar polpudas indenizações se produzisse um filme denunciando a pirataria que fosse visto pelo menos 200 mil vezes no YouTube.

O filme de Jakub precisava ser visto 200 mil vezes para que o acordo com as empresas fosse válido (Foto: FILMZLICINCOMPANY)

O homem, conhecido apenas como Jakub F, atingiu a marca em alguns dias e agora o vídeo já foi visto mais de 915 mil vezes.
Jakub, de 30 anos, foi condenado pela Justiça da República Tcheca, mas conseguiu um acordo com o grupo de empresas que tiveram seus softwares pirateados por ele. As empresas concordaram em não processá-lo.
Ele foi condenado por ter colocado cópias do Microsoft Windows 7 e 8, além de outros conteúdos, em sites de compartilhamento de arquivos.
As companhias, entre elas Microsoft, HBO Europa, Sony Music e 20th Century Fox, estimaram que as indenizações chegariam a milhares de dólares. A Microsoft avaliou que suas perdas com as ações de Jakub chegariam a 5,7 milhões de coroas da República Tcheca (cerca de R$ 837 mil).
A Business Software Alliance (BSA), instituição que representou a Microsoft no processo, reconheceu que Jakub não poderia pagar esta indenização.

E, em vez dos pagamentos, as empresas disseram que ficariam satisfeitas se recebessem apenas um pequeno pagamento e a cooperação de Jakub na produção do vídeo.
Jakub interpreta ele mesmo no filme baseado em sua experiência (Foto: FILMZLICINCOMPANY)
Mas as companhias estipularam que o vídeo produzido teria que ser visto pelo menos 200 mil vezes nos dois primeiros meses depois de sua publicação, que ocorreu nesta semana.
Um porta-voz da BSA disse à BBC que esta determinação foi imposta para garantir que Jakub ajudaria o máximo possível no compartilhamento do vídeo.
Caso o vídeo não tivesse conseguido alcançar esta meta, o porta-voz disse que, "em teoria", as empresas teriam base para entrar com um processo civil pedindo as indenizações.   Leia mais>> BBCBrasil

Publicado em 27/11/15

Com impressora 3D em casa e R$ 10, brasiliense faz próteses para crianças.

Diretor de imobiliária online se emocionou com vídeo de menino sem mão.
Equipamentos têm plástico, nylon, elásticos e velcro; produção leva 22 h.

O cientista da computação Marcos Roberto Oliveira, de Brasília, que faz próteses em impressora 3D ao custo de R$ 10 (Foto: Raquel Morais/G1)
Diretor de uma imobiliária online, um cientista da computação de Brasília decidiu sair da zona de conforto e integrar um projeto social para ajudar crianças amputadas por meio da confecção de próteses com impressora 3D. Aparelhos que custariam R$ 3 mil em lojas saem a R$ 10. O material usado é o plástico ABS – o mesmo de capacetes de escaladores –, e o tempo de produção é de 22 horas. Ele não tem intenção de comercializar as peças, que ainda estão em fase de testes. 

Marcos Roberto Oliveira conta que instalou a impressora 3D no escritório que tem em casa para desenvolver peças para veículos elétricos, como skates e bicicletas, em um projeto que desenvolve com o primo. Pesquisando na internet mais utilidades para o equipamento, se emocionou ao achar o vídeo de uma criança que havia ganhado uma prótese.

"Essa criança não tinha dinheiro para pagar por uma e por isso buscou ajuda e encontrou o projeto e-Nable [um trocadilho digital com a palavra inglesa que significa habilitar]. O projeto e-Nable é uma iniciativa global que conecta pessoas com necessidades especiais, principalmente pessoas sem os membros superiores, com pessoas que possuam uma impressora 3D e estejam a fim de ajudar com a impressão e doação de uma prótese", explica.

"Assim que soube da existência desse projeto, me cadastrei como voluntário e comecei a impressão da minha primeira prótese. As próteses que estou produzindo são próteses que substituem os movimentos básicos da mão."

Segundo o cientista da computação, a durabilidade é proporcional aos cuidados de conservação. Cada equipamento é composto por plástico, elásticos, fios de nylon e velcro – o que facilita que o dono faça manutenções, se necessário. Além disso, Oliveira afirma que, no caso de "descarte", a prótese pode ser repassada para uma pessoa com tamanho semelhante.  Leia mais G1


Operação encontra 11 trabalhadores de obra em situação de trabalho escravo no Rio.

MPT RJ

Seis pessoas dormiam em três beliches neste pequeno quarto

A obra era de responsabilidade da construtora Living Amparo Empreendimentos Imobiliários, do grupo Cyrela. Os operários tinham sido contratados por empresas terceirizadas, subcontratadas pela Living para fazer o revestimento da fachada no Residencial Verdant Valley, em Camorim, Jacarepaguá.

De acordo com o Código Penal, o trabalho análogo ao escravo pode ser caracterizado por um desses quatro itens, sozinhos ou em conjunto: trabalho forçado, jornada exaustiva, condições degradantes e privação do direito de ir e vir. No caso do alojamento flagrado pelos fiscais, as condições degradantes motivaram o fechamento do local.
Banheiro não tinha chuveiro e mofo se espalhava pelos quartos
Alojamento foi interditado e os operários foram levados a uma pousada

            Leia mais>> BBCBrasil    
Lixo se acumulava pela casa onde operários viviam




Príncipe Harry cai de cavalo durante partida de polo na África do Sul.

O príncipe Harry levou um tombo durante partida de polo beneficente na África do Sul.
Ele caiu do cavalo mas aparentemente não se machucou, e retornou à partida.
A partida era em prol de sua ONG Sentebale, que desde 2007 ajuda organizações do Lesoto a atender crianças vulneráveis, famílias pobres e pessoas infectadas pelo vírus HIV.





A polêmica lâmina de barbear a laser funciona na vida real? Veja.

Em outubro, um projeto chamou a atenção do mundo: a Skarp Laser Razor era um projeto de lâmina de barbear que não era na realidade uma lâmina. O aparelho prometia cortar fios de barba sem irritar o rosto usando raios laser. O projeto levantou US$ 4 milhões no Kickstarter, mas teve que ser retirado do ar por não apresentar um protótipo funcional.
Por Renato Santino
(Foto: reprodução)

Mas a empresa é real, e o projeto também. Um repórter do site americano CNET foi até a sede da Skarp para conhecer de perto seus planos. E, sim, a empresa tem uma lâmina-laser. Mas ela ainda está longe de ser funcional.


O protótipo da empresa ainda não chegou ao ponto de ser seguro o bastante para ser usado na barba, então os testes têm que ser feitos nos pelos do braço. Outro problema: a cada passada da lâmina, apenas alguns fios são cortados, tornando-a bastante ineficiente em seu trabalho. Você pode assistir aos testes neste link, mas eles estão em inglês.

Além disso não há unidades prontas da lâmina. Há uma fibra óptica com o laser passando por ela e há as lâminas esculpidas pelas quais, um dia, a fibra passará. No entanto, tudo isso ainda não foi montado. Este foi o problema que fez o Kickstarter cancelar o projeto.

A idea é a seguinte: A fibra ficará na cabeça do aparelho de barbear, e o usuário terá que passá-la sobre sua pele. O raio laser, confinado à fibra, escapa e dispara sobre o pelo assim que ele é detectado, permitindo sua remoção. No entanto, para funcionar em vários pelos ao mesmo tempo, a empresa teria que ter acesso a fibra de maior qualidade, que custa caro. Aparentemente, foi isso que motivou a Skarp a recorrer ao Kickstarter, já que a startup também não quis recorrer a investidores convencionais para não ter que compartilhar detalhes sobre o produto.

De forma resumida, então, o protótipo funciona, mas está longe de ser perfeito e muito longe da promessa feita na campanha do Kickstarter, o que é parcialmente compreensível para um protótipo, que é uma prova de conceito, e não um produto final.

Via CNET 

Olhar digital testou os navegadores mais populares da web; saiba qual é o melhor.

INSTALAÇÃO E COMPATIBILIDADE

Como todo mundo sabe, o navegadores são gratuitos e estão disponíveis nas suas páginas oficiais; no final a gente deixa o link direto de todos eles. O Edge, da Microsoft – que substituiu o esquecido Internet Explorer no Windows 10 – já vem instalado no novo sistema operacional. Da mesma forma, o Safari já vem embarcado nos computadores da Apple. 

Nem todos os navegadores são compatíveis com todos os sistemas operacionais. Veja a tabela. O Chrome e o Firefox são compatíveis com Windows, Mac OS e Linux; o Edge, como acabamos de mencionar, só roda no Windows 10; da mesma forma, o Safari deixou de suportar computadores rodando Windows e agora só está disponível para Macs seguindo a linha de exclusividade de produtos da Apple.

domingo, 29 de novembro de 2015

Conectadas e violentadas: como a tecnologia é usada em abusos contra mulheres

Thinkstock
Smartphones, tablets e internet podem ser não só ferramentas poderosas, mas também armas; ONU emitiu alerta sobre violência digital contra mulheres, que pode ser tão grave quanto abuso físico.
Topo