Governo cita conflito no Oriente Médio e bloqueio do Estreito de Ormuz como fatores de risco e recomenda que passageiros acompanhem a situação; autoridades dizem que não há ameaça imediata de racionamento no curto prazo.
| Imagem de Roland Mey por Pixabay |
O governo recomenda que passageiros, especialmente em voos internacionais fora da Europa, acompanhem a situação e verifiquem a cobertura dos seguros de viagem.
O alerta tem como base uma análise da Agência Sueca de Energia, que, no entanto, não vê risco imediato de racionamento. “No pior cenário, poderia haver racionamento, mas isso está distante. Não é algo para agora”, disse a diretora do órgão, Caroline Asserup.
Segundo ela, o abastecimento de gasolina e diesel na Suécia não está ameaçado, nem no curto nem no longo prazo. “A Suécia e os países nórdicos têm ampla capacidade de refino e utilizam principalmente petróleo do Mar do Norte”, afirmou, classificando como “baixo” o risco de racionamento desses combustíveis.
Ebba Busch destacou que, mesmo com um eventual acordo de paz, a normalização da oferta global de petróleo e gás levaria tempo. Como exemplo, citou a situação na Itália, onde alguns aeroportos já precisaram priorizar determinados voos por falta de combustível.
O primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, afirmou que, embora a crise energética seja global, seus impactos na Europa são menores, e ainda mais reduzidos na Suécia.
Na semana passada, o governo já havia sinalizado que não descarta adotar medidas para reduzir o consumo de energia ou racionar combustíveis caso o conflito no Irã se prolongue, embora ressalte que essa possibilidade não é considerada no curto prazo.
VIA… NOTÍCIAS AO MINUTO
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