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domingo, 4 de janeiro de 2026

Longevidade. As pequenas mudanças que vão dar-lhe anos de vida

Um especialista em longevidade revelou algumas mudanças de hábitos no dia a dia que vão fazer toda a diferença. Marcos Apud escreveu um livro sobre o tema e explica como algumas alterações podem ser fundamentais.

 Daniel Reche por Pixabay
Se você quer viver mais anos, é importante cuidar da sua saúde. Existem alguns hábitos que podem fazer toda a diferença e contribuir para o aumento da longevidade. Um especialista na área revelou o que pode ser mudado no dia a dia.

Marcos Apud, que já escreveu um livro sobre o tema, compartilhou com o agregador de blogs HuffPost algumas mudanças que podem ser fundamentais.

“É preciso modificar hábitos ligados aos nossos pilares fundamentais de bem-estar, como sono, alimentação, atividade física, gestão do estresse, suplementação, conexão com a natureza e higiene eletromagnética”, afirma o especialista.

“Usamos o corpo como um laboratório pessoal, medindo como diferentes mudanças na dieta, na exposição à luz solar, no treinamento, na suplementação ou no sono impactam a nossa biologia”, completa.

Pequenas mudanças, grandes diferenças

Uma das estratégias apontadas está relacionada ao jejum. “Ele traz benefícios físicos, mentais e emocionais e pode ser aplicado em qualquer fase da vida. Seu impacto é sistêmico, beneficiando o corpo, a mente e a alma.”

O cérebro também tem um papel fundamental na longevidade. Para melhorá-lo, o especialista explica que uma dieta anti-inflamatória é a mais indicada. “A prática sistemática do jejum, assim como o treino de força, não apenas melhora a condição física, como também está relacionada à prevenção da perda de massa cerebral associada ao envelhecimento.”

Ele acrescenta ainda que “é essencial exercitar a memória visual e auditiva e expandir o vocabulário aprendendo novas palavras”, tudo isso para ajudar a prevenir sintomas de doenças neurodegenerativas como demência, Parkinson e Alzheimer.

O que fazer todos os dias para melhorar a saúde do cérebro
Segundo a Universidade de Melbourne, na Austrália, citada pelo site BestLife, “as doenças que afetam o cérebro e o sistema nervoso causam mais mortes e problemas de saúde em nível mundial do que as doenças cardiovasculares e os cânceres”. Fazer mudanças nos hábitos pode ajudar a reduzir significativamente esse risco.

Quer um exemplo?

Joyce Gomes-Osman, personal trainer, destaca a importância de praticar cerca de 30 minutos de exercício por dia. A atividade física “mantém e melhora a saúde do corpo, expandindo os pulmões, acelerando a circulação e promovendo o crescimento dos músculos e dos ossos”.

Além disso, “o exercício pode contribuir para o crescimento do cérebro e para o desenvolvimento equilibrado das funções mentais”, acrescenta.

Também é importante mencionar que alguns estudos já demonstraram que “pessoas que praticam atividade física regularmente podem ter até 20% menos chances de desenvolver demência do que aquelas que não se exercitam com frequência”, segundo o site da Alzheimer’s Society.

Aaron Bonner-Jackson, neuropsicólogo, explica ainda que o exercício regular pode ter um impacto positivo no hipocampo, “uma área do cérebro muito importante para a memória”, além de ajudar a reduzir e controlar o estresse e seus efeitos negativos.

VIA… NOTÍCIAS AO MINUTO  

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