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sexta-feira, 3 de abril de 2020

Enfermeiro morre por covid-19 e família acompanha enterro pela internet

Ele estava na linha de frente, tratando isso (covid-19). Foi infectado, internado e ficou só em um leito de UTI, não tinha família e amigos perto

© Reuters
O enfermeiro Idalgo Moura, de 45 anos, é descrito como alguém que viveu para "servir e cuidar" de todos. Em São Paulo e na Paraíba, tinha "um milhão de amigos" e uma família que o admirava, mas poucos puderam se despedir do profissional de saúde, morto pelo novo coronavírus na terça-feira, 31. A maioria só conseguiu acompanhar o sepultamento, que durou menos de 10 minutos, por uma transmissão ao vivo no Facebook, feita em prantos por Agnelo, irmão que, mesmo no grupo de risco da covid-19, atravessou o País para se despedir.

terça-feira, 31 de março de 2020

Ator de Star Wars morre após contrair o novo coronavírus

Andrew Jack tinha 76 anos e morreu 'sozinho' em casa

© DR
Andrew Jack, ator de 76 anos, morreu na manhã desta terça-feira (31) após contrair a Covid-19. O anúncio foi feito por seu empresário Jill McCullough, ao jornal Metro.

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Pai e filha morreram afogados tentando migrar para os EUA

A imagem vem chocando e mundo e levantando debate sobre a guerra com os migrantes

© DR
Um homem de 25 anos e a sua filha de quase dois anos morreram afogados tentando entrar nos Estados Unidos, atravessando o rio Bravo, que separa Ciudad Juárez, no México, de El Paso, nos Estados Unidos.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

'Doem a ausência e a dúvida', diz mãe de desaparecido

A declaração é de Luiza Soares, de 75 anos, que busca o filho, funcionário da Vale

© Adriano Machado/Reuters
"O que dói é a ausência e essa dúvida", disse Luiza Soares, de 75 anos, na manhã desse domingo (27), caminhando à beira do Rio Paraopeba, amarelado pela lama, ao lado da filha, Rosimeire. Na tragédia de Brumadinho, as duas moradoras da cidade vivem o drama de uma espera que pode não ter fim. Elas buscam notícias de Rogério Antônio dos Santos, de 58 anos, funcionário da administração da Vale, que, desde sexta-feira (25), está desaparecido na lama da barragem que se rompeu. Rogério e o irmão, Ronaldo Aparecido dos Santos, de 54 anos, motorista de caminhão, são filhos de Luiza. Ambos estavam no local do desastre. Ronaldo, escapou. O irmão não teve a mesma sorte.

domingo, 29 de outubro de 2017

Racionamento marca bairros de São Paulo com mais mortes por inanição

Na Brasilândia moravam 9 das 105 crianças de até 14 anos que morreram em decorrência da inanição de 2005 a 2015

© PixaBay
Na Brasilândia, uma mulher revira a caçamba de lixo em busca de comida e se afasta quando cachorros começam a disputar um saco de lixo recém-rasgado. 

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Com filho em estado grave, cantor clama por doador de sangue

Tierry contou, inclusive, com o apelo da cantora Claudia Leitte

© REPRODUÇÃO/ INSTAGRAM
O cantor baiano Tierry, que é compositor de sucessos gravados por diversos artistas do país, passa por um grande drama pessoal e fez, nesta quinta-feira (6) um apelo nas redes sociais.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Apresentadora do SporTV está internada com infecção generalizada

O problema surgiu após ela se contaminar com uma bactéria

© Reprodução SporTV
A apresentadora do SporTV Joana de Assis informou nesta terça que pegou uma infecção generalizada por conta de um camarão que comeu em um restaurante.

O problema surgiu após ela se contaminar com uma bactéria. Em sua conta no Instagram, ela relatou o drama:
"Pois é. A vida é mesmo tão estranha. Um dia você está absolutamente saudável e, de repente… Você está em uma UTI, travando uma batalha contra uma septicemia, e com tanta dor que nem duas injeções de morfina são capazes de aliviar. Você se sente um lixo. Impotente. Faz as pessoas que você ama se sentirem um lixo, impotentes. Você reza. Promete de tudo só para aquela dor passar.
Percebe que por causa de um simples camarão (de um restaurante bem caro por sinal) você pode nunca mais ser a mesma. Descobre que se não tivesse saúde de atleta, coração tinindo e pulmão 100%, você poderia não estar postando isso agora. É… A gente costuma não dar valor à saúde. Mas hoje eu estou feliz porque tenho sorte, pessoas que me amam e cuidaram de mim e elas sabem exatamente quem são. Obrigada por tudo. Continuarei por aí… E nos vemos em breve porque já estou sorrindo aquele meu melhor sorriso … Porque a vida me dá sustos mas gosta demais de mim!"
Segundo informações da própria jornalista, sua situação já está controlada e ela passa bem.


domingo, 11 de setembro de 2016

'Sem a eutanásia, teria cometido suicídio', diz para-atleta belga

"Quero que fique bem claro: depois destes Jogos, eu não me sentarei mais em uma cadeira de corrida, mas eu não vou passar pela eutanásia", declarou, com ênfase na palavra "não"

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A para-atleta belga Marieke Vervoort, 37, reacendeu, em meio à Paraolimpíada do Rio, a discussão sobre a eutanásia.

Ela concedeu uma entrevista no Parque Olímpico a fim de desmentir os rumores de que, encerrado o evento no Brasil, passaria pelo procedimento, que consiste no ato de proporcionar a morte rápida e indolor a alguém com uma doença incurável, a fim de pôr fim a seu sofrimento.
Vervoort sofre desde os 14 anos de uma doença degenerativa.De acordo com ela, uma tetraplegia progressiva aliada a uma distrofia miopática lhe causam dores horríveis, que têm aumentado com o passar dos anos. "Não havia, e não há, um diagnóstico preciso", afirmou.
Vervoort, uma loira de cabelos curtos e arrepiados, desistiu de descobrir o que tinha e passou a se dedicar ao esporte, onde achou motivação para viver. Praticou triatlo, porém o avanço da doença a impediu de prosseguir na modalidade que engloba três esportes (natação, ciclismo e corrida).
Sobre a cadeira de rodas, sua companheira desde 2000, ganhou no atletismo um ouro (100 m) e uma prata (200 m), na categoria T52, na Paraolimpíada de Londres.
"Quero que fique bem claro: depois destes Jogos, eu não me sentarei mais em uma cadeira de corrida, mas eu não vou passar pela eutanásia", declarou, com ênfase na palavra "não".
"Vou me aposentar [do esporte paraolímpico] e aproveitar cada minuto da minha vida com minha família e com meus bons amigos. Entenderam?"
O recado foi dado, e Vervoort aproveitou a ocasião – havia cerca de 60 jornalistas presentes – para defender que mais países tornem legal a eutanásia. Ela afirmou que, se não lhe tivessem permitido essa possibilidade, teria se matado anos atrás.
No Brasil, a eutanásia é proibida, considerada crime. Quem tirar a vida de alguém, mesmo que por razões supostamente dignas e com métodos considerados indolores, fica sujeito a ser julgado, e preso, por homicídio.
De acordo com o Código Penal, a pena pode chegar a 20 anos, porém pode ser reduzida se houver atenuantes – como agir impelido "por motivo de relevante valor social ou moral".
Vervoort é contra esse tipo de condenação.
"Países como o Brasil devem conduzir um debate para que esse assunto não seja mais um tabu. A eutanásia não deve ser considerada um crime, mas algo que possa passar tranquilidade. Se não tivesse essa opção, eu não estaria aqui. Já teria cometido o suicídio."
Na Bélgica, a prática é permitida. Mas a atleta conta que a autorização é muito difícil de ser obtida. "Não é como ir a uma loja e comprar algo", esclareceu ela.
É necessário o aval de três médicos, responsáveis por avaliar a gravidade da patologia, e de um psiquiatra, que analisa a condição mental do paciente."Os médicos precisam atestar que você tem uma doença progressiva, irreversível, incurável. E um psiquiatra comprovar que o sofrimento é insuportável. É o meu caso", afirmou Vervoort. "Piora a cada ano. Antes, por exemplo, eu conseguia desenhar. Hoje, não consigo mais."
A atleta, que no sábado (10) ganhou no Engenhão a medalha de prata nos 400 m (categoria T52), disse ter obtido a autorização para decidir seu futuro (viver ou morrer) em 2008 e que, desde então, vive em paz de espírito. "Tenho tranquilidade mental."
A explicação de Vervoort sobre ter "tranquilidade" relaciona-se não apenas com o que sente, que pode ser repentino ("Agora estou bem, vocês estão me vendo em um bom dia, mas daqui a meia hora posso desmaiar de dor ou ter uma crise epiléptica"), mas com os cuidados cada vez maiores de que necessita ("Cada vez eu demando mais assistência, para comer, tomar banho...").
Três enfermeiras se revezam a cada dia para cuidar da belga. "Não é nada fácil depender dos outros", afirmou.
Diante do avanço da doença, Vervoort disse contar com o apoio de pessoas próximas para se fortalecer ("Quando está muito difícil eu choro e grito, e o que me dá ânimo é um abraço, o aconchego"), além da religião: é adepta do budismo e tem uma cachorra chamada Zen.
Pratica ainda uma atividade que chama de "concertos de sonhos" (ouve música indiana para ajudar a relaxar). Alterna a prática com rock pesado, ouvido durante os treinamentos.
"Gosto de coisas que vão de um extremo ao outro. Do relaxamento ao mergulho ou ao bungee jumping. Já toquei guitarra, mas tive de desistir por causa de limitações."Depois da Paraolimpíada carioca, Vervoort pretende continuar a dar palestras motivacionais, inclusive conhecendo países nos quais não esteve e admira, caso do Japão.
E defenderá sua posição.
"Com minha história quero inspirar os países a tentar deixar as pessoas mais felizes. Eu acho que haveria menos suicídios [no mundo] caso a eutanásia fosse permitida. Com a eutanásia eu deixei de pensar em suicídio. Não é assassinato, é uma coisa positiva. Ela ajuda a pessoa a viver mais tempo."
A belga encerra sua participação na Rio-2016 no sábado (17), na prova dos 100 m (T52), na qual é campeã mundial e tentará o bicampeonato na Paraolimpíada. Com informações da Folhapress.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Casal é flagrado ao lado de filho de 4 anos após overdose de heroína

Objetivo da exposição é conscientizar a população dos riscos do uso de drogas

© REPRODUÇÃO FACEBOOK
A polícia de Ohio, Estados Unidos, divulgou pelo Facebook as fotos de um casal desacordado em um carro após uma overdose de heroína. O mais chocante da cena é que o filho deles está no banco de trás. A criança tem apenas quatro anos e, segundo os agentes de East Liverpool, o objetivo da exposição é conscientizar a população dos riscos do uso de drogas.

"Estamos cientes que algumas pessoas podem se sentir ofendidas por essas imagens e, por isso, sentimos muito. Mas é o momento de o público que não usa drogas ver com o que temos que lidar no nosso cotidiano", diz a publicação na rede social. E completa:
"O veneno conhecido por heroína tem se espalhado por muitas comunidades, não só a nossa. A diferença é que estamos tentando lidar com esse problema até que ele desapareça. E se isso significa ofender algumas pessoas, estamos preparados para lidar com isso".

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Aos 39 anos, capa da Playboy teve que pedir aos pais para posar nua

"A negociação com os meus pais foi um drama", conta Pathy de Jesus

© Reproduação / Instagram Pathy de Jesus
A edição comemorativa de 41 anos da Playboy ousou mais uma vez. Depois de Luana Piovani na capa do ano passado, a revista traz a ex-modelo, atriz, apresentadora e DJ Pathy de Jesus, a primeira negra a estampar uma edição comemorativa da publicação.

O que muitos não sabem é que, aos 39 anos, a bela teve que pedir a autorização dos pais, que não estavam nada confortável com o fato de ver a filha nua numa revista masculina, segundo o Extra.
"A negociação com os meus pais foi um drama (risos). Até hoje eles estão meio apreensivos. Eles nunca esperavam que eu ia receber uma proposta da 'Playboy'. Até eu, né? Até pelo o histórico da revista, que não tinha um padrão para mim: mulher negra, natural, magra... E, de repente, me vi num lugar em que eu posso fazer história, e isso me motivou. Foi essa ideia que eu vendi para eles: da representatividade, que uma negra também pode ser sensual, que pode quebrar padrão", conta.
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