Dino defendeu que as investigações contra os golpistas que participaram da invasão dos prédios e contra os financiadores e organizadores dos atos precisam ser levadas adiante não por vingança, mas porque a "lei manda".
"Não queremos um País conflagrado. O presidente Lula deseja um País em paz. Mas paz não significa se curvar a uma lógica do vale-tudo, não significa aceitar a lógica do mais forte", declarou o ministro. Dino defendeu que as investigações contra os golpistas que participaram da invasão dos prédios e contra os financiadores e organizadores dos atos precisam ser levadas adiante não por vingança, mas porque a "lei manda". "Esses mesmos terroristas agora querem deixar regiões brasileiras sem energia elétrica", emendou.
Dino disse que a intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal, decretada por Lula e aprovada pelo Congresso Nacional, não foi uma ação contra as corporações de segurança, mas de apoio. "Pelo amor de Deus, acabou a eleição de 2022, entendam definitivamente isto", declarou o ministro, em referência aos golpistas. "Haverá uma nova eleição daqui a quatro anos. Nós, os vencedores de 2022, se perdermos em 2026, vamos respeitar democraticamente o resultado."
Flávio Dino estava acompanhado do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do interventor federal na segurança pública do DF, Ricardo Cappelli.
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