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sexta-feira, 31 de maio de 2019

PSDB realiza convenção nacional sem FHC e Aécio

A convenção vai confirmar o ex-deputado Bruno Araújo (PE) como presidente nacional do PSDB

© Heloísa Ballarini / SECOM

O PSDB realiza nesta sexta-feira, 31, a convenção nacional da legenda sem a presença de alguns caciques do partido, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o deputado federal Aécio Neves (MG). A convenção vai confirmar o ex-deputado Bruno Araújo (PE) como presidente nacional do PSDB, ampliando o controle do governador de São Paulo, João Doria, sobre sigla.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

PT apresenta 3 emendas à reforma da Previdência

O foco dos parlamentares é preservar as regras de aposentadoria para professores e para trabalhadores rurais

© Reuters
Deputados do PT apresentaram nesta quarta-feira, 22, três emendas à reforma da Previdência que tramita na Câmara. O foco dos parlamentares é preservar as regras de aposentadoria para professores e para trabalhadores rurais, impedindo que essas categorias sejam atingidas, por exemplo, pela idade mínima de 65 anos.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

PMDB é 'coadjuvante' mais bem-sucedido da América Latina

Para o Palácio do Planalto, o partido virou a bola da vez dos investigadores da Lava Jato

© Reuters
O PMDB vive no centro da crise política atual. Para o Palácio do Planalto, o partido virou a bola da vez dos investigadores da Lava Jato. Agora no poder, o PMDB é o partido mais exitoso entre os que têm vivido na zona de conforto das disputas presidenciais na América Latina. Essa é uma das conclusões do estudo financiado pela Fundação Getulio Vargas - Muito Difícil de Administrar, Muito Grande para Ignorar -, dos pesquisadores Carlos Pereira, Samuel Pessôa e Frederico Bertholini.

O trabalho, inédito com previsão de lançamento no Brasil no próximo trimestre, localizou partidos de toda a região com características atribuídas formalmente ao PMDB. A identidade peemedebista, portanto, consiste em partidos com ampla distribuição nacional, grande representação legislativa nos municípios e Estados, fragmentação interna por interesses regionais e individuais, ideologia amorfa e sem uma agenda política definida.
Esse perfil é denominado na pesquisa como "legislador mediano", ou seja, partido coadjuvante em presidencialismo multipartidário que prefere atuar nos domínios legislativos a apresentar candidatos competitivos em disputa majoritária. Vive sem correr muitos riscos. "São partidos que preferem trilhar um caminho fundamentalmente legislativo ao não apresentar candidatos competitivos para a Presidência da República. Ou seja, têm grande flexibilidade política e ideológica para fazer parte de governos com perfil mais liberal ou mais conservador", diz o cientista político Carlos Pereira.
Na América Latina, o PMDB é o partido que aproveita mais as oportunidades da condição de legislador mediano. Essa trajetória começou com a derrota de seu último candidato ao Palácio do Planalto, Orestes Quércia, em 1994. Manteve-se nessa posição até o impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff, em maio deste ano. A partir daí, tornou-se majoritário sem ter lançado candidato à Presidência em 2014. "As derrotas eleitorais de Ulysses (Guimarães, em 1989) e Quércia geraram não apenas perdas dos seus respectivos candidatos à Presidência, mas também para o partido em todas as esferas municipal, estadual e legislativa. Essas derrotas foram um duro aprendizado para o PMDB, pois ajudaram a solidificar uma trajetória eminentemente legislativa para o partido", confirma Pereira.
A chegada não programada teria gerado desconforto entre seus quadros, segundo os pesquisadores. "Com o impeachment, foi alçado à trajetória majoritária presidencial, o que gerou bastante desconforto e resistências de algumas de suas lideranças regionais que não estavam tão dispostas a correr os maiores riscos inerentes dessa rota. Desde que o presidente Temer assume a Presidência, várias lideranças do PMDB pagaram preços muito altos, tais como Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Sérgio Cabral, Geddel Vieira Lima, entre outros", aponta.
A mudança de posição do PMDB lançou automaticamente o PSDB à uma colocação provisória de partido mediano, no sentido definido pela pesquisa daquele que desempenha um papel de apoio à atual Presidência, ainda que tenha apresentado candidatos ao Palácio do Planalto em todas as eleições majoritárias do período da redemocratização. "Para mim, o PSDB é hoje o PMDB do PMDB", diz.
Um cálculo vitorioso não pode prescindir de uma legenda peemedebista em nenhuma disputa presidencial, visto que sai, inclusive, até mais barato para a aliança, o que vem a ser a outra descoberta da pesquisa. "É mais caro para o presidente quando ele governa com muitos partidos pequenos do que com um partido com perfil do PMDB", revela Pereira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

PT diz que há ‘golpe continuado’ contra Lula e vai contra-atacar

Para isso, a sigla pretende continuar com a campanha internacional iniciada no impeachment de Dilma

© Reuters
Depois que Lula foi denunciado pelo Ministério Público, o PT quer contra-atacar. De acordo com a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a tática do partido agora é aumentar o tom. 

A reportagem apurou que o PT vai afirmar que há um “golpe continuado” em curso, contra Lula. O objetivo seria impedir que ele volte à Presidência em 2018. Para isso, a sigla pretende continuar com a campanha internacional iniciada no impeachment de Dilma.

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