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quinta-feira, 2 de abril de 2026

Argentina ré por injúria racial no Rio está de volta ao seu país

Na terça-feira a Justiça autorizou sua saída do Brasil

© Frame/Polícia Civíl do Rio de Janeiro

A advogada argentina Agostina Páez, ré por injúria racial após ofender funcionários de um bar de Ipanema, na zona sul da capital fluminense, em janeiro deste ano, já está de volta ao seu país.

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sábado, 7 de fevereiro de 2026

Justiça manda soltar turista argentina acusada de injúria racial

Ela havia sido presa pela manhã por decisão judicial

© Reprodução/@AgostinaPáez via Instagram

A Justiça do Rio de Janeiro revogou no final da tarde desta sexta-feira (6) a prisão preventiva da advogada e influencer argentina, Agostina Paez, acusada de ter cometido ofensas racistas, no dia 14 de janeiro, contra quatro funcionários de um bar em Ipanema. Agostina Paez foi liberada agora à noite na delegacia.

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Ofensas e exigência por delegado branco: o caso da gaúcha presa na Bahia

Gisele Madrid Spencer Cesar foi conduzida para a Delegacia Especializada de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa. Ao chegar à unidade policial, informou a Polícia Civil, a investigada continuou a adotar conduta discriminatória e pediu para ser atendida por um delegado de pele branca.

© Reprodução / Redes Sociais
JOÃO PEDRO PITOMBO
SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) - Uma turista do Rio Grande do Sul foi presa em flagrante nesta quarta-feira (21) pelo crime de injúria racial contra uma comerciante que trabalhava no Pelourinho, em Salvador. Testemunhas apontam que a suspeita proferiu ofensas de cunho racial e cuspiu na vítima.

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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Alunos fazem ataque racista contra professora em SP: 'Galinha preta'

Além da ofensa racista, os estudantes desenharem a suástica, símbolo associado ao nazismo de Adolf Hitler, na porta da sala de aula

© PIXABAY


Alunos do Ensino Médio da Escola Estadual Rui Barbosa Conselheiro, no Tremembé, Zona Norte de São Paulo, são suspeitos de fazerem um ataque racista contra a professora Odara Dèlé, que leciona Sociologia há quatro anos no estabelecimento. Além de desenharem a suástica, símbolo associado ao nazismo de Adolf Hitler, escreveram na porta da sala de aula dela "preta galinha do c***".

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terça-feira, 3 de julho de 2018

Mulher é chamada de 'preta fedida' e forçada a passar desodorante

'Eu só queria realizar o meu trabalho', disse a zeladora de 33 anos, que não quis se identificar

© iStock (Imagem ilustrativa)
Uma mulher de 33 anos, que trabalha como zeladora, sofreu racismo e foi agredida no seu ambiente de trabalho nesta segunda-feira (2), em Sinop, a 500 km de Cuiabá, no Mato Grosso.

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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Gerente de lanchonete chamado de 'macaco' denuncia cliente

A mulher foi autuada por injúria racial, crime que pode ser punido com um a três anos de prisão, além de pagamento de multa

© Reprodução / Tv Globo
O gerente de uma lanchonete em Copacabana, na zona sul do Rio, denunciou à polícia uma cliente que o chamou de "macaco" na noite do domingo, 4. A mulher foi autuada por injúria racial, crime que pode ser punido com um a três anos de prisão, além de pagamento de multa.

Segundo testemunhas que foram à delegacia apoiar o gerente, a mulher se revoltou com o fato de o banheiro do estabelecimento estar fechado e começou a xingar e a humilhar o funcionário. O caso aconteceu às 20h30 do domingo e a lanchonete estava cheia.
"Ela começou a xingar com palavras agressivas, com agressões verbais de tudo que é forma. Começou a bater no vidro, insistindo em me xingar de 'macaco'. Lá fora bateu no vidro e me chamou de 'macaco' bem alto. A própria colega dela tentou tapar a boca dela, sabendo que ela estava errada", contou o gerente da lanchonete, identificado como Paulo César, à reportagem da TV Globo. "Eu me senti humilhado, não esperava que isso fosse acontecer no meu próprio local de trabalho, onde trabalho há 12 anos. Isso não deve acontecer com ninguém."
Previsto no artigo 140, parágrafo 3º, do Código Penal, o crime de injúria racial se caracteriza pela ofensa "da dignidade ou do decoro utilizando elementos de raça, cor, etnia, religião, origem ou condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência".
Segundo a polícia, a mulher foi autuada por injúria e injúria por preconceito e liberada em seguida. Com informações de Estadão Conteúdo.

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