Muitas das táticas anteriormente criadas pelos indianos –como os grupos de WhatsApp para disseminar desinformação eleitoral, aplicativos de candidatos que coletam dados dos eleitores e segmentação de mensagens– depois foram usadas em eleições em países como o Brasil e os Estados Unidos.
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PATRÍCIA CAMPOS MELLO
NOVA DÉLI, ÍNDIA (FOLHAPRESS) - Anunciantes-fantasma e de aluguel, deep fakes, premiação de youtubers governistas e armação de debates com falsos eleitores comuns. A campanha suja na Índia serve de alerta para estratégias que podem ser replicadas em outros países.
