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segunda-feira, 18 de maio de 2020

Serviço do Globoplay é hackeado e envia mensagens para assinantes

A comunicação da Globo confirmou que o sistema, gerenciado por uma empresa parceira, foi alvo de uma ação de cibervandalismo no sábado

© Shutterstock
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O serviço de envio de notificações do Globoplay foi hackeado no último sábado (16), e enviou uma série de notificações que dariam a entender que a plataforma de streaming da Globo havia sido invadida.Ao perceber o problema, a plataforma logo avisou seus clientes, via redes sociais, que não havia motivo para se preocuparem com seus dados pessoais, uma vez que apenas o sistema de "push" havia sido invadido.

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Google tem falha que afeta indexação de notícias

A falha foi detectada ainda na quarta-feira e até a publicação deste texto não havia sido solucionada

© iStock

O Google está com um problema para indexar conteúdo de grandes sites e portais - o "robozinho" que encontra notícias e apresenta aos usuários não está mostrando os links mais recentes. Nos testes do 'Estado', o problema afeta veículos nacionais e estrangeiros.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Falha no Twitter permitiu que empresas acessassem mensagens privadas

A empresa afirma que o erro afetou menos de 1% dos seus usuários


© Reuters / Fabrizio Bensch

O Twitter avisou usuários da plataforma nesta sexta-feira (21) que aplicativos externos podem ter acessado o conteúdo de mensagens privadas e tuítes protegidos.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Poluição também prejudica a saúde do coração

Especialista conta como os poluentes agem no sistema cardiovascular

© iStock

O pulmão não é o único órgão atingido pela poluição do ar: uma recente pesquisa realizada na Queen Mary University, de Londres, estudou 4 mil voluntários britânicos, entre 40 e 69 anos, que não possuíam histórico de doenças cardiovasculares. O resultado apontou que havia um aumento dos ventrículos entre os participantes que moraram em áreas mais poluídas. Através dessa pesquisa foi comprovado que a exposição a partículas poluentes pode resultar na alteração das estruturas do coração.

sábado, 1 de julho de 2017

Faltam profissionais em hospital no Rio de Janeiro

Deputados federais visitam Hospital Federal Cardoso Fontes

© Pixabay
Uma vistoria feita neste sábado (1º) por deputados federais do Rio de Janeiro ao Hospital Federal Cardoso Fontes constatou um quadro de falta de profissionais na unidade, disseram os parlamentares ao deixar o local. Segundo a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), havia apenas dois médicos na emergência para atender aos 28 pacientes internados e a todos que chegavam em busca de atendimento.

terça-feira, 16 de maio de 2017

7 dicas importantes sobre hérnias da parede abdominal

O problema costuma apresentar na mulher mais dificuldade de diagnóstico

© iStock
Bastante recorrentes, mas pouco divulgadas, as hérnias da parede abdominal caracterizam-se pelo abaulamento na parede da região abdominal, devido ao extravasamento de gordura da cavidade abdominal para fora da parede muscular. Com mais incidência no público masculino – 9 para cada 1 mulher -, costuma apresentar na mulher mais dificuldade de diagnóstico, retardando o seu tratamento.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Heroína trazida da África chega à Cracolândia de São Paulo

heroína disponível na Cracolândia é vendida em pequenos sacos, em pó, e é consumida em cachimbos, assim como o crack

© Marcelo Camargo/ Agência Brasil
A heroína chegou ao fluxo da Cracolândia, na Luz, região central de São Paulo. A Polícia Civil investiga um grupo de nigerianos e tanzanianos que está trazendo a substância do oeste da África e a comercializando em pequenas quantidades, que custam R$ 50 - cinco vezes mais cara que a pedra de crack.

Se antes a droga, um opióide extraído da papoula, aparecia apenas de maneira esporádica, agora basta ir ao local para encontrá-la, ainda que comercializada por poucos traficantes. A heroína disponível na Cracolândia é vendida em pequenos sacos, em pó, e é consumida em cachimbos, assim como o crack. O efeito entorpecente é mais fraco do que quando a substância é injetada, mas há maior risco de overdose.
Os principais usuários da droga não são brasileiros, mas outros africanos que moram na região central de São Paulo, principalmente nigerianos e tanzanianos. O consumo não é generalizado e não é comum encontrar usuários nas ruas, ainda dominada pelo crack.
Estado ouviu agentes de saúde que atuam no local e psiquiatras que confirmaram a presença constante da droga por meio dos relatos de usuários. De acordo com eles, a substância circula há pelo menos dez meses, mas em pequena quantidade. "Eles comercializam à noite e vem até gente de fora para comprar" diz um agente de saúde que atua no local.
A reportagem circulou pelo fluxo com auxílio do agente, que apontou parte dos locais onde há o consumo, mas não foi possível ver nenhum usuário ou traficante que tivesse a substância. "Não é todo mundo que vende, é mais raro que as outras drogas. Para achar usuário, tem que olhar nas barracas", diz.
Ao menos três dependentes químicos disseram que a droga está circulando, mas negaram consumi-la. "É coisa de gringo, custa caro", disse um deles. Um dos rapazes ofereceu heroína à reportagem, "que tem efeito que demora mais para acabar", mas afirmou que precisaria pedir a outra pessoa. Também exigia pagamento antecipado.
Crime
Agentes do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) tentam identificar o grupo de traficantes nigerianos e tanzanianos e a quantidade de droga que circula na região, mas há dificuldades.
O delegado de polícia Ruy Ferraz Fontes, diretor do Denarc, diz que a droga não fica armazenada no local, como as pedras de crack, que são facilmente vistas em pratos no meio do fluxo. "Eles têm intermediários que são procurados por quem consome e aí vão buscar a droga em outro lugar. E esses intermediários mudam, não são os mesmos", explica o delegado. "Ainda é um uso bem restrito. O forte da região é o crack, até porque a população dali não tem dinheiro para comprar a heroína, que é mais cara", explicou.
A única apreensão de heroína na Cracolândia foi feita em março do ano passado. Dois policiais atendiam a uma ocorrência de suspeita de tráfico de drogas por tanzanianos em um apartamento na Rua General Osório. Quando chegaram na porta do edifício, viram que um homem entrou no local, ficou por cerca de 15 minutos e desceu. Ao abordá-lo, verificaram que tinha uma porção do que mais tarde se confirmou, pela perícia, ser heroína. O homem disse que era usuário e havia comprado a substância de uma dupla de africanos que morava no prédio. Todos foram detidos e o usuário, liberado depois.
Embora os homens não tenham dado informações à polícia sobre a origem da droga - ela é produzida na Ásia, passa pela África e vem para o Brasil -, a suspeita é que pertenciam a nigerianos. Para Fontes, os africanos podem ter feito um acordo com o PCC, que domina o tráfico no local. "Sem autorização eles não conseguiriam vender nada." Fontes disse que o grupo atuaria na Cracolândia há mais tempo do que foi detectado pelos agentes de saúde. Segundo o ele, o bando está lá há pelo menos um ano e três meses.
Apesar das incursões feitas no fluxo, com câmeras escondidas, a heroína não é vista na "feirinha" de rua. "Sabemos que há uma rotatividade, mas em pequena quantidade", diz Fontes.
Psiquiatra admite relatos de uso; extensão da rede é desconhecida
O psiquiatra e coordenador do programa Recomeço do governo estadual, Ronaldo Laranjeira, disse que o núcleo que atua no local, o Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), tem relatos do uso da heroína, principalmente da população africana, mas ainda não se sabe a dimensão do consumo. "Não temos um diagnóstico claro da rede ou da extensão do problema", diz.
Ele diz que, embora o núcleo tenha medicação para tratar da abstinência da droga, não há evidências, por enquanto, de que a substância vá se espalhar. "Por que o ecstasy não é mais consumido que o crack, por exemplo? Porque o crack custa R$ 10 e o ecstasy, R$ 50. Essas drogas (heroína e ecstasy)têm um ciclo mais restrito".
Embora a droga não tenha se espalhado, especialistas apontam para o risco de a substância, com altas chances de overdose, ganhar mais adeptos, por causa do ambiente favorável ao consumo. "Um dos fatores de risco para o consumo de drogas é o ambiente. Essa população da Cracolândia está exposta à heroína. Não estão consumindo, mas podem consumir. Não é nem pelo prazer, mas pelo comportamento de experimentação, pela curiosidade", diz a pesquisadora do Instituto de Políticas sobre Drogas (Inpad) e professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Ana Cecília Marques.
Ela explica ainda que a substância fumada, com efeito mais fraco que a injetada, pode ter consequências ainda mais graves. "Tão rapidamente quanto outras drogas fumadas, ela chega no cérebro e já faz sua ação de droga depressora. A heroína mata mais do que cocaína."
O diretor médico do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas da USP, Anthony Wong, diz que a existência de uma comunidade de usuários de heroína, ainda que pequena, é um risco que deve ser combatido assim como o crack. "Há 20 anos ninguém sabia o que era o crack. E já se dizia: se esse negócio ficar sem controle, vai ser a maior tragédia que o Brasil verá. Hoje o crack é um dos maiores problemas de saúde pública. E com a heroína, uma das drogas que causam dependência mais rapidamente, não deve ser diferente." Wong afirma ainda que, se a substância for injetada, aumentam os riscos de doenças transmitidas com agulhas.
Droga é mais comum na Ásia, Europa e EUA
O relatório mundial sobre drogas da Organização das Nações Unidas (ONU) de 2016 aponta que os opiáceos (ópio, heroína e morfina) têm cerca de 17 milhões de usuários pelo mundo.
O número global de usuários, segundo o estudo, mudou pouco nos últimos anos, afetando 0,4% da população global de 15 a 64 anos em 2014. A concentração do uso, segundo a ONU, acontece na seguinte ordem: Ásia oriental, Ásia central, Europa e América do Norte.
Mesmo com uma queda de 38% na produção de ópio, o órgão vê baixa possibilidade de redução no consumo. O relatório destaca que houve um aumento do uso de heroína na América do Norte na última década, o que explica o aumento no número de overdoses pela droga.
Já na Europa, o consumo vem caindo. O Brasil não é citado no capítulo que fala sobre a droga - o destaque do País é em cocaína. O Irã registrou a maior quantidade de opiáceos apreendidos, respondendo por 75% da apreensão mundial em 2014. De toda a morfina apreendida no mundo, 61% vieram do país, além de 17% de toda a heroína. A Turquia aparece no relatório em segundo lugar nas apreensões de heroína, seguida pela China, Estados Unidos, Afeganistão e Rússia.
Apreensões
5,03 quilos de heroína foram apreendidos pela Polícia Federal em 2013, segundo o Mapa de Apreensão de Entorpecentes.
75% das apreensões de ópio foram registradas no Irã em 2014; País também respondeu por 17% das apreensões de heroína em todo o mundo. Com informações do Estadão Conteúdo.

sábado, 22 de outubro de 2016

iPhone 7 pega fogo e queima carro de surfista na Austrália

Rapaz teria deixado o smartphone da Apple no carro enquanto dava uma aula de surfe

© Reprodução
Um iPhone 7 pegou fogo e queimou um carro na Austrália. O dono do smartphone incendiado é o surfista Mat Jones, que, segundo o site Olhar Digital, teria deixado o telefone dentro do seu automóvel para dar uma aula de surfe. Quando voltou ao automóvel, ele encontrou o carro queimado na parte onde estava o dispositivo Apple, com fumaça preta.

Jones diz que o iPhone 7 estava em perfeito estado e que ele não usará carregador falsificado. A Apple está ciente e vai investigar o caso, mas preferiu não se pronunciar.
Vale lembrar que acidentes como esse aconteceram com a concorrente da Apple, a Samsung, que sofreu com constantes explosões do Galaxy Note 7.

sábado, 15 de outubro de 2016

Moedas "desaparecem" do mercado e comerciantes reclamam

Casa da Moeda deixou de produzir R$ 261 milhões em dinheiro de metal, somente no primeiro semestre deste ano

© Divulgação
Com o corte no orçamento, justificado pela necessidade federal de reduzir os gastos, a Casa da Moeda deixou de produzir R$ 261 milhões em moedas, somente no primeiro semestre deste ano.

O resultado é o "desaparecimento" delas no mercado, que tem levado comerciantes a pensarem em formas de amenizar o problema.
Segundo o Banco Central do Brasil, há em circulação, em média, 117 moedas por pessoa - o equivalente a cerca de R$ 30.
A escassez foi agravada, de acordo com informações do G1, a partir de 2014. 
Em um supermercado em Taubaté, segundo o gerente, Nilton Prado, são necessários, por dia, cerca de R$ 1,2 mil em moedas para o troco.
“A captação [de moedas] é difícil pela baixa na produção. Nós procuramos o pessoal de ônibus e outras lojas, fazemos a troca entre comércios. Estamos estudando aplicar um programa de incentivo ao comprador para sanar a dificuldade”, disse Prado.
Até mesmo as concessionárias que operam em rodovias concedidas, como é o caso da NovaDutra, orientam em seus painéis eletrônicos que os motoristas usem moedas no pagamento do pedágio.

domingo, 4 de setembro de 2016

Divórcio de Suzane von Richthofen envolve briga por máquinas de costura

Ao bater recorde de audiência depois de entrevista, o apresentador Gugu presenteouSuzane e Sandrão com o maquinário para que pudessem recomeçar a vida fora da prisão

©  Reprodução / TV Record
A história de amor das presidiárias Suzane von Richthofen e Sandra Ruiz, o Sandrão, acabou em divórcio litigioso. Na disputa estão três máquinas de costura industrial da marca Sansei, avaliadas em R$ 12.000. O casamento aconteceu em outubro de 2014, na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé, em outubro de 2014. Os detalhes do enlace foram acompanhados pelo Brasil inteiro, em entrevista dada a Gugu Liberato, da Tv Record. Ao bater recorde de audiência, o apresentador presenteou as moças com o maquinário para que pudessem recomeçar a vida fora da prisão.

Na cadeia, Suzane tornou-se uma das melhores profissionais do atelier de costura que funciona dentro de Tremembé, onde são fabricados os uniformes das presas e dos guardas que as vigiam do alto da muralha. Sandra era responsável pela manutenção das máquinas. Gugu mandou comprar três máquinas idênticas às usadas por elas na oficina, segundo informações da Veja.
A partir de então, as histórias se contradizem. Suzane afirma que as máquinas foram presentes para ela, não para Sandrão. Suzane vive isolada na cadeia, não recebe visitas nem do seu irmão Andreas, desde que foi acusada no crime que vitimou seus pais, mortos a pauladas. Segundo a moça, o combinado era que logo que ela começasse a sair da cadeia no regime semiaberto, pegaria as máquinas para montar o seu tão sonhado atelier de costura.
A versão de Sandra, já no regime aberto, é outra. Ela diz que Gugu deu as máquinas a ela porque foi graças ao seu empenho que a histórica entrevista ocorreu, já que Suzane não queria falar. “A produção do programa entrou em contato comigo e me pediu para convencê-la a dar a entrevista”, conta Sandrão. Ela confirmou que recebeu as máquinas, mas não quis dizer se elas estão sendo usadas. A direção do Programa do Gugu não quis se envolver no impasse.
Para tentar resolver o problema, Suzane escreveu uma carta ao noivo, o marceneiro Rogério Olberg, Suzane pediu que ele procure um advogado para reaver as máquinas o mais rápido possível. Segundo relato de companheiras de Suzane na prisão, na época que ganhou o presente, ela realmente planejava montar um negócio com a então esposa. Porém, o relacionamento desandou depois que Sandrão passou para o regime aberto. Suzane passou a namorar Olberg, com quem pretende se casar na Páscoa do ano que vem.
No feriado do Dia dos Pais, Suzane disse que, agora, é com o atual noivo que pensa em montar o pequeno negócio quando passar para o regime aberto, que pode pedir a partir de julho de 2017.
Sandrão, por sua vez, não gostou da novidade e afirmou que se sentiu “ludibriada” pela ex, pois acreditava que elas ficariam juntas quando Suzane começasse a sair da cadeia.
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