De acordo com aliados, França deve abandonar a rispidez e o discurso belicoso do antecessor.
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| © Paulo Whitaker/Reuters |
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O chanceler Carlos França deve mudar a abordagem do Brasil na relação com a China, mas manter a agenda conservadora do bolsonarismo na pauta de costumes. A avaliação é de pessoas próximas ao novo ministro, escolhido na segunda-feira (29) por Jair Bolsonaro para substituir Ernesto Araújo.
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