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segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

Haverá centralidade nas decisões e anúncios do governo, diz Rui Costa

Chefe da Casa Civil falou sobre reunião ministerial que durou 7 horas

© Ailton Fernandes/Casa Civil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encerrou, nesta segunda-feira (20), por volta das 16h30, uma reunião de aproximadamente 7 horas com todos os 38 ministros de seu governo. A primeira reunião ministerial do ano, que começou às 9h30, marcou também o balanço de 2024 e o planejamento do governo para 2025 e para a segunda metade do mandato.

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Câmara vai estudar reajuste do salário de congressistas, diz deputado

Há pressão no Legislativo para que a medida seja estendida aos 594 parlamentares

© Wilson Dias/Agência Brasil 

O deputado federal Fernando Giacobo (PR-PR), primeiro-secretário da Câmara, afirmou nesta quarta-feira (5) que a Casa irá fazer um estudo sobre a viabilidade jurídica de aprovar, ainda neste ano, reajuste aos salários dos parlamentares, hoje em R$ 33,7 mil ao mês.

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segunda-feira, 16 de abril de 2018

Gasto do governo com pessoal encosta no teto e é o maior desde 2000

Em 2017, as despesas foram de R$ 288,7 bilhões e atingiram 41,8%, chegando perto do limite fixado na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que é de 50%

© DR
Desde 2000, a receita corrente líquida (RCL) no país nunca foi tão alta. Os gastos do governo com pessoal, ou seja, pagamento de salários e de beneficiários previdenciários, foram divulgados nesta segunda-feira (16), pelo Ministério do Planejamento. No ano passado, as despesas foram de R$ 288,7 bilhões e atingiram 41,8%, chegando perto do limite fixado na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que é de 50%.

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quinta-feira, 29 de março de 2018

Lucro estatais salta mais de 215% e fecha 2017 em R$ 28,4 bilhões

Comparado a 2016, resultado das empresas federais cresceu 215,5%. Petrobras saiu do prejuízo para lucro de R$ 377 milhões

© DR

As empresas estatais federais registraram lucro de R$ 28,4 bilhões em 2017. Segundo levantamento do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, houve um aumento de 215,5% frente a 2016, quando elas registraram lucro de R$ 9 bilhões. As informações foram divulgadas nessa quarta-feira (28).

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sábado, 30 de dezembro de 2017

Abertura de concursos públicos federais deverá ser retomada em 2018

Planejamento reservou R$ 550 milhões para concursos públicos do próximo ano

© Divulgação


O governo federal voltará a abrir concursos públicos em 2018, segundo informou o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. A medida rompe com um período de estagnação de quase dois anos sem concursos na esfera federal.

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sábado, 19 de agosto de 2017

Especialista ensina caminho para garantir uma aposentadoria sustentável

Autor da obra "Terapia Financeira" dá dicas para garantir um futuro financeiro conveniente

© iStock
Grande parte das pessoas não pensa em um planejamento financeiro visando o futuro quando conseguem poupar. O educador financeiro Reinaldo Domingos, autor da obra "Terapia Financeira", procurou dar dicas para quem procura garantir uma aposentadoria sustentável, e tem dificuldade em se planejar. 

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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Famílias adiam compras de bens não essenciais, diz IBGE

Gerente da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE diz que a deterioração do mercado de trabalho também prejudicou o consumo das famílias no último ano

© DR
As famílias brasileiras já fizeram seu próprio ajuste fiscal e agora adiam compras de bens que não são considerados essenciais, apontou Isabella Nunes, gerente da Coordenação de Serviços e Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Todas as atividades do varejo acumulam queda nas vendas nos 12 meses encerrados em outubro, mas as perdas são menos acentuadas para supermercados (-3,5%) e artigos farmacêuticos (-0,8%). "As atividades de hipermercados e farmacêutica, que são bens essenciais, têm queda, mas abaixo da média. As famílias já fizeram seus ajustes e realmente estão adiando compras de bens não essenciais, e principalmente que envolvem parcela mais elevada da renda ou período maior de financiamento", disse Isabella.
Na média do comércio varejista, o recuo alcançou o recorde de -6,8% em outubro. No varejo ampliado, que inclui os setores de veículos e material de construção, a perda em 12 meses está em 9,8%.
Os setores com as maiores retrações foram livros e jornais (-16,8%), veículos e motos, partes e peças (-16,1%), móveis e eletrodomésticos (-14,3%), e equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-13,5%).
As demais perdas foram assinaladas por material de construção (-12,3%), tecidos, vestuário e calçados (-11,5%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-10,3%) e combustíveis e lubrificantes (-10,0%). "Há um movimento espalhado de perdas, não está concentrado em algumas atividades", ressaltou a gerente do IBGE.
Além da inflação que corroeu o poder de compra da população e afetou especialmente as atividades com aumentos maiores, a deterioração do mercado de trabalho também prejudicou o consumo das famílias no último ano, contou a pesquisadora.
Em relação a outubro de 2015, as vendas do comércio encolheram 8,2%. O número de trabalhadores com carteira assinada recuou mais do que já vinha caindo no ano anterior, assim como a massa de rendimentos real recebida pelos ocupados.
"A perda da massa de rendimento influencia direto os supermercados, que tem relação muito grande com a renda das famílias. A diferença do mercado de trabalho é que a conjuntura de 2015 para 2016 ficou mais negativa para a massa de rendimento, e para o volume de trabalhadores com carteira assinada, indicador importante para a confiança, porque tem toda a segurança que o emprego formal dá", explicou Isabella.
Os juros mais altos e o crédito mais restrito também atrapalharam as vendas de bens duráveis, como móveis e eletrodomésticos. "Está 10% mais caro pegar um empréstimo em outubro desse ano do que era em outubro de 2015", lembrou a pesquisadora. "É claro que eletrodoméstico não é só juros, tem renda também, tem outros fatores inibidores", acrescentou.
Em relação a outubro de 2015, houve perdas em todas as atividades do varejo em outubro deste ano: Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-6,5%); Móveis e eletrodomésticos (-13,3%); Combustíveis e lubrificantes (-10,4%); Tecidos, vestuário e calçados (-12,1%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-7,6%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-6,1%), Livros, jornais, revistas e papelaria,
(-17,3%); e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-6,7%).
No varejo ampliado, a queda de 10,0% para o volume de vendas teve influência ainda de Veículos, motos, partes e peças (-13,5%) e de Material de construção (-13,8%). O volume de vendas do comércio varejista recuou em 25 dos 27 estados, com recuos mais intensos na Paraíba (-18,7%) e no Amapá (-16,9%), mas os maiores impactos sobre o total nacional foram de São Paulo (-6,4%) e Rio de Janeiro (-10,6%).
Perdas concentradas
As perdas no comércio varejista na passagem de setembro para outubro foram mais concentradas do que nos meses anteriores. O recuo de 0,8% no volume vendido foi determinado pelas quedas nos setores de supermercados e combustíveis, prejudicados por pressões inflacionárias, explicou Isabella.
Os supermercados venderam 0,6% menos, enquanto combustíveis tiveram retração de 1,7%, dentro da Pesquisa Mensal de Comércio."Essas atividades estão com pressão inflacionária maior que a média, tanto supermercados como combustíveis", disse Isabella.
Segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apurado pelo IBGE, a inflação acumulada em 12 meses encerrou outubro em 7,9%, enquanto os aumentos de preços acumulados pela alimentação no domicílio alcançaram 14,8% no mesmo período.
Na comparação com outubro de 2015, os supermercados tiveram uma perda de 6,5% nas vendas, o pior desempenho desde junho de 2003, quando a queda alcançou 8,6%. "Outubro começa com um ritmo mais acentuado de perda de vendas do que nos trimestres anteriores", disse Isabella.
A queda de 8,2% registrada pelo varejo restrito em outubro ante outubro foi a mais intensa da série histórica, iniciada em 2001. O desempenho negativo ainda se dá sobre uma base de comparação baixa, já que em outubro de 2015 o varejo já tinha encolhido 5,7%, lembrou Isabella.
A pesquisadora ressaltou ainda que, nos trimestres anteriores, o varejo vinha encolhendo em ritmo menor: -7,0% no primeiro trimestre ante o mesmo período do ano anterior; -6,9% no segundo trimestre; e -5,6% no terceiro trimestre. Com informações do Estadão Conteúdo. 

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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Orçamento prevê salário mínimo de R$ 945,80 em 2017

Valor consta do projeto do Orçamento Geral da União de 2017, enviado hoje (31) pelo governo ao Congresso Nacional

© DR
O salário mínimo para o ano que vem ficará em R$ 945,80, anunciou há pouco o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. O valor consta do projeto do Orçamento Geral da União de 2017, enviado hoje (31) pelo governo ao Congresso Nacional.

A proposta foi entregue por Oliveira e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ao presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL). O texto foi enviado ao Congresso logo após a cerimônia de posse do presidente Michel Temer, no Senado.
Os demais parâmetros para a economia no próximo ano, que haviam sido divulgados pela equipe econômica no último dia 17, foram mantidos. A estimativa de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 4,8% para 2017.
A previsão para o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos em um país) ficou em 1,6%. O projeto prevê taxa de câmbio média de R$ 3,40 no dólar para o próximo ano, contra R$ 3,50 em 2015, e de taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada de 12,1% ao ano em 2017, contra 14% neste ano. Com informações da Agência Brasil.

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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Geração Y sabe de mudança na Previdência, mas não pensa sobre

62% dos jovens entre 23 e 34 anos já ouviram falar a respeito de mudanças que o atual governo pretende fazer nas regras da Previdência

© DR
Os jovens da geração Y serão diretamente afetados pelas prováveis mudanças na Previdência Social que estão em gestação no País. Embora tenham conhecimento disso, pesquisas mostram que eles falham no planejamento e veem a aposentadoria como algo muito distante e não sabem - ou não querem - lidar com isso.

A pedido do jornal O Estado de S. Paulo, a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) e o instituto de pesquisa Ipsos fizeram um recorte de um ampla pesquisa sobre o tema divulgada na semana passada. A conclusão é que 62% dos jovens entre 23 e 34 anos já ouviram falar a respeito de mudanças que o atual governo pretende fazer nas regras da Previdência, número superior à média geral (54%) e de grupos mais próximos de se aposentar, como a faixa de 50 a 59 anos (46%).
Mas, apesar de conhecerem a discussão, os jovens pouco sabem sobre o funcionamento do sistema de Previdência Social. Metade disse não saber nada ou desconhecer detalhes sobre o caminho para a aposentadoria - acima da média da população (46%).
De acordo com uma pesquisa do banco BNY Mellon, feita em parceria com a Universidade de Cambridge, isso não é, necessariamente, reflexo de falta de interesse dos jovens, mas sim uma grande falha na comunicação que é feita com eles.
"Não está sendo falado para essa geração qual é o tamanho da montanha de dinheiro que eles precisam escalar", diz a pesquisa, que ouviu jovens do Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Japão e Holanda, nascidos entre meados de 1980 até a virada do século.
No caso particular do Brasil, no entanto, percebe-se um sentimento de negação da realidade. Na amostra geral, 77% dos jovens disseram que querem saber a verdade sobre como será a sua aposentadoria, enquanto no Brasil esse número cai para 48%.
Mais do que isso, um terço dos jovens brasileiros afirmou que prefere não saber como será o futuro financeiro na terceira idade, por "não saber lidar com a verdade", bem acima da média global (12%).
A verdade é que não dá para esperar o tempo passar. Nas contas do superintendente de investimentos do banco Santander, Marcos Figueiredo, para garantir a mesma renda do tempo da ativa aos 65 anos, um jovem de 25 anos precisa investir 10% do salário. Aos 45 anos, esse valor sobe para 31%.
Para Vanessa Vidutto, advogada especializada em planejamento previdenciário, a negação do jovem brasileiro é reflexo de uma característica de imediatismo dessa geração. "Existe uma falta de compromisso a longo prazo e isso se reflete diretamente na questão da previdência, que exige planejamento", disse.
Aline Sun, sócia da Guide Investimentos e responsável por um novo projeto de planejamento financeiro da empresa, é mais otimista. "Acredito que o protagonismo dessa geração supera o imediatismo. Esse jovem quer ter controle da própria vida, e a melhor forma de ter isso é se planejando financeiramente."
Previdência privada
Em um cenário em que a Previdência Social deve ficar mais restrita, a oferta de produtos financeiros para complementar a renda na aposentadoria tende a crescer no País. Para o economista e pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Paulo Tafner, a reforma do modelo previdenciário é importante porque pode gerar oportunidades para a criação de produtos que atendam às particularidades da juventude.
Com 25 anos e apenas dois de contribuição ao INSS, o servidor público Rodrigo Blanco Galvão está pessimista com o futuro da Previdência Social no País e, por isso, quer começar a investir em uma previdência privada a partir do ano que vem.
Ainda sem objetivos muito claros, ele pensa em contratar o produto no próprio banco, mas não pensando em guardar o dinheiro exclusivamente para a aposentadoria. "O objetivo é ter uma reserva para quando eu precisar, como para dar entrada em um imóvel", explica.
Para Aura Rebelo, diretora de marketing e canais da Icatu Seguros, esse desejo mostra a necessidade de criar produtos mistos, que possam, ao mesmo tempo, atingir objetivos diversos, como estudo, viagens, casamento e filhos. Com informações do Estadão Conteúdo.

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