Para aliados, Lula, cuja gestão tem o mote de "União e Reconstrução", deve se mover no sentido de separar os radicais de extrema direita para não inviabilizar sua inserção entre a metade da população que votou em Jair Bolsonaro (PL).
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CAROLINA LINHARES
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Depois que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumiu a Presidência, no último dia 1º, dizendo não carregar "ânimo de revanche contra os que tentaram subjugar a nação a seus desígnios pessoais e ideológicos", mas que iria "garantir o primado da lei", os atos golpistas do último domingo (8) justificaram a crescente pressão por punição aos atentados contra a democracia.
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