A abertura da investigação se deu após requisição do Ministério da Justiça e Segurança Pública
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| © Getty Images |
A PF ainda disse que as informações obtidas pela Abin nesse monitoramento só podem ser acessadas, segundo a lei, por polícias judiciárias, mediante autorização judicial.
Segundo reportagem do jornal O Globo, durante os três primeiros anos do governo Bolsonaro, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) teria usado, sem qualquer protocolo oficial, uma ferramenta chamada "FirstMile" para monitorar os passos de até 10 mil proprietários de celulares a cada 12 meses.
O monitoramento era possível em aparelhos que usam as redes 2G, 3G e 4G. Para localizar um indivíduo, bastava digitar o número do seu contato telefônico no programa e acompanhar em um mapa a última localização.
Desenvolvido pela empresa israelense Cognyte (ex-Verint), o "FirstMile'"se baseia em torres de telecomunicações instaladas em diferentes regiões para captar os dados de cada aparelho telefônico e, então, devolver o histórico de descolamento do dono do celular. De acordo com a reportagem, era possível ainda criar alertas em tempo real para determinado tipo de movimentação.
VIA...NOTÍCIAS AO MINUTO

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