O crime era praticado há pelo menos cinco anos. Segundo a Polícia Civil, o esquema foi descoberto após uma denúncia de uma médica, que teve seus dados usados para criar atestados falsos em 2024. As investigações levaram à prisão do criminoso, que atuava na Rocinha, Zona Sul.
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| © Reprodução/TV Anhanguera |
O crime era praticado há pelo menos cinco anos. Segundo a Polícia Civil, o esquema foi descoberto após uma denúncia de uma médica, que teve seus dados usados para criar atestados falsos em 2024. As investigações levaram à prisão do criminoso, que atuava na Rocinha, Zona Sul.
Atestados variavam de R$ 25 -para um dia de afastamento- até R$ 75 -para cinco dias. Era possível escolher o motivo da falta e a quantidade de dias. Além disso, os criminosos falsificavam receitas e carimbos de hospitais públicos e privados, sem que os "pacientes" passassem por consultas médicas.
A polícia encontrou mensagens trocadas entre os envolvidos, confirmando a fraude. Um dos documentos falsificados, por exemplo, era idêntico a um atestado oficial da prefeitura do Rio, com dados de um hospital da Zona Sul.
O suspeito, que "herdou" a atividade criminosa do pai após a morte dele, foi identificado e intimado a prestar depoimento na delegacia. O homem confessou o crime e revelou que usava talonários de atestados deixados pelo pai. Em sua residência, foram encontrados diversos carimbos falsificados. Após a confissão, ele foi preso preventivamente.
Até o momento não há indícios de envolvimento dos hospitais na falsificação. O homem detido não teve a identidade revelada pela polícia, por isso, não foi possível localizar a defesa. O espaço fica aberto para manifestações.
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