A temporada de verão 2022 estendida em setembro e o início deste mês desencapou os corpos nas passarelas, jogou luz às barrigas tanquinho e postergou, ou sepultou, a dita mudança fundamental que a pandemia traria
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| © Getty Images |
PEDRO DINIZ
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Qual seria o oposto de todo o empacotamento costurado em moletom visto, vendido e usado a rodo nos meses mais solitários da pandemia? A resposta define como a temporada de verão 2022 estendida em setembro e o início deste mês desencapou os corpos nas passarelas, jogou luz às barrigas tanquinho e postergou, ou sepultou, a dita mudança fundamental que a pandemia traria.
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Qual seria o oposto de todo o empacotamento costurado em moletom visto, vendido e usado a rodo nos meses mais solitários da pandemia? A resposta define como a temporada de verão 2022 estendida em setembro e o início deste mês desencapou os corpos nas passarelas, jogou luz às barrigas tanquinho e postergou, ou sepultou, a dita mudança fundamental que a pandemia traria.
