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domingo, 21 de junho de 2020

Isolamento social e alta do dólar alimentam mercado de games

Na comparação anual, o maior crescimento foi registrado entre os games para console (42%), seguido por celular (14%) e PC (12%)

© DR
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O mercado de games se destaca como um dos poucos setores que tem conquistado bons resultados durante a pandemia. O total gasto em jogos digitais em abril atingiu o recorde de US$ 10,5 bilhões (mais de R$ 56 bilhões), segundo a Superdata, consultoria do grupo Nielsen.

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Fim de impostos a games causará desemprego, diz Zona Franca de Manaus

Enquanto o público gamer torce pela isenção de impostos para jogos e consoles produzidos no Brasil, que na última semana passou pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, nem todos os setores da indústria estão empolgados com a proposta.




De acordo com o site Telesíntese, a Zona Franca de Manaus teme que esses benefícios, se forem expandidos para todo o País, prejudiquem a região. No cenário mais pessimista, a lei pode eliminar 500 empregos diretos e indiretos e cortar a produção de 70 mil unidades de produtos do setor. Quem afirma isso é o consultor da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam) e do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam), Saleh Hamdeh.

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Microsoft ainda planeja lançar versão 'popular' do Xbox

Estratégia da empresa tecnológica para o futuro dos videogames está assente na distribuição por streaming.

© DR

O Xbox revelou na edição deste ano da E3 que seu console de nova geração se encontra em desenvolvimento sob nome de Project Scarlett. Porém, o que dizer dos rumores que faziam referência a uma versão ‘popular’ ou mais barata do Xbox com ligação por streaming?

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

'Há muito machismo na área', diz desenvolvedora de jogos

De acordo com a pesquisa Game Brasil 2016, o público feminino ultrapassou o masculino no mercado de videogames

© Supergiant Games
O Pavilhão da Bienal, no parque Ibirapuera, recebe a partir desta quarta (16) a exposição "A Era dos Games", que conta a história dos videogames e permite que os visitantes joguem cerca de 150 títulos.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Senado abre enquete para discutir a redução dos impostos sobre games

Jogos de videogame no Brasil são uma coisa extremamente cara, e qualquer pessoa que tenha um console já sabe disso. Um dos motivos para tal é alta carga tributária incidente sobre este tipo de produto, que faz o custo de venda disparar. Agora, o Senado está avaliando uma proposta de redução dos impostos sobre a categoria e quer a sua opinião sobre o assunto.


(Foto: reprodução)
Para isso, o Senado abriu uma enquete pública para que cidadãos opinem se gostariam de ver a carga tributária que incide sobre jogos de videogames serem reduzidas de 72% para apenas 9%. Você pode votar neste link.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Novo Call of Duty será lançado nesta semana; saiba mais

Game começa a ser vendido no dia 4 de novembro para os consoles Xbox, One, PS4 e PC

© Call of Duty Infinite Warfare / Activision
O principal lançamento no mercado dos games para esta semana é o novo Call of Duty: Infinite Warfare. O jogo de tiro em primeira pessoa estará à venda a partir de sexta-feira, dia 4 de novembro.

De acordo com o Techtudo, a Activision vai disponibilizar o game para os consoles Xbox, One, PS4 e PC. Agora, Call of Duty terá missões no espaço, ganhando um ar mais futurista do que os jogos anteriores da série: naves, batalhas e armamentos que ainda nem existem no mundo real.
Além disso, o lançamento deve trazer de volta o modo multiplayer. Quem viver, verá.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Aposentada de 72 anos joga mais videogame que você

(Foto: Reprodução)
Você se acha o rei do videogame só porque passa a madrugada jogando? Então precisa conhecer Bridget Odlin. A aposentada de 72 anos é viciada em games e passa oito horas por dia jogando em seu Xbox, Playstation e Wii.
O fascínio por games começou há 30 anos, quando Bridget comprou um Nintendo Entertainment System para o seu filho, mas quem aproveitou mais o console foi ela.
“Eu gosto de jogar desde que o Super Mario foi lançado”, explica. “Nós demos de presente de aniversário para o meu filho em março e no Natal meu marido precisou comprar outro para mim, porque eu não largava o videogame”.
Entre os seus jogos favoritos estão os de aventura e RPGs, como Tomb Raider, Zelda e Final Fantasy, e quando está com um jogo novo, ela passa a noite jogando e só vai dormir por voltas das 2h.
Por outro lado, não gosta de jogos que tem muita matança, como Call of Duty. “As crianças gostam desses jogos de guerra, mas eu não estou interessada. Acho tudo muito chato, essa matança toda“, afirma.
Bridget conta que tentou incentivar o marido, Phil, a jogar também, mas ficou brava após ele tentar jogar com a Lara Croft e matar a personagem. Por isso, ela joga e troca dicas de games com uma amiga, que também tem 72 anos.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Microsoft continua cortando o preço do Xbox One

Nos Estados Unidos, o Xbox One está cada vez mais barato

© Divulgação
A Microsoft continua a descer o preço do seu console Xbox One. Segundo informações do The Verge, esta é a terceira descida de preço em menos de dois meses, nos Estados Unidos. O consola custa agora 249 dólares, cerca de 800 reais.

O Xbox One S será lançado já na próxima semana, no dia 2 de agosto. Este console é 40% menor que a original, além de ter um hardware redesenhado. Já um novo console, com o codinome Scorpio, será lançado no próximo ano.
As outras descidas de preço eram acompanhadas de uma data de final de campanha, mas desta vez não há um motivo específico para a queda de preço.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Pokémon Go pode chegar ao Brasil em até dois meses, diz CEO

O game deve ser lançado em 200 países

© Reprodução / Youtube / Pokémon GO
Depois dos Estados Unidos, Austrália, Alemanha e Portugal, a febre Pokémon Go pode chegar em até dois meses ao Brasil. Isso pode acontecer se a produtora do game, a empresa Niantic, for capaz de expandir seu produto da mesma maneira que fez com um jogo anterior.

Em entrevista à Reuters, o CEO da Niantic, John Hanke, afirmou que pretende lançar Pokémon Go em 200 países. De acordo com o Bahia Notícias, Hanke ainda fez uma comparação com o game Ingress, último lançamento da empresa que usava mapas do mundo real, e indicou que ele precisou de dois meses para torná-lo disponível em 200 países.
Em fevereiro, o CEO da Pokémon Company, Tsunekazu Ishihara, disse que o jogo só chegaria na América do Sul depois de chegar na Europa, Estados Unidos e Japão.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Pokémon GO ultrapassa 15 milhões de downloads e é maior que pornografia

As marcas do jogo da Nintendo já impressionam, ultrapassando o Facebook, outro gigante da internet, quando se trata de tempo gasto no aplicativo

© Reprodução / Youtube / Pokémon GO / Niantic
O fenômeno dos games Pokémon GO acaba de atingir outra marca memorável. Com 15 milhões de downloads, as buscas por 'Pokémon GO' ultrapassaram 'Porn' na web, de acordo com o Google Trends.

Segundo informações do Olhar Digital, as buscas pelo termo superaram as de pornografia em 33%. Os números têm previsão de aumento nos próximos dias, quando o game passa a ser liberado em outros países.
As marcas do jogo da Nintendo já impressionam, ultrapassando o Facebook, outro gigante da internet, quando se trata de tempo gasto no aplicativo. Em média, um usuário gasta 22 minutos na rede social e 18 minutos no Snapchat. No Pokémon GO são gastos 33 minutos por dia.
O jogo ainda não tem previsão de chegada no Brasil.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Faturamento com jogos mobile passa de US$ 1 bi no Brasil

A pesquisa também descobriu que homens e mulheres buscam experiências de jogos parecidas

© Roosevelt Cassio/Reuters
Estudo comissionado pelo Facebook, e realizado pela TNS, identifica como o aumento da adoção de dispositivos móveis muda definitivamente a forma como as pessoas jogam no Brasil e como o hábito dita novas tendências e oportunidades para a indústria de games. A pesquisa, realizada no Brasil e em mais 11 mercados, mostra os hábitos, as preferências locais e os principais comportamentos das pessoas que usam a plataforma.

A tecnologia mobile vem desenhando o futuro do segmento de games, que conta com receitas que devem chegar a quase US$ 100 bilhões em 2016 em todo o mundo e a mais de US$ 1 bilhão no Brasil. Só em 2016, a expectativa é que seja a primeira vez que o faturamento vindo de jogos mobile seja maior do que o montante registrado no segmento de títulos para PCs, atingindo US$36,9 bilhões no ano, na frente de consoles, computadores e tablets.
Descobrindo novos jogos
Hoje, as mídias sociais (68%), serviços de foto e vídeo (57%), aplicativos de conversa (54%) e comentários sobre um jogo (34%) são os principais influenciadores de download no mercado. No Brasil, essa tendência é ainda mais forte. As plataformas sociais são a principais fontes de influência – 78% as consideram na hora de descobrir jogos, seguido por serviços de fotos/vídeos (60%) e aplicativos de conversa (54%). Já 31% dos entrevistados conhecem novos games apenas por ouvir falar sobre eles.
Brasileiros jogam em qualquer lugar e a qualquer momento
No Brasil, 73% dos entrevistados escolhem o smartphone para jogar. Os computadores ficam em segundo lugar (71%), seguido de tablets (36%) e de consoles tradicionais (30%). Além disso, os brasileiros relatam que jogam em todos os lugares e a qualquer momento. Quase metade afirmou que joga enquanto está a caminho de algum lugar (45%); 33% dizem que jogam enquanto esperam algo e, acreditem, 24% dos entrevistados confessaram jogar no trabalho.
A pesquisa também descobriu que homens e mulheres buscam experiências de jogos parecidas, especialmente no mobile. Enquanto os jogos favoritos das mulheres brasileiras no celular são os de estratégia, escolhido por 65% das entrevistadas, seguidos pelos de ação (55%) e os sociais (47%), os homens preferem os jogos de ação (65%), seguidos por estratégia (51%) e esportes (51%).
Globalmente, as pessoas optam por se manter no jogo por se sentirem parte de uma comunidade e a probabilidade que eles parem de jogar aumenta se os outros pararem de jogar. No Brasil, o que mantém as pessoas em jogos são as conexões sociais, com alguns até decidindo pagar para subir de nível mais rapidamente para competir ainda mais com seus amigos.
Sobre o estudo
A Facebook IQ, time de pesquisa da rede social, divulgou o levantamento realizado pela TNS. As entrevistas foram feitas com pessoas acima de 18 anos, em 12 países que representam diversas regiões geográficas: América do Norte, América Latina, Europa, Oriente Médio e Ásia.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Microsoft confirma novo Xbox com gráficos em 4K e realidade virtual

(Foto: Reprodução)
E o que todo mundo já esperava aconteceu: temos um novo Xbox a caminho, conhecido apenas como “Project Scorpio”. Um novo console que será lançado no final do ano que vem com muito mais potencial gráfico do que a atual máquina.
A Microsoft não esconde a motivação por trás do novo console, que é a realidade virtual. A grande inovação do momento na área de games está rolando apenas na área de PCs, e os consoles como estavam (tanto o Xbox quanto o PS4), incapazes de igualar o poder gráfico das novas placas de vídeo, ficaram rapidamente defasados. Assim, foi necessário uma atualização especial.
“A coisa mais importante do Scorpio é que se trata de um aumento drástico de capacidade de hardware para nós”, explicou Phil Spencer em entrevista ao site The Verge. “Nós vimos os games em 4K e o VR de alta qualidade no PC e queríamos trazer para o console. O Scorpio é um Xbox One capaz de rodar jogos em 4K e é criado com a capacidade para suportar VR high-end que você vê no PC. Quando for lançado, será o console mais poderoso já feito”.
Em relação a especificações técnicas, sempre há um pouco de mistério dentro de uma caixa fechada como um console. A Microsoft diz que ele é capaz de 6 teraflops, (ou 6 quatrilhões de operações de ponto flutuante por segundo), o que é bastante.
A empresa, porém, reafirma que todos os seus consoles continuarão rodando todos os jogos. A diferença é que o Scorpio poderá rodar jogos com maior potencial gráfico, maior resolução e taxa de quadros, enquanto o Xbox One S e o Xbox One convencional rodarão os jogos como conhecemos hoje.
O exemplo de Spencer é o Halo 5, que foi travado na taxa de 60 quadros por segundo, o que faz com que, em momentos muito exigentes, a resolução fique abaixo dos 1080p prometidos para manter a fluidez do jogo. No Scorpio, a resolução seria a máxima durante o tempo inteiro, mantendo a taxa de quadros.
Na área de realidade virtual, existe uma expectativa há muito tempo de que haja uma parceria com a Oculus (empresa que pertence ao Facebook) para oferecer o Oculus Rift no Xbox One. Na verdade, no ano passado, chegou a ser anunciado que o visor seria compatível, mas as capacidades eram muito mais limitadas. A ideia, na ocasião, era que o jogador com o Rift fosse “transportado” para uma sala com uma tela gigante com o jogo rodando. Não é, na verdade, uma experiência real de VR. Sobre a possível parceria, Spencer ainda é reticente e não anuncia nada.
“Não temos nada a anunciar, mas quando você pensa em consoles e na sua faixa de preço... ter algo com 6 teraflops com milhões de compradores é bastante atraente para algumas empresas de VR, e nós arquitetamos o console de uma forma que é possível apenas ligar o visor no console e tudo funcionar”, afirmou Spencer, deixando a porta aberta para outros dispositivos além do Rift.
Ele também entra no assunto dos motivos de anunciar algo tão cedo. Consoles novos, em geral, são anunciados no ano de seu lançamento, mas o Scorpio só sai no fim do ano que vem. “É louco anunciar algo tão cedo, mas quando eu me ponho no lugar do consumidor, eu gostaria de fazer a escolha de qual console eu compro com o máximo de informação possível. Nós queríamos dar a informação para fazer essa decisão. Também queríamos falar com os desenvolvedores que estão aqui [na E3] hoje, que estão criando jogos para o fim do ano que vem e dizer o que eles têm à disposição no lado de consoles”.

Principal feira da indústria de games no mundo, a E3 começa nesta terça

Com foco em negócios, a feira é voltada principalmente para desenvolvedores de games, produtores, distribuidores, empresários, analistas e para a imprensa

DR
Cerca de 50 mil pessoas se reúnem nesta semana para conferir os lançamentos da principal feira da indústria de games do mundo, a E3 (Electronic Entertainment Expo), realizada nos Estados Unidos.

Com foco em negócios, a feira é voltada principalmente para desenvolvedores de games, produtores, distribuidores, empresários, analistas e para a imprensa. A edição de 2016, que começa nesta terça-feira (14) e vai até quinta (16), deve reunir pessoas de mais de 100 países em Los Angeles.
Normalmente, grande parte das novidades é anunciada antes do início oficial do evento, em conferências para imprensa em que as companhias apresentam suas novidades para os próximos meses, como novos títulos, atualizações e novas plataformas de jogos.
No primeiro ano da feira, em 1995, duas gigantes japonesas marcaram a história com seus lançamentos. A Sony anunciou sua entrada na indústria de games com o PlayStation e a Sega lançou com o Sega's Saturn nos EUA.
Em edições posteriores, novidades como os controles de gestos, como os do Nintendo Wii e do Kinect do Xbox, além de dispositivos de realidade virtual também foram lançados na E3.
Este ano, entre os principais exibidores estão companhias como EA, Bethesda e Microsft, que já realizaram sua conferência, e Nintendo, Ubisoft e Sony, que ainda vão se apresentar.
A mostra deste ano conta com mais de 90 expositores para celulares e um pavilhão dedicado aos jogos online e móveis, enquanto 53 expositores irão mostrar tecnologia de realidade virtual, quase o dobro dos 27 que participaram em 2015. Com informações da Folhapress.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

A indústria de games está à beira de uma das maiores mudanças da história

(Foto: reprodução)
Você deve ter acompanhado recentemente: não deve demorar muito para vermos uma nova versão do PS4 mais potente e uma versão do Xbox One com maior poder de processamento se os rumores, cada vez mais palpáveis, estiverem corretos. É possível que vejamos novidades na E3, que acontece na semana que vem, em Los Angeles. Os rumores indicam que o novo PS4 pode dar as caras já nesta edição da feira, mas o novo Xbox só deve aparecer em 2017 (em 2016, a Microsoft deve só apresentar um Xbox Slim, mais fino, mas sem poder aumentado).
Pelo que tudo indica, trata-se de algo jamais visto na era dos games, que aproximaria o console muito mais do que vemos no mercado de celulares. As atualizações de hardware serão mais frequentes, mas o software que rodava nas máquinas mais antigas ainda deve ser executado nos aparelhos novos, marcando uma diferença da transição geracional convencional. A atualização pode ser anual, bienal, trienal... só não vai demorar 8 anos como aconteceu na última geração, isso é certo.
A comparação é como acontece com o o iPhone. Ano após ano, o celular é atualizado, e os apps que rodavam nos celulares antigos continuam rodando no novo, e apps novos continuam rodando nos aparelhos velhos por alguns anos. Conforme o tempo passa, os apps passam a ser otimizados para os modelos mais recentes e acabam deixando de ser compatíveis com os aparelhos antigos, que já não oferecem mais o poder para executar o software adequadamente. Em compensação, os apps antigos continuam rodando nos celulares até hoje.
Em linguagem de games, a ideia é a mesma. Novos consoles continuarão rodando os jogos antigos para sempre, mas chegará uma hora em que os consoles antigos não rodarão os jogos novos, e vários modelos devem rodar o mesmo jogo simultaneamente. Por exemplo: Uncharted 5 (fictício) pode rodar no PS4 original, no PS4 (2016) e no PS4 (2018), mas quanto mais nova a máquina, melhor o desempenho do jogo.
No entanto, com o tempo irá surgir uma barreira técnica que torna inviável lançar o jogo para o PS4 original. O game vai, então, funcionar apenas em máquinas mais novas. Imagina-se que essa barreira só surgiria depois de vários anos, que seria equivalente a uma troca geração de videogames mais convencional.
Por que isso?
Está muito claro, quando você compara com os PCs, que os consoles estão tecnicamente muito defasados em relação aos computadores em evolução de hardware. A geração atual já nasceu atrás do poder gráfico oferecido por placas de vídeo tops de linha, e o abismo aumenta ano após ano, com novos modelos sendo lançados.
Antes, isso não era um problema tão grande, mas agora é. E o principal vilão parece ser a realidade virtual. A tecnologia exige um altíssimo poder de processamento, que os consoles não são capazes de suportar. Para ser minimamente satisfatória a experiência do jogador, a máquina precisa ser capaz de manter uma alta taxa de quadros (60 frames por segundo é o mínimo do mínimo) e uma alta resolução (quanto mais perto do 4K, melhor). Isso só é possível em placas de vídeo de alto desempenho; várias GPUs mais potentes que as presentes nos consoles não são capazes de atender os requisitos mínimos. O PS4 tem o PlayStation VR, e os relatos são bons, mas quem usou Oculus Rift e o Vive da HTC, que funcionam apenas em PCs, atesta que a experiência ainda é inferior.
Microsoft e Sony percebem isso, e não querem deixar o bonde da realidade virtual passar, e entregar o público interessado de mão beijada para os PCs. É necessário haver uma contrapartida nos consoles, e para isso é necessário mais poder de processamento. Se a próxima atualização dos consoles só viesse em 2020, este mercado seria desperdiçado pelas empresas.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Intel lança processador com 10 núcleos por US$ 1723

(Foto: reprodução)
A Intel anunciou ontem uma nova linha de processadores premium voltados para gamers e usuários de aplicações e programas exigentes em desktops - "performance extrema" nas palavras da empresa. O destaque da linha é o Core i7 6950X Extreme Edition, que tem 10 núcleos com velocidade base de 3GHz e é o processador mais rápido do tipo que a empresa tem atualmente no mercado.
Os novos chips usam a arquitetura Broadwell-E, que promete uma performance de 20% a 25% melhor que a da geração anterior. Além da velocidade base de 3GHz, ele também tem 25MB de cache - 5MB a mais que a geração anterior. Segundo o diretor geral da Intel Frank Soqui, "esse é o maior e melhor CPU que nós já criamos".
Segundo a Intel, os novos processadores são voltados para "megatasking" (algo como "megatarefas", a realização de múltiplas tarefas intensas ao mesmo tempo). Um exemplo de uso citado pela empresa foi o de um usuário jogando um jogo em resolução 4K a 60 quadros por segundo e, ao mesmo tempo, gravando as cenas do jogo em seu HD e transmitindo as cenas ao vivo em 1080p para a internet.
Turbo Boost Max 3.0
Esse novos processadores também têm um recurso chamado de Turbo Boost Max 3.0, que permite que sua velocidade base seja aumentada automaticamente, sem a necessidade de overclock. Com ela, o Core i7 6950X consegue chegar a velocidades de 3,5GHz, com alguns de seus núcleos chegando a 4GHz.

Isso porque ele é capaz de medir a performance individual dos núcleos de processamento e designar cada núcleo permanentemente às tarefas que ele realiza melhor. Fora isso, os novos processadores também têm recursos específicos para overclock além do Turbo Boost, como controles detalhados de voltagem.
Outra vantagem da nova linha é que, como ela usa uma arquitetura que não é a última da Intel, ela utiliza também um soquete de placa-mãe já existente. Isso significa que os donos de processadores Haswell-E da Intel, com soquete LGA 2011-v3, não precisarão trocar de placa mãe caso queiram atualizar seus processadores.
Eles também são comptaíveis com a tecnologia Thunderbolt 3.0, o que deve permitir que os computadores se conectem a outros dispositivos transferindo dados a uma taxa de até 40GB/s. Uma única saída compatível com a tecnologia, por exemplo, permitiria a conexão de dois monitores com resolução 4K. 
Mercado de ponta
A performance de ponta do Core i7 6950X, no entanto, também vem com um preço de ponta. O processador custará US$ 1723 e será o mais caro da Intel. Seu "top de linha" anterior, o 6900K, custava US$ 1089 - mais de seiscentos dólares a menos.
Fora esse, no entanto, a nova linha da empresa também tem variantes com menor preço e desempenho. Mesmo o mais modesto deles, porém, o 6800K, com quatro núcleos de 3,4GHz, custará US$ 434. Os outros dois processadores da linha ficam entre esses dois valores, saindo por US$ 617 e US$ 1089.
De acordo com a PC World, apesar do estado preocupante do mercado de PCs atualmente, a empresa não tem o menor receio de investir em tecnologia desse tipo. O motivo disso é que, segundo Dean McCarron da empresa de pesquisa Mercury Research, o setor de computadores de ponta e PCs gamers está crescendo bastante. "Nenhuma das histórias de terror da indústria de PCs existe aqui", disse.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Modificação faz PS4 rodar jogos da Steam

(Foto: Reprodução)
Os jogadores que sonham em um dia poder experimentar games de PC em um console de mesa podem contar com uma nova esperança. Um usuário do YouTube, com o nome de OsirisX, demonstrou em um vídeo jogos adquiridos pela plataforma Steam rodando em um PlayStation 4.
A façanha foi alcançada graças a uma combinação de um jailbreak na versão 1.76 do sistema operacional (uma edição bem antiga, aliás), a instalação do sistema Linux e de alguns programas piratas tirados de um repositório compartilhado na internet no PlayStation 4.
No vídeo, o game "Bastion" parece rodar sem problemas no console. O autor do feito diz que alguns títulos chegam a rodar ainda melhor no PS4 com configurações de gráficos um pouco mais baixas, o que sugere que jogos mais pesados ainda não têm suporte por essa modificação. Confira o resultado:

domingo, 22 de maio de 2016

Monitores gamer da AOC chegam ao Brasil com preços acessíveis


 Se você já pensou em comprar um monitor gamer, mas ficou assustado pelos preços elevados cobrados atualmente, então vai gostar das novidades anunciadas pela AOC recentemente. Em um evento realizado em São Paulo nesta quinta-feira (19), a fabricante anunciou o lançamento de seus novos produtos para fãs de jogos em computador, unindo características interessantes para quem deseja ótimo desempenho e valores mais acessíveis.
Com dois aparelhos já disponíveis nas lojas e um terceiro previsto para junho, a AOC mostrou sua linha de monitores gamer, que inclui o modelo de ponta Hero (G2460PF), o intermediário Sniper (G2460VQ6) e o de entrada Speed (G2260VQ6). Os três aparelhos foram pensados para atender a jogadores profissionais – ou que desejem se profissionalizar –, ao público casual e a pessoas que fazem uso intenso de gráficos em seus trabalhos.
Os dispositivos apresentam recursos que permitem aproveitar mais o poder de fogo dos computadores voltados para jogos. Entre essas funções estão taxas de atualização acima dos 60 Hz de monitores comuns, tempo de resposta de apenas 1 ms e suporte à tecnologia AMD FreeSync, que sincroniza o display e a placa de vídeo do PC para garantir jogatinas com imagens melhores, menos serrilhadas e sem o incômodo Screen Tearing.

Especificações técnicas do monitor AOC Speed (G2260VQ6)

  • Tamanho da tela: 21,5 polegadas
  • Tipo do painel: TN
  • Resolução: Full HD (1920x1080 pixels)
  • Proporção: 16:9
  • Taxa de atualização: até 75 Hz
  • Brilho: 250 cd/m²
  • Contraste: 1000:1
  • Contraste dinâmico: 20.000.000:1
  • Ângulo máximo de visualização: vertical de 178° e horizontal de 170°
  • Tempo de resposta: 1 ms (GTG)
  • Cores: 16,7 milhões de variações
  • Conexões: VGA / HDMI (MHL) / DisplayPort
  • Recursos: FreeSync / Flicker-free / AntiBlue Light / AOC Shadow Control / AOC Game Modes / ângulo de tela ajustável
  • Dimensões com base (L x P x A): 51,18 x 18,44 x 37,69 cm
  • Peso: 3,03 kg
  • Acessórios: inclusos cabos VGA, HDMI, DisplayPort e de energia
  • Preço: R$ 769


Especificações técnicas do monitor AOC Sniper (G2460VQ6)

  • Tamanho da tela: 24 polegadas
  • Tipo do painel: TN
  • Resolução: Full HD (1920x1080 pixels)
  • Proporção: 16:9
  • Taxa de atualização: até 75 Hz
  • Brilho: 250 cd/m²
  • Contraste: 1000:1
  • Contraste dinâmico: 80.000.000:1
  • Ângulo máximo de visualização: vertical de 178° e horizontal de 170°
  • Tempo de resposta: 1 ms (GTG)
  • Cores: 16,7 milhões de variações
  • Áudio: dois speakers de 2W embutidos
  • Conexões: VGA / HDMI (MHL) / DisplayPort / audio in e out
  • Recursos: FreeSync / Flicker-free / AntiBlue Light / AOC Shadow Control / AOC Game Modes / ângulo de tela ajustável
  • Dimensões com base (L x P x A): 56,54 x 21,93 x 41,16 cm
  • Peso: 4,27 kg
  • Acessórios: inclusos cabos VGA, HDMI, DisplayPort, áudio e de energia
  • Preço: R$ 989


Especificações técnicas do monitor AOC Hero (G2460PF)

  • Tamanho da tela: 24 polegadas
  • Tipo do painel: TN
  • Resolução: Full HD (1920x1080 pixels)
  • Proporção: 16:9
  • Taxa de atualização: até 144 Hz
  • Brilho: 350 cd/m²
  • Contraste: 1000:1
  • Contraste dinâmico: 80.000.000:1
  • Ângulo máximo de visualização: vertical de 178° e horizontal de 170°
  • Tempo de resposta: 1 ms (GTG)
  • Cores: 16,7 milhões de variações
  • Áudio: dois speakers de 2W embutidos
  • Conexões: VGA / DVI (Dual-Link) / HDMI (MHL) / DisplayPort / 4 x USB 2.0 – um com fast-charge / audio in e out
  • Recursos: FreeSync / Flicker-free / AOC Shadow Control / AOC Game Modes / base ajustável / pivô para girar a tela em até 90°
  • Dimensões com base (L x P x A): 56,54 x 24,46 x 39,36 cm – altura pode aumentar mais 13 cm com regulagem da base
  • Peso: 6,54 kg
  • Acessórios: inclusos cabos VGA, HDMI, DisplayPort, DVI, USB, áudio e de energia
  • Preço: R$ 1.649

Atendendo às necessidades dos jogadores

Um dos principais pontos de destaque dos monitores gamer da AOC é a sua taxa elevada de atualização de quadros, que chega a significativos 144 Hz no modelo Hero e a também interessantes 75 Hz no Sniper e no Speed. Esse aspecto serve para garantir que as telas serão capazes de exibir todos os frames lançados pela placa de vídeo do computador, sem o acontecimento de “saltos” entre uma imagem e outra.
Além disso, a fabricante afirma que os três aparelhos contam com um tempo de resposta de 1 ms, o que elimina rastros de movimentos rápidos (“ghosting”) e diminui ao mínimo o imput lag – o tempo entre o pressionar de um botão no teclado e o aparecimento da ação ordenada no display. Caso os PCs dos compradores usem GPUs compatíveis da AMD, o FreeSync pode ser ativado nos monitores para eliminar o Screen Tearing, evitando que a imagem seja dividida em partes desconexas.
As novidades contam com taxas de atualização maiores do que 60 Hz, tempo de resposta de 1 ms e suporte à tecnologia FreeSync da AMD
Para eliminar a fadiga visual causada pela tremulação do conteúdo exibido, as novidades também contam com a tecnologia Flicker Free, proporcionada pelo uso de uma corrente contínua de eletricidade. Por fim, os dois modelos mais baratos contam ainda com um filtro AntiBlue Light de hardware, que bloqueia fisicamente 90% da nociva luz azul da tela. Diferentemente de soluções de software, essa proteção não prejudica as cores dos games.

Menos frustrações e mais conforto

Outro destaque dos monitores gamer da AOC é o fato deles não somente contarem com uma entrada DisplayPort, mas também virem acompanhados pelo cabo – prática que não é comum na indústria, já que o acessório pode custar mais do que R$ 50. Segundo um dos representantes presentes no evento de lançamento, a decisão visa evitar a frustração de ter que voltar à loja para comprar o cabo antes de poder usar plenamente o novo aparelho.
O modelo Hero também possibilita o ajuste completo da base para que o usuário se sinta confortável em qualquer estilo de jogo que esteja utilizando. Pode-se personalizar a altura e ângulo da tela, além de girá-la para os lados sobre sua base e rodar o display em até 90°, colocando-o em modo de retrato. O Sniper e o Speed não contam com essa ergonomia, vindo de fábrica com uma base de tamanho fixo e apenas o ângulo ajustável.
O monitor gamer AOC Hero conta com um pivô que permite rotacionar a tela em até 90°
A função AOC Shadow Control permite controlar os níveis de cinza no menu do monitor para aprimorar a relação de contraste em telas escuras sem deixar o preto com aspecto “lavado”. Já a tecnologia Display Modes possibilita a emulação de sete tamanhos de tela, de 17 a 24 polegadas, para se adequar a cada jogo e evitar imagens desnecessariamente “esticadas”.
Por fim, há ainda o recurso dos “Modos de Jogo”, dando aos jogadores a possibilidade de selecionar uma entre cinco configurações para ter o melhor desempenho em tipos distintos de jogos. Confira a descrição dos Game Modes a seguir:
  • FPS: ideal para jogos de tiro em primeira pessoa, esse preset otimiza os níveis de preto e aprimora os detalhes no escuro;
  • Racing: fornece tempo de resposta mais rápido e saturação de cor elevada para jogos de corrida;
  • RTS: permite que o usuário selecione parte da tela e ajuste o brilho da imagem exclusivamente na parte destacada, facilitando a visibilidade em cantos escuros dos mapas, por exemplo;
  • Gamer 1 e Gamer 2: opções que podem ser personalizadas e salvas pelo próprio usuário, mantendo os seus estilos preferidos de imagem.
Os modelos de monitor Hero e Sniper já estão disponíveis para compra nas lojas brasileiras, contando com preços sugeridos de respectivos R$ 1.649 e R$ 989. Já a variante de entrada, Speed, está prevista para chegar em junho e custará R$ 769. Segundo a AOC, os preços baixos para produtos com esses pacotes de recursos são explicados pelo fato da fabricação estar sendo feita no território brasileiro.

Valorizando os gamers

Para comunicar a sua entrada no mercado gamer e demonstrar como leva a sério a paixão do público, a AOC também deu início a uma campanha pensada para dar voz aos amantes dos jogos. Iniciada pelo vídeo-manifesto que você pode conferir mais abaixo, a iniciativa vai contar com uma websérie mostrando um pouco da vida e do trabalho de alguns dos principais nomes dos eSports.
Os episódios devem sair quinzenalmente a partir de junho e serão focados nas atividades do gamer profissional KamiKat, do empresário Paada, do treinador MiT (os três da equipe paiN Gaming) e da youtuber Paola Buzz. O vídeo-manifesto e outras informações podem ser encontrados no site da campanha, disponível por meio deste link.



“Precisamos de ações como essa. O segmento gamer é um iceberg, porque as pessoas não têm noção do quão grande ele é. Para ter uma ideia, o campeonato de League of Legends tem mais audiência nos canais de TV do que muitos outros esportes”, afirma Paola Buzz. “O nosso maior objetivo é mostrar que este trabalho está cada vez mais profissionalizado e que existe toda uma equipe por trás dos atletas”, acrescenta KamiKat.

Via...TecMundo

Nova expansão de Destiny vai se chamar Rise of Iron [veja o pôster]


Após vender uma enormidade de cópias, a Bungie resolveu apostar a sério no Destiny. Tanto é verdade que uma nova expansão deve chegar logo aos fãs do game.
Conforme uma imagem publicada esta semana, no site Reddit, o pacote com novos conteúdos receberá o nome de Rise of Iron e deve ser lançada no mês de setembro.
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O pôster (abaixo) que vazou não revela muitas informações, mas, de acordo com fontes próximas à Bungie, o material é oficial. Esta expansão deve trazer novo sistema de raid e ser ainda maior do que os DLCs que já foram liberados.

É importante notar que este novo pacote não atrapalha a chegada de Destiny 2, que tem previsão de ser lançado em 2017. Os detalhes oficiais, incluindo trailers de Rise of Iron, devem ser mostrados durante a E3, que acontece em junho. Fique ligado aqui no TecMundo para saber o que a produtora do jogo está aprontando.

Jogo de computador vai mostrar saga de refugiados sírios para chegar na Europa

(Foto: Reprodução)
A produtora de games Inner Void Interactive anunciou que está produzindo um jogo que irá abordar a crise dos refugiados sírios na Europa. Chamado de “That Day We Left”, o título irá contar com gráficos 3D e terá a narrativa baseada nas escolhas efetuadas por jogadores durante a campanha.
Ao comandar o Rashid, protagonista do game, o jogador precisa guiar sua família em uma perigosa jornada da Síria até o continente europeu. Toda a história é baseada nas experiências reais de refugiados do país árabe que vive anos conturbados com guerras civis iniciadas na durante a Primavera Árabe.
De acordo com o estúdio que está no comando da produção, ainda não há uma data de lançamento prevista para o jogo. Sabe-se, no entanto, que ele deverá chegar para PC e Mac.  
Vale lembrar que esse não é o primeiro jogo que aborda o assunto. Em 2013, o título “Endgame: Syria” também trouxe a crise do país do Oriente Médio para o mundo dos games.

Produtora desmente boatos e diz que 'The Witcher 4' não está em produção

(Foto: Reprodução)
Boatos nas redes sociais clamavam que a série “The Witcher” iria ganhar um novo game para a atual geração de consoles. No entanto, para a tristeza dos fãs de Geralt, o rumor foi desmentido pela produtora da série, a CD Projekt Red.
Em entrevista ao site Eurogamer, o CEO da empresa Marcin Iwinski explicou que o estúdio não está investindo na produção de “The Witcher 4”. “Nós honestamente não sabemos (se haverá um novo jogo da série). Sinceramente não temos nada planejado no momento", afirmou.
Se por um lado Iwinski piora ainda mais a situação de quem gostaria de uma nova sequência do herói, já que disse que “não haverá nenhum ‘Witcher’ tão cedo”. Por outro, ele deixa claro que não descarta o desenvolvimento do título no futuro: “Como já falamos antes, nunca diga nunca”.
“The Witcher 3: Wild Hunt” está disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC. 
Via IGN
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