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quarta-feira, 1 de julho de 2026

Empresários atacam PEC 6x1 no Senado; sindicatos e governo defendem

Audiência pública no plenário do Senado debate a proposta

© Lula Marques/Agência Brasil.

Governo, oposição, empresários e sindicatos dos trabalhadores discutem no Senado, nesta quarta-feira (1º), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de 6x1, em audiência pública no plenário da Casa. A PEC completou mais de um mês travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

domingo, 11 de maio de 2025

Lula se reúne com empresários chineses em Pequim

Primeiro dia de visita oficial será focado em negócios

© Ricardo Stuckert / PR/Agência brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem uma agenda repleta de encontro com empresários nesta segunda-feira (12), em Pequim, onde cumpre visita oficial nos próximos dias. 

terça-feira, 17 de maio de 2022

Bolsonaro discursa aos gritos, usa palavrões e diz que eleição pode ser conturbada

Bolsonaro participou de um encontro com empresários

© Getty

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou, nesta segunda-feira (16), a relativizar os atos de raiz golpista do 7 de Setembro do ano passado, tratando-os como manifestações de liberdade de expressão, e disse que nunca irá para a cadeia.

domingo, 17 de abril de 2022

Empresariado pró-Bolsonaro reclama da alta dos juros e vê impacto negativo para reeleição

Em conversas privadas, grandes empresários avaliam que os juros baixos eram uma das poucas vantagens de Bolsonaro na Economia diante da implosão da agenda liberal, que prometia um Estado menor e menos intervenção na atividade econômica.

© Getty

JULIO WIZIACK
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Empresários que apoiaram Jair Bolsonaro (PL) reclamam, nos bastidores, que a alta dos juros reduziu o retorno financeiro dos grupos, comprometendo planos futuros de expansão.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Confiança dos comerciantes cresce, mas setor continua cauteloso

Foi a oitava taxa positiva consecutiva nesta base de comparação, segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo)

© DR
A confiança dos empresários do comércio subiu 18,6% em fevereiro deste ano, em relação ao mesmo mês do ano passado. Foi a oitava taxa positiva consecutiva nesta base de comparação, segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo). As informações são da Agência Brasil.

Na série com ajuste sazonal, o índice aumentou 1% em fevereiro deste ano na comparação com igual período de 2016, alcançando 95,5 pontos. Porém, o resultado, que ficou abaixo dos 100 pontos, mostra que os comerciantes estão "atentos às condições do mercado de trabalho e à restrição da renda das famílias", segundo a CNC.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Conheça quatro ferramentas-chave para abrir um negócio

Um bom plano de negócios, capaz de avaliar o desempenho e os riscos inerentes à atividade, são fundamentais àqueles que querem prosperar no mundo empresarial

© DR
O sucesso ou fracasso em um novo negócio pode ser determinado, muitas vezes, antes mesmo do início da atividade.

Um bom plano de negócios, capaz de avaliar o desempenho e os riscos inerentes à atividade, são fundamentais àqueles que querem prosperar no mundo empresarial.
Conheça quatro ferramentas clássicas de administração que auxiliam o gestor a tomar decisões.
Análise Swot
A mais conhecida entre as ferramentas, a análise swot consiste num quadrante, onde se elencam as forças, fraquezas, oportunidades (novos mercados) e ameaças (concorrência). Essa ferramenta promove o "autoconhecimento" da empresa, observando perspectivas internas e externas.
A partir da avaliação, é possível focar em fortalecer os diferenciais e corrigir deficiências -por exemplo, fazer convênio com um valet caso a empresa não ofereça vagas de estacionamento.
"Empreendedores costumam ser otimistas sobre o próprio negócio e esquecem de seus pontos fracos. A análise faz a empresa encarar seus problemas", afirma Yuri Cunha, professor da Business School São Paulo.
Matriz BCG
Todo administrador deve ter a capacidade de analisar os produtos oferecidos pela empresa (portfólio) e a sua rentabilidade.
Essa matriz permite qualificar os produtos por meio do cruzamento entre a geração de lucro para a empresa e quanto demanda de investimento (do custo do produto ao marketing).
A equação classifica os produtos em quatro categorias: estrelas (alta rentabilidade e custo elevado), vacas-leiteiras (alta contribuição e investimento baixo), abacaxis (baixo investimento e pouco resultado) e pontos de interrogação (investimento alto com potencial desconhecido por serem novos no mercado).
Nessa lógica, os abacaxis são produtos que devem ser descontinuados ou repensados estratégicamente; as vacas-leiteiras devem ser mantidas nesse estado, enquanto as estrelas são interessantes, devido à alta rentabilidade, mas deve reduzir o investimento necessário.
"A BCG é mais útil para as empresas que não tenham portfólios muito grandes, porque envolve muitas análises", diz Fabiano Nagamatsu, consultor do Sebrae-SP.
Business Canvas
A ferramenta permite ilustrar o modelo do negócio através de um quadro em que se respondem quatro perguntas centrais: "O que é" (o diferencial da empresa), "para quem" (clientela e canais de relacionamento), "como" (as atividades exercidas e parcerias) e "quanto" (os custos da operação e as fonte de receita).
O Business Canvas pode ser usado no estágio inicial da empresa ou para tornar mais clara a operação de companhias já existentes. "O pequeno empresário aprende na prática, mas não tem a visão ampla de um gestor", afirma André Nardy, professor da Saint Paul Escola de Negócios.
5 forças de Porter
A principal função desta ferramenta é analisar o setor em que a empresa pretende se inserir.
Como o nome diz, o estudo usa cinco fatores para ditar o posicionamento da empresa no mercado: a capacidade de negociar com fornecedores, o poder de barganha dos clientes, a rivalidade com concorrentes, produtos substitutos e a criação de barreiras para a entrada de empresas.
"Considerando essas cinco dimensões e o grau de ameaça de cada uma, o empresário analisará se vale a pena investir no setor", explica Yuri Cunha, da Business School São Paulo.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Cunha e Funaro iam juntos a encontros com o PIB em São Paulo, diz colunista

Lúcio Funaro já era conhecido como seu operador

© DR
O presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha, ao ser reeleito, surpreendeu empresários paulistanos ao levar Lúcio Funaro a um almoço em sua homenagem na casa do megainvestidor Naji Nahas. Funaro já era conhecido como seu operador, segundo a colunista Monica Bergamo.

Na ocasião, estavam presentes também Rubens Ometto, da Cosan, José Neto, da Votorantim, Benjamin Steinbruch, da CSN, e Fábio Barbosa, que estava na editora Abril.
O operador responde a processo por desacato por ter chamado um Policial Militar de "policial de merda".
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