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quinta-feira, 11 de junho de 2026

Comissão do Senado aprova novo piso salarial de médicos e dentistas

Valor passa de R$ 3.636 para R$ 13.662 por 20 horas semanais

© Fernando Frazão/Agência Brasil

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou, na noite dessa quarta-feira (10), um projeto de lei (PL) que eleva o piso salarial nacional de médicos e cirurgiões-dentistas de R$ 3.636 para R$ 13.662, por 20 horas de trabalho semanal.

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quarta-feira, 22 de novembro de 2023

Comissão do Senado aprova taxação de super-ricos e offshores

O relator da matéria foi o senador Alessandro Vieira (MDB-SE)

© Jonas Pereira/Agência Senado

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou na manhã desta quarta-feira (22) o relatório do projeto de lei sobre a tributação dos chamados fundos exclusivos, usados por super-ricos, e das offshores (empresas sediadas fora do país).

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quarta-feira, 9 de agosto de 2023

Bia Kicis não reconhece deputada e pede que colega seja retirada de comissão

A parlamentar pediu para a Polícia Legislativa retirar a deputada Fernanda Pessoa (União Brasil-CE) de uma audiência

© Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

A presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, deputada Bia Kicis (PL-DF), pediu para a Polícia Legislativa retirar a deputada Fernanda Pessoa (União Brasil-CE) de uma audiência que ouvia a ministra da Saúde, Nísia Trindade, nesta quarta-feira, 9. O motivo da ordem incomum foi que Kicis não reconheceu a colega.

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domingo, 30 de junho de 2019

Congresso vai ter CPI mista para investigar fake news

A eleição de Jair Bolsonaro é um dos motivos da investigação

© Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
O Congresso Nacional vai instalar nesta semana uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar as chamadas fake news nas redes sociais. Fato raro no Legislativo, a criação do colegiado fez políticos de diferentes partidos - do PT ao PSL - apoiarem a iniciativa, mas por interesses diversos, que vão da eleição de Jair Bolsonaro em 2018 até a divulgação da troca de supostas mensagens envolvendo o ministro da Justiça, Sérgio Moro, quando era juiz em processos da Operação Lava Jato.

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terça-feira, 18 de junho de 2019

Previdência: parecer deve começar a ser discutido hoje na Câmara

A Comissão Especial deve começar nesta terça-feira (18), a partir das 9h

© Reuters

A Comissão Especial da reforma da Previdência da Câmara dos Deputados deve começar a debater o parecer do deputado Samuel Moreira (PSDB-RJ) nesta terça-feira (18), a partir das 9h. Segundo o presidente do colegiado, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), a oposição já concordou em não obstruir a fase de debates. 

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terça-feira, 23 de abril de 2019

CPI para investigar tragédia de Brumadinho será instalada hoje

A comissão será composta por 43 titulares, com o mesmo número de suplentes e, inicialmente, funcionará por 120 dias

© REUTERS / Washington Alves (Foto de arquivo) 

A reunião para instalar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar o rompimento da Barragem da Mina do Feijão, em Brumadinho, está marcada para o início da tarde de hoje (23), quando devem ser escolhidos o presidente, vice-presidente e o relator. A CPI foi sugerida pelos deputados Joice Hasselmann (PSL-SP), Carlos Sampaio (PSDB-SP) e Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ).

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segunda-feira, 18 de março de 2019

Pedido de criação de CPI da Lava Toga será protocolado nesta terça

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), minimizou o efeito dos pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)

© Moreira Mariz/Agência Senado

O senador Alessandro Vieira (PPS-SE) disse nesta segunda-feira (18), ao Estadão/Broadcast que irá protocolar até o final da manhã desta terça-feira (19) o requerimento de criação da comissão parlamentar de inquérito para investigar o "ativismo judicial" em tribunais superiores, chamada de CPI da Lava Toga.

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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Senador quer CPI para investigar 'ativismo judicial' dos tribunais

Delegado Alessandro Vieira (PPS-SE) já coletou as 27 assinaturas

© Divulgação
O senador Delegado Alessandro Vieira (PPS-SE) protocolou nesta quinta-feira, 7, um pedido de abertura de comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar o "ativismo judicial" de tribunais superiores do País. O parlamentar já coletou as 27 assinaturas necessárias e, agora, o pedido passará por uma análise da Secretaria-Geral da Casa. Em seguida, a CPI depende da leitura da Mesa Diretora do Senado, durante sessão deliberativa, para ser instalada.

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domingo, 17 de dezembro de 2017

Condepe: 'PM foi único a disparar em crime contra jovem de 14 anos'

O jovem foi atingido em uma viela do bairro Parque João Ramalho, município de Santo André, na Grande São Paulo, próximo de onde morava

© Pixabay
O coordenador da Comissão da Infância e Juventude do Conselho Estadual de Defesa da Pessoa Humana (Condepe) disse que a reconstituição do crime contra o adolescente Luan de Souza, de 14 anos, morto no mês passado com um tiro na nuca, indicou que um policial militar foi o único a fazer disparos de arma de fogo na ocasião. O advogado Ariel de Castro Alves acompanha o caso desde o início.

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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Câmara adia mais uma vez votação e pode enterrar reforma política

Nova reunião foi marcada para amanhã às 14h

© REUTERS / Adriano Machado

O plenário da Câmara dos Deputados adiou mais uma vez, na noite desta terça-feira (22), a votação da reforma política. Sem consenso para nenhuma das alterações, o resultado acrescenta mais um capítulo ao repertório de improviso e idas e vindas do atual debate sobre o tema.

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terça-feira, 25 de julho de 2017

Deputado chama Lula e Moro para debater a Lava Jato

O parlamentar Wilson Filho (PTB), apresentou um requerimento, que será votado na volta do recesso

© DR
O presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, Wilson Filho (PTB), quer o quase impossível. Ele teve a ideia de convidar o juiz Sergio Moro e o ex-presidente Lula para um debate sobre a operação Lava Jato.

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terça-feira, 20 de junho de 2017

Texto da reforma trabalhista será votado hoje no Senado

Os parlamentares terão pelo menos uma hora e meia para se manifestar sobre a matéria antes da votação

© Edilson Rodrigues/Agência Senado
A proposta de reforma trabalhista (PLC 38/2017) será analisada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal nesta terça-feira (20).

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sexta-feira, 9 de junho de 2017

Aprovado projeto que dá um ano de estabilidade ao segurado com câncer

O projeto, de autoria do senador Eduardo Amorim (PSC-SE), foi aprovado por unanimidade na comissão e deverá seguir para análise na Câmara

© Reuters
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou projeto de lei que garante a permanência no emprego por no mínimo um ano ao segurado da Previdência Social com câncer que receber auxílio-doença. O projeto, de autoria do senador Eduardo Amorim (PSC-SE), foi aprovado por unanimidade na comissão e deverá seguir para análise na Câmara.

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segunda-feira, 27 de março de 2017

CCJ do Senado começa a discutir lei de abuso de autoridade

Votação da matéria deve acontecer no início de abril

© Estadao Conteudo
A proposta que altera a lei de abuso de autoridade foi incluída na pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, como anunciado pelo presidente do colegiado, Edison Lobão (PMDB-MA), e entra em discussão na quarta-feira, dia 29. A votação deve acontecer no início de abril.

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Docente se irrita em audiência com deputados: '5ª série, se comporte'

Representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação repreendeu parlamentares que discutiam em comissão do projeto Escola Sem Partido

© Alex Ferreira / Câmara dos Deputados
O docente Gilmar Soares Ferreira, representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, se irritou com deputados que participavam de audiência sobre o projeto Escola Sem Partido na Câmara, na última terça-feira (14).

De acordo com informações da coluna Radar On-Line, do site da revista Veja, parlamentares da ala conservadora estavam discutindo e criticando diretamente o professor. Indignado, o professor apelou a um frase clássica: "Quinta-série, se comporte".
Ferreira também criticou a proposta: "Com esse projeto, não teremos mais escola, teremos ambiente de perseguição”, declarou, de acordo com a Agência Câmara Notícias . Ele negou que haja doutrinação de esquerda nas escolas. “A própria existência de vocês [parlamentares] mostra o contrário. Se houvesse doutrinação, não haveria deputados de direita”, afirmou.
A reunião reuniu opiniões divergentes. Fundador do movimento Escola sem Partido, Miguel Nagib, disse que o objetivo da proposta é coibir a propaganda político-partidária em sala de aula. Ele mostrou aos deputados gravações e vídeos de professores com essa conduta e afirmou que a doutrinação política desequilibra a democracia. “Ela desequilibra o jogo político em favor de um dos lados”, disse.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

União Europeia propõe esquema de autorização de viagem para turistas

O Brasil é um dos 42 países isentos de visto

© DR
A Comissão Europeia anunciou nesta quarta-feira (16) um plano para ter mais controle sobre viajantes que não precisam de um visto específico para entrar no Espaço Schengen, de livre circulação dentro da União Europeia (UE). O Brasil é um dos 42 países isentos de visto.

De acordo com a proposta, antes de viajar, os turistas deverão preencher um formulário online, que não deve levar mais de dez minutos para ser concluído. As informações serão cruzadas com as bases de dados europeias, como as do serviço de polícia Europol.
Segundo a Comissão, na maioria dos casos, a autorização deverá sair em alguns minutos. O documento custará cinco euros e terá validade de cinco anos.
A ideia do órgão europeu é que essa triagem prévia ajude a identificar possíveis migrantes irregulares e, principalmente, pessoas que possam representar um risco à segurança. O sistema faz parte de uma ampla discussão sobre como melhorar o controle das fronteiras externas da UE, principalmente diante da ameaça terrorista.
Críticos argumentam, porém, que esse novo sistema de autorização de viagem não resolverá o problema da segurança, pois o que falta é um intercâmbio rápido de dados sobre suspeitos entre os países do bloco. A expectativa é que o novo formulário online possa entrar em vigor até 2020, mas a proposta ainda precisa ser aprovada pelo Conselho e também pelo Parlamento Europeu. Com informações da Agência Brasil.

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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Inquérito confirma assassinato de 347 xiitas pelo exército nigeriano

"O exército nigeriano utilizou uma força excessiva", refere o relatório

© DR
Uma comissão pública de inquérito confirmou nesta segunda-feira (1º) que o exército nigeriano matou 347 membros de uma confraria xiita no decurso de uma manifestação em dezembro.

Este massacre, denunciado por diversos políticos locais e pela Amnistia Internacional (AI), que solicitou a realização de um inquérito independente, foi sempre negado pelo exército nigeriano.
Entre 12 e 14 de dezembro ocorreram confrontos em Zaria, bastião do Movimento islâmico da Nigéria (IMN), um grupo xiita que defende a instauração de um regime inspirado no Irã no Estado de Kaduna (norte), e que coincidiram com a visita à região do general do exército Tukur Yusuf Buratai.
"O exército nigeriano utilizou uma força excessiva", refere o relatório publicado pela comissão designada pelo Governo, acrescentando que um soldado também foi morto, e desencadeando os dois dias de revolta.
"Dos 349 mortos, [excetuando o soldado morto e um membro do IMN que morreu sob detenção], foram enterradas numa fossa comum 347 pessoas", prossegue o relatório enviado à agência noticiosa France-Presse.
A comissão de inquérito pede a justiça para que identifique e persiga judicialmente os responsáveis, ao aludir às declarações das organizações de direitos humanos que se pronunciaram sobre este massacre.
Em abril a AI tinha já acusado o exército de ter assassinado mais de 350 muçulmanos xiitas (uma minoria no país), de ter enterrado os cadáveres numa fossa comum e de ter destruído as provas.
Frequentemente acusado de abusos contra civis, o exército nigeriano mantém que as suas tropas reagiram de forma apropriada contra "inimigos criminosos do Estado" e nega as acusações de massacre.
A hierarquia militar nigeriana assegura ainda que o IMN tentou assassinar o general Buratai, acusação rejeitada pela organização xiita.
O chefe do IMN, Ibrahim Zakzaky, detido no passado por várias vezes, está de novo sob prisão. Ferido após os confrontos com o exército, perdeu um olho e está praticamente paralisado.
Centenas de apoiantes do IMN ainda estão considerados desaparecidos, possivelmente mortos, e cerca de 12 poderão ser condenados à morte por conspiração contra o Estado e por terem morto um membro do exército.

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domingo, 10 de julho de 2016

Veja os próximos passos do processo de impeachment de Dilma

Comissão só voltará a se reunir no dia 2 de agosto, para apresentação do relatório de Antonio Anastasia

© Reuters
Com a leitura do depoimento por escrito da presidenta afastada Dilma Rousseff na última quarta-feira (6) pelo advogado José Eduardo Cardozo na Comissão Processante do Impeachment, o presidente do colegiado, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), deu por encerrada a etapa de produção de provas do processo deimpeachment contra a petista.

A comissão só voltará a se reunir no dia 2 de agosto, para apresentação do relatório de Antonio Anastasia (PSDB-MG). Na ocasião, o parecer será lido na comissão, para discussão no dia seguinte e votação no dia 4 de agosto.
Antes disso, até o dia 12 de julho, a acusação enviará as alegações finais ao colegiado. Entre os dias 13 e 27 de julho, caberá à defesa apresentar os argumentos finais. A partir daí até 1º de agosto, o relator poderá elaborar seu parecer sobre o caso.
Relatório
Caberá a Anastasia opinar se procede ou não a denúncia de que Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade. Caso o relatório do tucano acolha a denúncia e a maioria do colegiado concorde com o parecer, o processo seguirá para o plenário da Casa para votação.
A votação no plenário, segundo o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), poderá ocorrer no dia 9 de agosto, em sessão presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski.
Julgamento final
Se no dia 9 de agosto o plenário do Senado aprovar, por maioria simples, parecer pela procedência da denúncia, a presidenta afastada irá a julgamento final em mais uma votação no plenário. A partir daí, os autores da denúncia terão prazo de até 48 horas para apresentar o chamado libelo. Na prática, trata-se de uma consolidação das acusações e provas produzidas. Os acusadores também deverão apresentar um rol de testemunhas.
Em seguida, a defesa terá 48 horas para apresentar uma resposta, rebatendo os pontos do libelo, e também uma lista de testemunhas. O presidente do Supremo ficará então responsável por fixar uma data para o julgamento e intimar as partes e as testemunhas, mas para isso, terá que respeitar um prazo mínimo de dez dias.
A expectativa é que o julgamento final de Dilma Rousseff, que pode levar ao arquivamento do processo ou à perda definitiva de seu mandato, ocorra entre os dias 25 e 26 de agosto.
Na data definida, o julgamento será realizado no plenário do Senado, mais uma vez presidido pelo presidente do Supremo. As partes podem comparecer ao julgamento ou ser representadas por procuradores. Poderão ser convocadas testemunhas, que serão interrogadas pela acusação, defesa e pelos senadores, que assumem o papel de juízes. As perguntas dos parlamentares, no entanto, não serão feitas diretamente por eles. Assim como em um tribunal, elas terão que ser encaminhadas para Lewandowski para que ele faça as indagações que considerar pertinentes.
O número de testemunhas e o tempo dos depoimentos ainda não estão definidos. Pode ser que haja debate oral, mas neste caso, ainda há definição sobre quem poderia falar. Depois disso, as partes se retiram da sessão para discussão entre senadores – também não está definido quanto tempo cada um terá para se manifestar. O ministro Ricardo Lewandowski então elaborará um relatório, que é diferente de um parecer, pois não haverá juízo de valor.
Votação
O passo seguinte será a votação nominal. Os senadores serão chamados ao microfone para responder “sim”, “não” ou “abstenção” à seguinte pergunta: “Cometeu a acusada Dilma Vana Rousseff os crimes que lhe são imputados, e deve ser ela condenada à perda de seu cargo e à inabilitação temporária, por oito anos, para o desempenho de qualquer função pública, eletiva ou de nomeação?”.
Lewandowski definirá como será a ordem de chamada. Nesta votação, são necessários os votos de pelo menos 54 votos, ou seja, dois terços dos senadores para obter maioria.
Números
A Comissão do Impeachment no Senado foi instalada em 26 de abril. De lá pra cá, foram realizadas 28 reuniões e mais de 40 testemunhas foram ouvidas, a maior parte delas indicada pela defesa da presidente afastada.
Além disso, foram expedidos 127 ofícios, 166 documentos foram recebidos, 135 requerimentos apresentados – 130 deles aprovados. Até agora, os autos do processo no Senado já têm mais de 11,6 mil páginas distribuídas em 29 volumes.
Cronograma da Comissão Processante do Impeachment:
– De 7/7 a 12/7: Prazo para entrega das alegações finais dos autores da denúncia
– De 13/7 a 27/7: Prazo para entrega das alegações finais da defesa de Dilma Rousseff
– De 28/7 a 1º/8: Período para elaboração do parecer do relator Antonio Anastasia
– Terça-feira (2/8) Leitura do parecer na comissão especial
– Quarta-feira (3/8): Senadores discutem o parecer
– Quinta-feira (4/8): Votação do parecer na comissão – Sexta-feira (5/8): Leitura do parecer no plenário principal do Senado
– Terça-feira (9/8): Início da discussão e votação do parecer no plenário (sessão pode se estender pela madrugada de quarta-feira (10/8).
Com informações da Agência Brasil.

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