Crime ocorreu dentro de imóvel em São José, na região metropolitana de Florianópolis. Segundo a Polícia Militar, o suspeito tem 28 anos e foi preso em flagrante
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| © Reprodução |
Suspeito usou um extintor para arrombar e invadir o apartamento de Nilseia Aparecida de Carvalho da Luz na noite do sábado (27). Dentro do imóvel, o homem a "agrediu violentamente" com um objeto não identificado e fugiu em seguida. As informações foram repassadas pela Polícia Militar de Santa Catarina.
Policiais foram acionados por vizinhos. No local, os agentes encontraram a mulher desacordada dentro do apartamento, "com múltiplas lesões na face e em meio a grande quantidade de sangue", conforme consta no boletim de ocorrência registrado pelos agentes.
Samu foi acionado e socorreu a mulher ainda com vida. Ela foi encaminhada para o Hospital Regional de São José em estado grave, mas não resistiu e a morte foi confirmada na madrugada do domingo (28).
Agressor foi localizado e preso em flagrante. Ao ser detido, o suspeito "desobedeceu às ordens de abordagem, sendo necessária a utilização progressiva da força para sua contenção", informou a PM catarinense.
Suspeito já possui passagem policial por danos, lesão corporal e ameaça. Ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de São José, que dará continuidade às investigações. Como o homem não teve o nome divulgado, não foi possível localizar sua defesa para pedir posicionamento. O espaço segue aberto para manifestação.
EM CASO DE VIOLÊNCIA, DENUNCIE
Denúncias podem ser feitas pelo telefone 180, da Central de Atendimento à Mulher, que funciona 24 horas por dia, inclusive no exterior. A ligação é gratuita.
O serviço recebe denúncias, oferece orientação especializada e encaminha vítimas para serviços de proteção e atendimento psicológico.
Também é possível entrar em contato pelo WhatsApp (61) 99656-5008.
As denúncias também podem ser feitas pelo Disque 100, canal voltado a violações de direitos humanos.
Há ainda o aplicativo Direitos Humanos Brasil e a página da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH).
Caso esteja em situação de risco, a vítima pode solicitar medidas protetivas de urgência, previstas na Lei Maria da Penha.
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