Ela diz que o que mais a preocupa hoje são as histórias das meninas que não chegam aos serviços de aborto legal. "São meninas que estão se tornando mães. Crianças tendo crianças."
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(FOLHAPRESS) - Quando recebe no consultório meninas grávidas dos seus estupradores, como no caso de Santa Catarina, a psicóloga Daniela Pedroso, 48, vai para o chão com elas e começa a brincar.

