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quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Alunos de 6 a 10 anos estão mais atrasados que no período pré-pandemia

Na faixa etária, 90,7% estão na série correta

© Joédson Alves/Agência Brasil

Nove em cada dez (90,7%) crianças de 6 a 10 anos estavam na série adequada de ensino no ano passado. Essa parcela é praticamente a mesma de 2023 (90,8%), mas fica abaixo do período pré-pandemia de covid-19.

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quinta-feira, 28 de março de 2019

7 alimentos que ajudam a barrar o envelhecimento e previnem rugas

Lembre-se desses alimentos na sua próxima ida ao mercado

© DR
A alimentação influencia em vários processos metabólicos do organismo humano e também é responsável pela nutrição das células. É por esse motivo, que alimentos ultraprocessados e com aditivos químicos podem causar inflamação nas células. Além de doenças, uma dieta baseada em industrializados e com “calorias vazias” pode acelerar o envelhecimento da pele.

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Como lidar com o envelhecimento de forma saudável?

Psicóloga ensina como enfrentar o passar dos anos com positividade

© iStock
Muitas vezes o passar dos anos vem acompanhado de uma sensação de angústia por nos darmos conta do passar do tempo e percebermos que estamos envelhecendo. Lidar com essa questão é um dos principais dilemas da sociedade, basta observarmos tantos poetas, de Camões a Drummond, que expuseram seus anseios sobre as transformações das etapas da vida. Para orientar as pessoas a lidar com o envelhecimento de forma saudável a psicóloga do São Cristóvão Saúde, Aline Melo aborda o tema.

“A aceitação do envelhecer é algo único, relacionado às experiências de vida, laços afetivos e realizações que alcançou”, explica a psicóloga. A cultura em qual este indivíduo está inserido também contribui para uma melhor ou pior aceitação do envelhecimento. “No Oriente, por exemplo, os idosos são reconhecidos como sábios e que devem ser respeitados. Porém, no Ocidente, é comum a conotação desrespeitosa, considerando-os antigos e ultrapassados”, comenta.
Aline também enfatiza outro ponto quanto à percepção do passar dos anos, que é o acúmulo de frustrações. Enxergar que os planos que haviam sido feitos não foram cumpridos e acreditar que não há mais tempo hábil para realizá-los geram angústia. “O fim de ano é só um gatilho para dar acesso a insatisfações já presentes e que muitas vezes não damos atenção no decorrer dos dias e, às vezes, acabam sendo evidenciadas neste momento”, reflete a especialista.
Também a dificuldade em se adaptar com mudanças e perdas pode atrapalhar a forma de lidar com o tempo. “É preciso observar como foi a transição da adolescência para a vida adulta, se apresentou algum contratempo em lidar com novas experiências e situações de perda, como a de um emprego ou até mesmo de um ente querido”. Ela ensina que a primeira coisa que devemos fazer nesses casos é vivenciar esse sentimento. “Sentir saudade do passado significa que deixou um rastro de amor e que foi importante para a pessoa. Porém, é necessário se permitir novas alegrias no presente, sem se esquecer das boas lembranças”.
Mais uma questão sobre o envelhecimento que preocupa principalmente a sociedade dos dias de hoje é a transformação do corpo. “Homens e mulheres realizam cada vez mais cirurgias plásticas, utilizam cosméticos e tratamentos de beleza para retardar esse processo”, afirma a psicóloga. Aline aconselha que para lidar melhor com o passar dos anos é preciso trabalhar o sentimento de gratidão. “Se há a possibilidade de vivenciar esta fase, mesmo de angústias, é porque conseguimos estar vivos até o momento e assim ter a oportunidade de construir mais boas memórias. Sempre há tempo de criar novos objetivos condizentes com nossas condições físicas e mentais”, finaliza.

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sábado, 1 de outubro de 2016

Saiba quando a mulher está mais suscetível ao câncer de mama

A incidência mundial do câncer vem aumentando e que 12,4% das mulheres terão câncer de mama em alguma fase da vida

© DR

O câncer representa um grande desafio em termos de saúde pública. Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) revelam que, no Brasil, este ano deve contabilizar quase 600 mil novos casos da doença, sendo metade deles, em mulheres. Uma em cada cinco pacientes com câncer terá de lidar com o diagnóstico de câncer de mama – que, depois do câncer de pele não-melanoma, é o mais comum, seguido de cólon e reto, colo do útero, pulmão e estômago.

Depois dos 40 anos de idade, a doença aumenta progressivamente entre as mulheres. Estudos norte-americanos indicam que a incidência mundial do câncer vem aumentando e que 12,4% das mulheres terão câncer de mama em alguma fase da vida. Embora 87,6% não tenham de lidar com a doença, a realização anual da mamografia continua sendo o método mais importante de prevenção em pacientes com mais de 40 anos. Nos Estados Unidos, o câncer de mama atinge uma em cada 28 mulheres depois dos 60 anos, uma em cada 42 mulheres depois dos 50 anos e uma em cada 68 mulheres na faixa dos 40 anos. Antes disso a doença é considerada rara, atingindo uma em cada 227 mulheres.
Vivian Schivartche, médica radiologista do CDB Medicina Diagnóstica, afirma que para cada mulher, o risco pode ser maior ou menor, dependendo de inúmeros fatores – tanto os conhecidos como os ainda não completamente compreendidos. “Como a incidência do câncer de mama está intrinsecamente relacionada ao envelhecimento, o fator idade é o principal para determinar os riscos da doença. Sendo assim, enquanto mulheres jovens não devem se preocupar muito com isso, a menos que suas mães e irmãs tenham enfrentado o problema, depois dos 40 anos a preocupação deve ser relevante o suficiente para que se faça o exame mamográfico anualmente”.
A especialista afirma que a mamografia costuma apresentar sensibilidade em torno de 80%. Mas a introdução da tomossíntese mamária refinou o diagnóstico. “A tomossíntese, também chamada de mamografia 3D, costuma aumentar sensivelmente a detecção do câncer de mama, já que permite enxergar o tumor numa fase muito precoce e em mamas densas e heterogêneas. Porém, em pacientes de alto risco ou quando persistirem dúvidas, outros exames devem ser realizados de forma complementar, como a ultrassonografia e a ressonância magnética”.

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