Elizeta intensificou os trabalhos do setor na PGR (Procuradoria-Geral da República) que apura crimes contra a democracia atribuídos a pessoas próximas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e manteve uma postura discreta, sem incomodar o governo
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| © Reprodução Notícias ao Minuto |
(FOLHAPRESS) - Em um mês como procuradora-geral da República interina, Elizeta Ramos mandou sinais ao presidente Lula (PT) na tentativa de se cacifar para ser efetivada no cargo. Mas ela também fez gestos à parcela da instituição que se aproximou da Lava Jato nos últimos anos.
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