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sexta-feira, 18 de março de 2022

Rendimento do trabalhador cai 9,7% em um ano, diz IBGE

A pesquisa mostra que a taxa de desemprego ficou em 11,2% em janeiro deste ano

© Shutterstock


O rendimento real habitual do trabalhador brasileiro ficou em R$ 2.489 no trimestre findo em janeiro deste ano. Isso representa quedas de 1,1% em relação ao trimestre encerrado em outubro e de 9,7% frente ao trimestre finalizado em janeiro de 2021.

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sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Audi pode deixar de produzir no Brasil se governo não pagar dívida

A retomada de fabricação local depende de o governo federal acertar o pagamento de uma dívida pendente em créditos tributários


© Pixabay

O presidente da Audi do Brasil, Johannes Roscheck, disse ontem que a empresa vai deixar de produzir o hatch A3 no País em dezembro e suspenderá toda a produção local por cerca de um ano para avaliar investimentos em um novo modelo. A retomada de fabricação local, no entanto, depende de o governo federal acertar o pagamento de uma dívida pendente em créditos tributários desde o programa Inovar-Auto, criado em 2012 e encerrado em 2017.

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terça-feira, 4 de agosto de 2020

Ganho de bancos somou R$ 10,2 bi de abril a junho

O resultado foi impactado pelo reforço de reservas para absorver o esperado aumento da inadimplência

© Shutterstock
Os três maiores bancos privados do País tiveram lucro líquido de R$ 10,2 bilhões no segundo trimestre, queda de 40% em um ano, quando o ganho conjunto havia sido de R$ 17,1 bilhões. O resultado foi impactado pelo reforço de reservas para absorver o esperado aumento da inadimplência devido à pandemia de coronavírus. "Este foi um dos piores trimestres da história do Brasil, em termos de desempenho econômico", disse o presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher, em nota à imprensa.

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domingo, 13 de agosto de 2017

Pesquisa: 34% dos brasileiros querem deixar o país

Estudo do Instituto Paraná Pesquisas foi aplicado a 2.468 entrevistados

© iStock
Corrupção, crise, violência são temas que não saem das rodas de conversa entre brasileiros nos mais diversos estados do país. Nem a crise econômica nem a financeira, no entanto, dão motivos para  maioria dos brasileiros "desistir do país". Pelo menos é o que indica pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, com 2.468 entrevistados.

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Câmara de SP cria cargos que custam quase R$ 1 mi ao ano

Foram criados três cargos de coordenador de liderança partidária; salário é de cerca de R$ 20 mil mensais

© Estadao Conteudo
Em meio ao plano de corte de gastos com servidores e serviços, a Câmara Municipal de São Paulo decidiu criar três cargos novos de coordenador de liderança partidária que vão custar R$ 986.848,00 por ano aos cofres públicos.

Com salário de cerca de R$ 20 mil mensais, os cargos de liderança serão ocupados por funcionários comissionados indicados por três partidos que não tinham e passaram a ter vereadores na atual Legislatura: PTN, PSC e Novo.
Todos as siglas possuem apenas um parlamentar eleito e mesmo assim contarão com a estrutura de gabinete de liderança. Autora do projeto, que já foi aprovado em primeira votação, a Mesa Diretoria alega que é preciso garantir "isonomia" entre as bancadas partidárias. A segunda e última votação deve ocorrer semana que vem.
A estrutura de assessoramento dos gabinetes de liderança partidária e do governo foi criada por uma lei aprovada em 2003. "Contudo, com o passar dos anos e a criação de novos partidos políticos, verificou-se que a quantidade de cargos de coordenador de liderança trazida pela lei é insuficiente para contemplar todos os partidos políticos com representatividade nesta Casa", afirma a Mesa.
De acordo com o Legislativo, com as eleições municipais de 2016, 18 partidos passaram a ter assento na Câmara, além da liderança de governo, e a legislação atual dispõe de somente 16 cargos de coordenador de liderança.
"Assim sendo, três lideranças não seriam contempladas com um coordenador, o que não pode vir a acontecer, haja vista que todos os partidos políticos devem contar com aparato para que funcionem adequadamente, de modo a que tenham sua representatividade preservada", argumenta.
Economia
Ainda de acordo com a Câmara, o impacto financeiro total da criação dos três cargos, de quase R$ 1 milhão por ano, corresponde a 0,0022% da receita líquida estimada para este ano. O presidente da Casa, Milton Leite (DEM), sustenta que os novos cargos não comprometem a meta de economizar R$ 100 milhões neste ano com o plano de corte de gastos na Casa.
As ações anunciadas por ele incluem aposentadoria compulsória de servidores com mais de 75 anos de idade, extinção dos chamados supersalários que extrapolam o teto legal, programa de demissão voluntária (PDV) e redução de 15% nos valores dos contratos de serviços da Câmara. Com informações do Estadão Conteúdo.

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Calote aumenta no comércio do Rio de Janeiro

A inadimplência na capital fluminense subiu 1,9%

© Paulo Pinto/ Fotos Públicas
A crise financeira que afeta o Rio de Janeiro, sobretudo o comércio, aumentou o calote. De acordo com dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito do CDLRio, a inadimplência no varejo da capital fluminense subiu 1,9% em janeiro em relação ao mesmo mês do ano passado.

Segundo o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo,  esse foi o maior índice desde 2009.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

MEC quer gastar até R$ 198 mil para ministro lanchar em voos da FAB

Edital diz que Mendonça Filho precisa de conforto e refeições nos voos como forma de "aumentar a eficiência" das viagens a trabalho

© José Cruz / Agência Brasil
Devido as pressões pelas ocupações de escolas e as fraudes no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), o Ministério da Educação planeja “aumentar a eficiência” do seu representante, o ministro Mendonça Filho (DEM), com gastos de até R$ 198 mil por ano para que ele e a equipe da pasta possam lanchar enquanto voam nos jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB).

Na semana passada, de acordo com a revista Época, o MEC divulgou um edital de licitação para fornecer serviços de alimentação, 24 horas por dia, sete dias por semana, nos voos do parlamentar.
Segundo o documento, o "conforto" precisa ser maior nos voos: “Esta contratação tem como objetivo possibilitar ao MEC viagens aéreas mais confortáveis e com recursos próprios quando da utilização em aeronaves, prover também alimentação e serviços de bordo às aeronaves que atendem ao Senhor Ministro da Educação”. No mês de dezembro deve ocorrer o pregão.
O edital aponta que o fornecimento de comida ao ministro é uma forma de fazer o MEC cumprir sua “função institucional”.
“Na dinâmica das viagens de avião, existe um momento que cabe o fornecimento de refeições para o Senhor Ministro e sua comitiva e que este fornecimento proporciona diversas vantagens como tranquilidade, menor nível de estresse, disponibilização de boas condições de trabalho, fornecimento de água, dentre outras vantagens onde também sabe-se que no transcurso do voo não se tem como adquirir alimentos e bebidas pois são aeronaves de uso restrito, daí a contratação de empresa especializada nestes serviços aeroviários é uma maneira de cumprir as funções institucionais.”
Tudo parece fazer sentido, não considerando que ministros e servidores já têm direito a diárias quando viajam, incluindo valores para alimentação. A diária para ministros pode ser de até R$ 580. Desde julho, Mendonça Filho já recebeu R$ 10 mil.
O valor de R$ 200 mil é uma estimativa para garantir que dez pessoas possam acompanhar o ministro e, junto com ele, almoçar, jantar, lanchar ou tomar café da manhã.
O MEC acredita que as viagens, assim, ganharão eficiência. “O presente processo permitirá um aumento na eficiência do atendimento ao Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado da Educação durante as viagens nacionais iniciadas no Aeroporto Internacional de Brasília, atendendo assim às regiões mais remotas do Brasil.”
Existe ainda uma curiosidade no edital. Apesar de falar em “regiões remotas”, o documento elenca as últimas viagens de Mendonça Filho, que foram 28 entre maio e outubro – 20 foram capitais.
Em detalhes, para chegar aos R$ 198 mil de referência, o MEC calcula até 198 viagens com dez pessoas, com custo estimado de R$ 100 por pessoa. O termo de referência prevê bandejas de frutas a R$ 119 e refeições a R$ 54, incluindo saladas (o MEC sugere caprese ou de macarrão), prato principal (carne, frango ou até frutos do mar) e sobremesas (pudim, musse e tortas).

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