É necessário ter flexibilidade e não querer aparentar ser quem não é, isso não vai funcionar
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| © Divulgação |
Segundo Anna, é preciso esquecer os estereótipos e os extremos. Não há compromisso com a perfeição o tempo todo, “não somos princesas que têm a obrigação de ser perfeitas, com trajes conservadores e posturas rígidas”, diz. A elegância é algo pessoal e existem diversas formas de transmiti-la. É necessário ter flexibilidade e não querer aparentar ser quem não é, isso não vai funcionar.
O que vale é a autenticidade e uma boa dose de personalidade equilibrada e sob controle. A elegância se traduz em respeito a si mesma e na abolição de hábitos ruins e repetitivos. O importante é ser você mesma, mantendo o carisma com sofisticação. O que não significa perder a originalidade, ou seja, não é preciso seguir regras extremamente austeras e sim enfatizar e destacar as qualidades com moderação.
A instrutora ressalta que uma mulher elegante chama a atenção sem fazer alarde. Ela sabe exatamente o que vestir de acordo com a ocasião. “O cabelo está ótimo, a maquiagem é leve, o perfume é sedutor, tudo sem exageros. Ela tem postura e um sorriso confiante no rosto”.
Anna sugere brincar com um guarda-roupa de diferentes texturas, acrescentando luxo ao look. “Tecidos fluidos para alongar a silhueta, linhas limpas, simples e clássicas, cores sólidas. Escolha um atributo para mostrar de cada vez. Se resolver valorizar o decote, cubra os braços e pernas. Se decidir mostrar as pernas, opte por um decote discreto”.
Para ela, elegância é sinônimo de equilíbrio entre a sofisticação dos gestos e da aparência. Se não quiser errar no visual e na postura, use a moderação como base e esqueça os extremos.
VIA...NOTÍCIAS AO MINUTO

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