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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Moro proíbe gravação de audiências e causa polêmica

A decisão veio depois de um desentendimento entre o advogado de José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, e o juiz

© Reuters
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Lava Jato, proibiu que as defesas dos envolvidos no processo contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de gravarem as audiências. Segundo reportagem do jornal O Globo, essa decisão causou polêmica com os advogados.  

Um deles é o que cuida da defesa de Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula. Fernando Fernandes, em uma petição apresentada a Moro, diz que considera essa decisão arbitrária, uma vez que o artigo 367 do Código de Processo Civil autoriza que qualquer uma das partes envolvidas possa gravar uma audiência. Além disso, esse artigo garante que a gravação possa ser realizada de forma integral, "em imagem e em áudio" e que isso pode ser feito "independentemente de autorização judicial". 
A decisão veio depois de um desentendimento entre o advogado de José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, e o juiz – no caso que julga o caso do tríplex no Guarujá. A defesa do petista acusou o juiz Sérgio Moro de fazer “perguntas de um inquisidor, e não as perguntas de um juiz”.  Logo depois do fim do depoimento, vazou um áudio mostrando toda a conversa entre defesa e Moro. 

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