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sábado, 7 de janeiro de 2017

Explosão de carro-bomba na Síria deixa mortos perto da fronteira

A explosão, ocorrida em frente aos tribunais da cidade de Azaz, deixou também dezenas de feridos

© Folhapress
Ao menos 19 pessoas morreram no sábado (7) devido à explosão de um carro-bomba em Azaz, cidade controlada por rebeldes no norte da Síria, segundo o OSDH (Observatório Sírio de Direitos Humanos).

A explosão, ocorrida em frente aos tribunais da cidade, deixou também dezenas de feridos.
Azaz fica perto da fronteira com a Turquia e integra a província de Aleppo. A cidade foi alvo de vários ataques e ofensivas do Estado Islâmico, que tenta tomar o controle do local.
O último ataque à cidade foi em 17 de novembro, contra a sede do grupo rebelde Nureddin Zinki. Na ocasião, dez morreram, segundo o OSDH.
Um cessar-fogo está em vigor na Síria desde o fim de dezembro reduziu a violência no país, mas ainda há registros de conflitos em algumas áreas. O acordo foi mediado pela Rússia e pela Turquia.
CONFLITO
O confronto sírio foi iniciado em março de 2011 após protestos pacíficos serem escalados pela violência do regime e da oposição armada.
Não há uma estimativa oficial de vítimas, mas supõe-se que quase 500 mil pessoas tenham sido mortas. Cerca de 11 milhões foram deslocados e 1 milhão de sírios pediram asilo na Europa, 300 mil deles apenas dentro da Alemanha.
Turquia e Rússia têm defendido, nos últimos anos, posições opostas. Ancara exige a saída do ditador Bashar Al-Assad, enquanto Moscou defende o líder, seu principal aliado na região. A Rússia tem uma importante base naval na Síria. Com informações da Folhapress.

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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Rússia prepara ataque em grande escala na Síria

Ação pode atingir uma área ocupada por mais de 275 mil civis

© REUTERS/Ammar Abdullah
A Rússia deve promover um ataque militar em grande escala na cidade de Aleppo, na Síria, ainda essa semana, de acordo com o jornal The Sun.

Putin pretende usar as eleições presidenciais em Washington para assegurar a vitória de seu aliado Bashar Al-Assad.
O ataque pode atingir uma área ocupada por mais de 275 mil civis, entre eles crianças, na parte leste da cidade, dominada pelos rebeldes.
Michael Clarke, ex-diretor do Royal United Services Institute, prevê que o ataque à cidade se compare ao cerco feito à capital chechena, Grozny, no fim dos anos 90, durante a invasão russa na região.

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domingo, 30 de outubro de 2016

Times denuncia presença de 3 submarinos russos no Mediterrâneo

O lado russo respondeu que não há razão para preocupação, pois os navios nacionais sempre estiveram presentes no mar Mediterrâneo

© Reuters
Três submarinos se juntaram ao porta-aviões e ao grupo naval russo no mar Mediterrâneo, informou a edição Sunday Times, citando as fontes anônimas da Marinha do Reino Unido e da OTAN.

Segundo a publicação, se trata de dois submarinos nucleares do projeto 971 Shuka-B (Akula) e de um outro diesel-elétrico do projeto 877 Paltus. Na semana passada, a frota britânica registrou sua passagem no mar Mediterrâneo.
Os interlocutores do Sunday Times pressupõem que os submarinos possam ser equipados com mísseis Kalibr para atacar alvos na Síria.
Anteriormente, o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, disse que a aliança está preocupada com a campanha do grupo naval russo da Frota do Norte no Mediterrâneo, que inclui um porta-aviões. Na opinião dele, os navios podem ser usados para bombardear Aleppo. O lado russo respondeu que não há razão para preocupação, pois os navios russos sempre estiveram presentes no mar Mediterrâneo.
O grupo naval, que começou a sua campanha em 15 de outubro, é composto pelo porta-aviões Admiral Kuznetsov, o cruzador Pyotr Veliky, os navios antissubmarino Severomorsk e Vitse-Admiral Kulakov e navios de abastecimento. (Sputnik Brasil)

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Terroristas usam armas químicas em ataques na Síria

Segundo os médicos, pelo menos 15 pessoas morreram e mais de 150 ficaram feridas na sequência do ataque dos radicais

© Reuters
Terroristas atacaram as posições do exército sírio no sudoeste de Aleppo usando foguetes com gás tóxico, disse uma fonte na milícia à RIA Novosti.

"Os militantes dispararam contra nós e contra os militares foguetes caseiros com gás tóxico perto da academia militar Asad. É difícil dizer que produto químico foi utilizado", disse a fonte.
Os terroristas da Frente Al-Nusra e alguns grupos rebeldes sírios lançaram uma ofensiva no sudoeste de Aleppo na sexta-feira (28). As unidades do exército sírio conseguiram retomar suas posições no bairro 1070 durante a noite. Segundo os médicos, pelo menos 15 pessoas morreram e mais de 150 ficaram feridas na sequência do ataque dos radicais.
No sábado, os militantes realizaram ataques em Aleppo contra a academia militar Asad e o bairro Bustan az-Zakhra. De acordo com dados da milícia, os militantes podem em breve lançar uma ofensiva no noroeste de Aleppo, perto da Estrada Castello.
Com informações do Sputnik Brasil.

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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Médico em Londres 'opera' via Skype paciente na Síria

Britânico usa programa para orientar cirurgiões a realizar procedimento de reconstrução de mandíbula

© Reprodução / BBC

De Londres, o médico britânico David Nott conduziu uma complexa cirurgia de reconstrução da mandíbula de um paciente em estado crítico na conflagrada cidade de Aleppo, na Síria.

Mouhammad foi ferido gravemente pela explosão de uma bomba em uma das regiões mais voláteis da guerra civil síria, que se arrasta há cinco anos, informa o G1.
Nott utilizou o Skype para orientar médicos que ele mesmo havia treinado anteriormente durante uma visita ao país. Os cirurgiões, no entanto, nunca haviam realizado procedimento semelhante por conta própria.
"Tanto médicos quanto pacientes correm muito risco na Síria, porque hospitais são alvos preferenciais (de ataques)", disse David Nott à BBC.
De acordo com o britânico, mais de 700 médicos morreram no norte da Síria desde 2011.

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sábado, 6 de agosto de 2016

Crianças sírias queimam pneus para tentam evitar os ataques aéreos

A cidade de Aleppo tem sido bastante fustigada com ataques.

© DR
As crianças da cidade de Aleppo desenvolveram o seu próprio mecanismo de defesa contra ataques aéreos.

Conta a agência de notícias Reuters que os jovens têm vindo a queimar pneus com o objetivo de envolver a cidade numa nuvem de fumo tão densa e escura que não permita aos pilotos dos aviões verem qual o objetivo a abater.
Assim, as crianças dizem impedir que a cidade seja bombardeada.
Mais do que impedir os bombardeios, o que elas realmente pretendem é fugir da morte, uma realidade com a qual são obrigadas a viver todos os dias.
Contudo, esta mesma estratégia ajuda os rebeldes a terem acesso a rotas de abastecimento e a escapar aos ataques das forças governamentais que contam com o apoio da Rússia, tal como explica o jornalista Rami Jarrah.

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