Em "Coded Bias", documentário disponível no Netflix, Tay é o fio condutor para pontuar como a IA pode ser contaminada pelo conteúdo racista e machista que circula aleatoriamente pelas redes
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| © Pixabay |
Em 2016, a Microsoft criou um perfil no Twitter chamado Tay. A chatbot, uma robô que usava IA (inteligência artificial) para interagir com adolescentes, saiu do controle. A ideia era que Tay aprendesse com as redes, mas acabou endossando o Holocausto e teorias da conspiração, além de reproduzir piadas racistas e machistas. A empresa pediu desculpas e tirou-a do ar em menos de 24 horas.
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