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quinta-feira, 5 de março de 2026

Caixa: carteira de crédito chegará a R$ 1,5 trilhão neste ano

Presidente do banco diz que valor será comemorado no semestre

© José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

A carteira de crédito da Caixa Econômica Federal deve atingir R$ 1,5 trilhão neste ano, o que deve ocorrer ainda no primeiro semestre deste ano, estimou hoje (05) o presidente da Caixa, Carlos Vieira, em entrevista coletiva realizada na capital paulista.

segunda-feira, 30 de setembro de 2024

Caixa Econômica realiza leilão de imóveis com até 95% de desconto

Para participar dos leilões, é necessário realizar um cadastro prévio no site do leiloeiro. O acesso aos imóveis está aberto a todos os interessados, e a oportunidade de adquirir propriedades com descontos substanciais pode atrair tanto investidores quanto compradores de primeira viagem

Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Durante o mês de outubro, a Caixa Econômica Federal realizará uma série de leilões que colocarão cerca de 2 mil imóveis à disposição do público. As propriedades, localizadas em diversos estados do Brasil, estão sendo oferecidas com descontos que podem atingir 95% do valor de avaliação, tornando-se uma oportunidade atrativa para quem busca adquirir um imóvel com preço reduzido.

sábado, 21 de setembro de 2024

Caixa Econômica vai leiloar mais de 500 imóveis

Lances poderão ser feitos até o dia 30 deste mês

©Tomaz Silva/Agência Brasil

Mais de 500 imóveis, entre casas, apartamentos e terrenos serão leiloados pela Caixa Econômica Federal (CEF). Os lances podem ser feitos até o dia 30 deste mês. Os bens estão localizados em 21 estados brasileiros (AL, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MT, PA, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RO, RR, SC, SE e SP) e alguns lotes permitem o uso do FGTS e financiamento. O pregão é público e será realizado na modalidade eletrônica por meio do site do leiloeiro Helcio Kronberg https://kronbergleiloes.com.br/.

quinta-feira, 15 de junho de 2023

Caixa libera abono salarial para nascidos em setembro e outubro

Neste lote, 4.275.568 trabalhadores receberão R$ 4,34 bilhões. Desse total, 3.737.150 têm direito ao PIS; e 538.418, ao Pasep


Para servidores públicos, militares e empregados de estatais, inscritos no Pasep, a liberação ocorre pelo Banco do Brasil, nas mesmas datas do PIS. Nos dois casos, no PIS e no Pasep, o dinheiro estará disponível até 28 de dezembro. Após esse prazo, os recursos voltam para o caixa do governo.

sábado, 24 de agosto de 2019

Presidente da Caixa defende expansão do crédito imobiliário

O projeto, lançado essa semana, foi duramente criticado

© Agência Brasil / Valter Campanato

Um dos projetos mais ambiciosos da Caixa Econômica Federal para expandir o crédito imobiliário sofreu um bombardeio de críticas de diversas frentes, ao ser lançado esta semana. O banco federal anunciou que quem pega dinheiro emprestado para comprar a casa própria pode agora escolher entre dois indicadores para corrigir seu empréstimo: a já praticada Taxa Referencial (TR) e o índice de inflação IPCA.

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Contratação de novas unidades do Minha Casa Minha Vida é suspensa

A Caixa suspendeu a contratação da faixa 1,5 por falta de recursos para o programa

© Clauber Cleber Caetano / PR
A Caixa suspendeu a contratação de novas unidades do programa Minha Casa Minha Vida da faixa 1,5 por falta de recursos para o programa. Nessa faixa, na qual se enquadram famílias com renda de até R$ 2.600,00 por mês, o governo banca uma parcela de até R$ 47,5 mil do valor do imóvel. É esse dinheiro, destinado ao pagamento do subsídio, que acabou.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Suspeitos explodem caixas eletrônicos e metralham sede da PM no PR

Os disparos foram efetuados com o objetivo de evitar a saída dos PMs do local para atender a ocorrência

© Pilar Olivares / Reuters
Uma ação criminosa foi registrada na madrugada desta sexta-feira (2), em Palmeira, nos Campos Gerais do Paraná. Além de explodirem três caixas eletrônicos, bandidos dispararam com metralhadoras contra policiais militares que estavam na sede da corporação.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Trabalhadores receberão até o final de agosto parte do lucro do FGTS

Com isso, a rentabilidade das 245,7 milhões de contas chegará a 7,14%
© Tomaz Silva/Agência Brasil

Até o fim de agosto, a Caixa Econômica Federal (Caixa) vai creditar R$ 7,8 bilhões nas contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de 88 milhões de trabalhadores, como distribuição dos resultados do fundo. Com isso, a rentabilidade das 245,7 milhões de contas chegará a 7,14%.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

O que acontece com dinheiro não sacado das contas inativas do FGTS?

Saiba quais as condições para sacar de acordo com a regra geral do FGTS

© REUTERS/Pilar Olivares
Quase 5 milhões de trabalhadores ainda não sacaram os valores das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pela Lei 13.446/2017. O prazo encerra no dia 31 de julho, segunda-feira, e não será prorrogado. Os créditos que não forem retirados neste período permanecem nas contas do Fundo de seus titulares, que poderão sacar conforme as regras previstas na Lei 8.036/1990.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Trabalhadores poderão receber contas inativas do FGTS fora do prazo

A opção só será possível para aqueles que tiverem problemas que dependam exclusivamente da Caixa Econômica Federal

© Reuters
Com prazo final no dia 31 de julho, os trabalhadores que não conseguirem tirar dinheiro das contas inativas do FGTS poderão receber após a data limite.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Uso do FGTS em consignados deve reduzir a taxa de juros

Tendência é de que percentual caia, motivado pela concorrência. Normas para a utilização estão sendo elaboradas pela Caixa

© DR
O uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) em operações de crédito consignado deve estimular a redução das taxas de juros nesse tipo de operação, afirmou o secretário-executivo do Conselho Curador do FGTS, Bolivar Moura Neto. As normas para a utilização estão sendo elaboradas pela Caixa Econômica Federal.

Pelas regras, os empréstimos podem ser feitos em até 48 meses, com taxa máxima de juros de 3,5% ao mês, percentual até 50% menor do que o de outras operações de crédito disponíveis no mercado, como os empréstimos pessoais. De acordo com o Portal Brasil, a tendência é de que esse percentual caia, motivado pela concorrência e pelas negociações intermediadas por sindicatos, disse Bolivar.
“A gente imagina que a própria taxa média vai cair. Hoje ela tem uma tendência de alta”, afirmou o secretário-executivo. “Isso deve ajudar a reduzir as taxas de juros. Hoje, sem consignação, as taxas são de 6%, 7% ao mês”, disse.
Para o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, que também preside o Conselho Curador do FGTS, a medida é “um avanço importante para os trabalhadores”, porque ajuda quem precisa de recursos em um momento de crise e dá garantias aos bancos, o que favorece a redução das taxas de juros. “O trabalhador se beneficia de taxas mais baixas de juros”, lembra. 
A medida
O uso do FGTS como garantia em operações de crédito consignado foi aprovado pelo Senado em julho do ano passado, por unanimidade. A medida prevê que os trabalhadores podem usar até 10% dos saldos das contas e a totalidade da multa de 40% em caso de demissão sem justa causa como garantia para as operações.
Atualmente, trabalhadores da iniciativa privada respondem por R$ 18 bilhões contratados em consignados. Por mês, são emprestados cerca de R$ 600 milhões nesse tipo de operação. Com o uso do FGTS como garantia para as operações, esse volume pode crescer.
Regras
Em caso de demissão sem justa causa de trabalhador com empréstimo consignado usado em garantia, a Caixa vai reter o saldo devido ao banco contratante até o limite dos 10% do depositado no FGTS e 100% da multa.
Não há retenção no uso do saldo nos demais casos previstos para o saque do FGTS: compra da casa própria ou tratamentos de saúde especificados em lei.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Representantes de fundos de pensão comemoram operação Greenfield

Segundo os funcionários, havia "uma verdadeira 'sangria' na Funcef

© Reuters
Um grupo de funcionários eleitos representantes na Funcef, o fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal, comemorou o resultado da Operação Greenfield, deflagrada nesta segunda-feira (5).

Segundo os funcionários, havia "uma verdadeira 'sangria' na Funcef, em razão de uma série de investimentos que traziam fortes elementos de temeridade ao seu patrimônio".
Em carta aberta divulgada na noite desta segunda-feira, o grupo apontou uma "nítida avidez de uma coalizão político empresarial que se julgava 'dona do cofre'", em meio a um "volume inédito de recursos que foram canalizados para essa destinação, especialmente aqueles abrigados sob a inofensiva denominação de 'investimentos estruturados'".
Por meio de outra carta enviada em junho passado aos parlamentares federais, representantes de seis fundos de pensão (Funcef, Previ, Petros, Postalis, Real Grandeza e Fapes), que se identificam como um "grupo independente em defesa dos fundos de pensão", pediu mudanças na legislação a fim de proibir pessoas que tenham exercido "atividades político-partidárias" de ocupar cargos de diretoria e conselhos, a fim de reduzir influência política na decisão sobre investimentos.
O sistema de fundos de investimento, principal alvo da investigação da Greenfield, funciona da seguinte forma: uma empresa interessada em captar dinheiro para ampliação de suas atividades organiza um FIP (Fundo de Investimento em Participações), lançando-o em Bolsa de valores; o FIP vende papéis, debêntures por exemplo, emitidas pelas empresas interessadas nos investimentos; uma vez criado o FIP, a empresa busca os recursos dos fundos de pensão para se tornarem parceiros nos FIPs.
Segundo os investigadores da Greenfield, os preços dos papéis vendidos nos FIPs eram "superfaturados" e o dinheiro era liberado pelos fundos de pensão sem as garantias e os cuidados necessários recomendados por estudos técnicos. Para os investigadores, há suspeita de influência política sobre essas decisões de investimento de pelo menos oito casos de FIPs, que teriam levado os fundos a um prejuízo de R$ 8 bilhões.
Segundo o grupo de representantes eleitos na Funcef, desde o ressurgimento do FIP como instrumento de financiamento, por volta de 2003, os principais fundos de pensão brasileiros "investiram cerca de R$ 17,5 bilhões nesse segmento", dos quais R$ 6,2 bilhões pela Funcef, R$ 5,8 bilhões pela Petros (Petrobras) e R$ 1,3 bilhão para Postalis (Correios).
Apenas no tocante à Funcef, segundo os representantes eleitos, houve apoio financeiro a "50 FIPs diferentes que envolvem mais de 180 empresas/empreendimentos, dos quais nove FIPs foram objetos da operação" policial.
Um dos representantes do grupo de representantes da Funcef, auditor da Caixa Econômica por 15 anos e diretor eleito de administração da Funcef desde 2014, Antonio Augusto de Miranda e Souza, disse à reportagem que a Greenfield "vai ressuscitar o tema sobre a gestão dos fundos de pensão". Ele defende que os fundos devem buscar "governança, transparência e atuar por uma menor exposição a negócios de risco".
"As assembleias gerais de participantes, por exemplo, devem ser algo obrigatório, e não são", disse Souza.
A partir de 2014, um grupo de representantes eleitos que se define como "Fórum Independente em Defesa dos Fundos de Pensão", passou a concentrar representantes dos principais fundos em busca de mudanças na gestão. Em junho passado, o grupo enviou aos parlamentares federais uma carta em que pedem alterações em um projeto de lei complementar que está em tramitação na Câmara dos Deputados.
Uma das sugestões é a redução da alçada decisória da Diretoria Executiva para apenas 0,5% dos recursos "em decisões sobre investimentos, exigindo a aprovação também pelo Conselho Deliberativo nas situações em que o valor supere esse limite".
A proposta também "torna obrigatória a existência de portais de transparência" na internet, extingue "o instituto do voto de qualidade (voto de minerva), exigindo a maior absoluta para aprovação de matérias nos conselhos e diretoria executiva" e também "preserva o instituto da paridade de gestão nos conselhos deliberativo e fiscal, e a estende às diretorias executivas dos fundos de pensão, por meio da eleição de diretores pelos participantes e assistidos".
O fórum defende ainda "maior rigor na qualificação técnica e requisitos para exercício de cargos na diretoria e conselhos, especialmente a vedação ao prévio exercício de atividades político-partidárias". Com informações da Folhapress.
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