Estudo afirma que não há evidências de que a cidade de Akhenaton, atual Amarna, tenha sido destruída por uma epidemia mortal no século 14 a.C
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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Uma das histórias mais conhecidas sobre o Egito antigo pode estar errada. Um novo estudo afirma que não há evidências de que a cidade de Akhenaton, atual Amarna, tenha sido destruída por uma epidemia mortal no século 14 a.C. //








