Kara-Murza nega todas as acusações contra ele, que incluem "alta traição", prestação de serviços para organização ilegal e divulgação de informações falsas sobre o Exército russo
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um tribunal de Moscou condenou nesta segunda-feira (17) o ativista Vladimir Kara-Murza, 41, a 25 anos de prisão. Opositor de Vladimir Putin, ele era uma das poucas vozes críticas ao Kremlin que não estava preso ou exilado -sua pena é, porém, a maior dada a um dissidente do governo desde o início da Guerra da Ucrânia.




