Canadense de 33 anos foi preso no Panamá e extraditado para os Estados Unidos após ser acusado de fraude eletrônica. Segundo a Justiça, ele usou crachá falso e se passou por piloto para viajar de graça por cerca de quatro anos em companhias aéreas norte-americanas, sem ter licença para voar.
Um ex-comissário de bordo canadense é acusado de ter se passado por tripulante ativo e até por piloto para conseguir viajar gratuitamente em companhias aéreas dos Estados Unidos durante anos.
© Pixabay
Dallas Pokornik, de 33 anos, foi preso no Panamá e extraditado para os EUA após ser formalmente acusado de fraude eletrônica em outubro do ano passado, informou o Distrito do Havaí do Departamento de Justiça norte-americano em comunicado divulgado nesta terça-feira.
Natural de Toronto, no Canadá, Pokornik trabalhou como comissário de bordo de uma companhia aérea canadense entre 2017 e 2019. Segundo as autoridades, após deixar a função, ele passou a afirmar falsamente que era piloto e utilizou um cartão de identificação funcional falso para obter centenas de voos gratuitos ao longo de cerca de quatro anos.
De acordo com a acusação, durante o esquema fraudulento, o canadense chegou a solicitar assentos extras na cabine de comando, alegando exercer a função de piloto, apesar de não possuir qualquer licença ou autorização para pilotar aeronaves.
As companhias aéreas lesadas não foram oficialmente identificadas no processo, mas a acusação cita empresas com sedes em Honolulu, Chicago e Fort Worth. Procuradas, companhias aéreas mencionadas pela imprensa norte-americana não responderam aos pedidos de esclarecimento.
Pokornik se declarou inocente nesta terça-feira, mas um juiz federal determinou que ele permaneça sob custódia. Se for condenado, poderá pegar até 20 anos de prisão, além de multa que pode chegar a 250 mil dólares e cumprimento de período de liberdade condicional.
VIA… AGÊNCIA BRASIL
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