O temor dos cientistas é que um evento da mesma magnitude do de Carrington –a maior tempestade geomagnética já registrada, em 1859– se repita, o que poderia desencadear uma pane nos sistemas elétricos e de comunicação, deixando o planeta às escuras.
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CLAUDINEI QUEIROZ
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A cada 11 anos, o Sol alterna seu ciclo de mínimo, quando está mais calmo, e máximo solar, quando atinge o auge de sua atividade. Hoje, vivemos justamente o momento mais ativo, que deve se estender até outubro. Isso significa que, até lá, são maiores as chances não só de ver auroras em locais em que o fenômeno é atípico, mas de sofrer com interrupções em sinais de GPS e internet.
