Empresas começaram a desenhar produtos adequados para o bolso dos brasileiros das classes C, D e E na expectativa do retorno do consumo popular
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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias (PT), afirmou que a revisão do Cadastro Único, a base de dados sobre beneficiários do Auxílio Brasil, que o governo já chama de Bolsa Família, pode ser concluída em até 90 dias.
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O governo Lula estuda anistiar as dívidas dos beneficiários do Auxílio Brasil que fizeram empréstimo consignado no ano passado. O ministro de Desenvolvimento Social, Wellington Dias, confirmou ao Estadão que o tema está sendo avaliado no âmbito de programa mais amplo de renegociação de dívidas em elaboração pelo governo. Questionado pela reportagem sobre a discussão da anistia para os beneficiários do consignado, o ministro, que assumiu o cargo na segunda-feira, respondeu: "Tem uma proposta de anistia para os endividados. Certamente, esses são endividados".
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O ex-juiz e senador eleito pelo Paraná, Sérgio Moro, usou suas redes sociais para questionar e tecer críticas ao discurso de posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que ocorreu beste domingo, 1º. "Não quero atrapalhar a festa, mas, em algum momento, vocês ouviram Lula falar em combater a corrupção nos seus discursos de ontem?", disse na postagem.
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O novo ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, reafirmou hoje (3), em cerimônia para assumir o cargo, o compromisso do governo com a erradicação da fome no país.
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O ex-governador da Bahia Rui Costa assumiu oficialmente o comando da Casa Civil nesta segunda-feira (2), em uma cerimônia no Palácio do Planalto. O evento não teve a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estava em agenda com chefes de Estado.
No cenário interno, os desafios de Haddad não são pequenos
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já assinou os primeiros atos de seu governo. A lista inclui despacho que autoriza ministros a retirarem Petrobras, Correios e Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) do processo de desestatização, iniciado pelos ministros do governo de Jair Bolsonaro.
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Recuperar o orçamento e estabelecer medidas de resgate da autoridade sanitária e da capacidade técnica do Ministério da Saúde para a coordenação do Sistema Único de Saúde (SUS) estão entre os principais desafios do governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, que toma posse no próximo domingo (1º).
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O gesto foi simbólico. Quando o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o nome da senadora Simone Tebet (MDB-MS) para o Ministério do Planejamento e Orçamento, ela foi até onde estava o futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o chamou para tirar a foto junto com o presidente eleito. "Somos de origem libanesa. Não tem como dar errado", disse logo a futura ministra e presidenciável, que escolheu usar no anúncio dos novos ministros uma camisa vermelha - cor símbolo do PT.
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O grupo de Infraestrutura no governo de transição indicou a necessidade de a futura presidência de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) revisar o modelo de leilão de rodovias adotado na administração de Jair Bolsonaro (PL). Pela sistemática atual, as empresas que disputam os leilões podem oferecer desconto na tarifa até um certo limite - se mais de uma ofertar o deságio máximo, a licitação é decidida pela outorga (o valor que as empresas pagam pelo direito de explorar a concessão). É o chamado modelo 'híbrido'.
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BRASÍLA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente eleito e diplomado Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta quinta-feira (29), além de ministros, quem serão os líderes do seu governo na Câmara dos Deputados, no Senado Federal e no Congresso Nacional.
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