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domingo, 17 de agosto de 2025
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
Arqueólogos descobrem gravuras rupestres de mais de 4 mil anos no PR
Chamado de Vista Alta, o sítio arqueológico é alvo de pesquisas desde 2009
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| © Divulgação / Espaço Arqueologia |
Cerca de 150 gravuras rupestres foram encontradas em um sítio arqueológico em Capitão Leônidas Marques, no sudoeste do Paraná. De acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), pesquisadores estimam que as figuras foram esculpidas em três rochas há pelo menos 4 mil anos.
domingo, 13 de novembro de 2016
Software da Unicamp detecta imagens digitais falsas
Utilizando algoritmos, os cientistas combinam diversas técnicas para apontar inconsistências nas imagens, que não são percebidas a olho nu
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| © Divulgação |
Com o avanço das tecnologias digitais, a manipulação criminosa de imagens se torna cada vez mais difícil de detectar. Mas um grupo de cientistas brasileiros tem desenvolvido nos últimos anos ferramentas e softwares capazes de desmascarar as mais sutis alterações e avaliar com precisão a legitimidade de imagens digitais.
Auxiliando as investigações da Polícia Federal desde 2013, o grupo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) integra, desde o fim de outubro, o projeto internacional Análise de Integridade Forense em Objetos Multimídia (MidFor, na sigla em inglês), que envolve sete universidades americanas e europeias. Eles já receberam US$ 10 milhões da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada em Defesa dos Estados Unidos.
Segundo o líder do grupo brasileiro, Anderson Rocha, docente da Unicamp e membro da organização internacional Instituto de Engenheiros e Eletricistas Eletrônicos, há mais de 10 anos sua equipe trabalha com ciência forense. Para detectar alterações em imagens, os pesquisadores associam ciência da computação e inteligência artificial.
Utilizando algoritmos, os cientistas combinam diversas técnicas para apontar inconsistências nas imagens, que não são percebidas a olho nu. "É fácil alterar uma imagem e inserir nela, por exemplo, uma pessoa que não estava lá. Mas é difícil tornar a iluminação da foto original compatível com a da foto montada. Com uma associação de técnicas, analisamos como a pele de uma pessoa reflete a luz - e um padrão distinto de reflexão revela imediatamente a inconsistência da foto fraudada", disse Rocha ao Estado.
O objetivo do projeto internacional, segundo Rocha, é desenvolver meios para descobrir não apenas se uma imagem foi alterada, mas exatamente como isso foi feito.
De acordo com ele, quando uma foto é divulgada na internet e diversas pessoas começam a compartilhá-la com pequenas alterações, cada nova modificação deixa vestígios. "Buscamos investigar se cada documento é autêntico ou não. Caso seja falso, fazemos seu rastreamento na web e conseguimos entender como ele evoluiu, quem criou as versões intermediárias e qual a ordem das alterações", explicou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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