Segundo Rui Costa, as listas poderiam expressar "interesses corporativos" que, segundo ele, "capturam" o Estado
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| © Getty |
"A mensagem que ele (Lula) quer passar é ao fim, ao cabo, escolher conforme a convicção, o que não significa que ele não vá ouvir muitas pessoas, assistir ao debate público sobre nomes, ouvir diversos interlocutores para formar sua opinião", disse o ministro em entrevista à GloboNews. Segundo ele, no entanto, a mensagem do presidente é que, ao fim, sua decisão será tomada pela "sua sensibilidade".
Costa também destacou que, apesar de ser tradição, a lista tríplice não é uma determinação legal. "O presidente da República tem que se obrigar a cumprir a lei", pontuou.
Segundo o ministro, o interesse público tem que ser a linha para definição de nomes, ao afirmar que outras indicações "nem sempre se alinham com o interesse da sociedade".
"No Brasil se criou essa figura de que as corporações passam a ter um peso grande sobre o Estado brasileiro. Eu digo normalmente que houve uma captura do Estado brasileiro pelas corporações, isso não é bom", disse.
Aras
Costa se esquivou de responder se a indicação de Augusto Aras, que também foi feita ignorando a lista tríplice, atendia aos interesses da sociedade. "Eu poderia responder essa pergunta com outra, os ex-procuradores que permitiram a Lava Jato ... contribuíram com o povo brasileiro? Contribuíram com a sociedade?", disse, acrescentando que escolher dentro ou fora da lista não é sinônimo de boa escolha.
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