As homenagens continuam agora à tarde em frente ao quiosque onde o jovem, de 24 anos, trabalhava e foi morto por exigir o pagamento do salário atrasado.
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Uma missa celebrada na manhã desta terça-feira (24) no Santuário Cristo Redentor marcou o início das homenagens ao congolês Moïse Kabagambe, assassinado a pauladas há exatamente um ano no quiosque Tropicália, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. As homenagens continuaram à tarde em frente ao quiosque onde o jovem, de 24 anos, trabalhava e foi morto por exigir o pagamento do salário atrasado. Ele se tornou símbolo da luta por respeito e garantia dos direitos dos refugiados no Brasil.
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