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sábado, 4 de abril de 2026

Onça-pintada nascida no BioParque Vale Amazônia ganha o nome de Xingu

Oncinha-macho é a sétima reprodução no parque nos últimos 12 anos

© Bioparque Vale Amazônia/Divulgação

Xingu é o mais novo habitante do BioParque Vale Amazônia, na Serra do Carajás, na cidade de Parauapebas, no Pará. Nascido do casal Marília e Zezé, Xingu veio ao mundo no dia 27 de dezembro do ano passado e é irmão de Rhuana e Rhudá.

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terça-feira, 5 de novembro de 2019

Governo propõe extinção de municípios com dificuldade de arrecadação

Cidades com menos de 5 mil habitantes seriam incorporadas

@iStock (Foto ilustrativa)
Municípios com menos de 5 mil habitantes e arrecadação própria inferior a 10% da receita total serão incorporados pelo município vizinho. O ponto consta da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Pacto Federativo, enviada hoje (5) pelo governo ao Senado. 

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quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Ministros e sindicatos criticam fim do Ministério do Trabalho

Especialistas, ministros e sindicatos criticam fim do Ministério do Trabalho

© DR
O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), confirmou nesta quarta-feira (7) que o Ministério do Trabalho será extinto. "O Ministério do Trabalho vai ser incorporado a algum ministério", disse, sem dar mais detalhes.

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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Garimpo ilegal ameaça tribos indígenas isoladas na Amazônia; fotos

De acordo com os nativos da Amazônia mais de 20 indíos foram assassinados só no mês de agosto deste ano

Ameaça constante! - Suscetíveis a problemas ambientais como mineração e extração de madeira ilegal, tribos inteiras estão sendo dizimadas em atos violentos e sem a supervisão das autoridades.

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Agropecuária ameaça 5% das espécies

Do total de espécies investigadas, 1.173 são enquadradas em algum nível de risco de extinção

© Divulgação
O Brasil lançou nesta quinta-feira, 8, a nova edição do Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção, pela primeira vez com uma avaliação sobre quase todas as espécies de vertebrados que habitam os biomas terrestres e marinhos do Brasil e sobre uma parcela inédita dos invertebrados. O trabalho analisou o status de conservação de 12.254 espécies, seu risco de extinção e os motivos para isso e concluiu que a perda de hábitat provocada pela atividade agropecuária ameaça pelo menos 5% delas.

Do total de espécies investigadas, 1.173 são enquadradas em algum nível de risco de extinção (vulnerável, em perigo ou criticamente em perigo). E a agropecuária é fator de pressão sobre quase 600, liderando como a principal ameaça. Na sequência, para os animais terrestres, vem a destruição de ecossistemas causada pela expansão urbana e por ações relacionadas à geração e à transmissão de energia - esta especialmente importante na Amazônia por causa das hidrelétricas. Para as espécies marinhas, a quase totalidade dos animais em risco sofre com a pesca desordenada.
Extinção zero.
O diagnóstico foi apresentado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) durante a 13.ª Conferência de Biodiversidade da ONU, que é realizada em Cancún (México), como uma estratégia do País para o cumprimento de metas internacionais de combate à perda da biodiversidade. Uma delas prevê que se zere a extinção no mundo a partir de 2020.
Na prática, explica Claudio Maretti, do ICMBio, que apresentou o trabalho em Cancún, a partir daquele ano "nenhuma espécie pode piorar seu nível de risco de extinção". O ministro do Ambiente, Sarney Filho, que esteve na conferência no fim de semana passado, também lançou um compromisso de que 10% da espécies brasileiras listadas como ameaçadas melhorem seu status até 2020.
Segundo Maretti, daí vem a necessidade de análises amplas como as feitas pelo Livro Vermelho, que aponta, para cada uma das 1.173 espécies, o grau de perigo e a principal ameaça a ela. A lista de espécies propriamente dita já era conhecida há quase dois anos, mas é com o livro que são fornecidas as informações para balizar políticas públicas de conservação.
"É a avaliação que permite entender o que está acontecendo e quais espécies têm de ter restrição de uso e de captura ou que precisam de nova áreas protegidas", afirma Maretti. Ele destaca, por exemplo, a situação do caranguejo guaiamum (Cardisoma guanhumi). "Ele está na lista como criticamente ameaçado e fomos checar a situação com as comunidades locais. Percebemos que a principal causa não era a captura excessiva, mas a perda de hábitat, a destruição do mangue provocada em parte pelas fazendas de camarão. Um processo extrativista controlado pode até ajudar a proteger a espécie e a repovoar esses locais. Então precisamos fazer essas adequações." Com informações do Estadão Conteúdo.

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