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domingo, 28 de setembro de 2025

Humorista se pronuncia e chora após condenação por estupro da filha; veja

A condenação veio após recurso do Ministério Público, que contestou a absolvição obtida por Cris Pereira em primeira instância. O processo corre em segredo de Justiça, mas a segunda instância reformou a sentença inicial e impôs a pena ao humorista, que deve recorrer da decisão.

© Reprodução / Instagram
O humorista Cristiano Pereira, conhecido como Cris Pereira e integrante do programa A Praça é Nossa, do SBT, foi condenado a 18 anos, 4 meses e 15 dias de prisão em regime fechado por estupro de vulnerável. A decisão foi tomada pela 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) e publicada em 25 de setembro.

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terça-feira, 8 de setembro de 2020

Na TV, Bolsonaro diz defender democracia, mas celebra golpe de 1964

As declarações foram dadas por ocasião das comemorações do Dia da Independência do Brasil

© Reuters
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou em cadeia de rádio e televisão nesta segunda-feira (7) que defende a democracia, mas voltou a exaltar o golpe de 1964 que deu início à ditadura militar. Em meio ao pronunciamento, foram registrados panelaços contra o presidente em capitais como São Paulo, Rio e Brasília.

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sábado, 25 de abril de 2020

"Falei a deputados que conheceriam quem não me quer na cadeira"

Nas palavras do presidente da República, porém o ex-juiz da Lava Jato levantou argumentos para causar uma divisão entre Bolsonaro e a população.

© Reuters
O presidente Jair Bolsonaro fez questão de deixar claro, em discurso no Palácio do Planalto, que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, quer vê-lo fora da cadeira presidencial. Moro anunciou sua demissão mais cedo após acusar Bolsonaro de interferir na Polícia Federal.

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sexta-feira, 24 de abril de 2020

"Se posso trocar ministro, por que não posso trocar diretor da PF?"

Bolsonaro se queixou de, na avaliação dele, a PF dar mais atenção ao assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) do que ao atentado contra ele na campanha presidencial.

© Reuters
O presidente Jair Bolsonaro contestou Sérgio Moro após o ex-juiz da Lava Jato e agora ex-ministro da Justiça e Segurança Pública anunciar sua demissão acusando o chefe do Planalto de interferência na Polícia Federal. "Oras bolas, se eu posso trocar um ministro por que não posso trocar o diretor da Polícia Federal?", questionou Bolsonaro em discurso no Palácio do Planalto.

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quinta-feira, 9 de abril de 2020

Brasil vai receber matéria-prima para hidroxicloroquina, diz Bolsonaro

Em pronunciamento, o presidente reafirmou que o objetivo principal do governo “sempre foi salvar vidas”.

© Reuters
O presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento em rede nacional de rádio e TV na noite desta quarta-feira (8) no qual afirmou que o Brasil irá receber da Índia, até sábado (11), a matéria-prima para produzir a hidroxicloroquina, remédio utilizado para tratamento experimental da covid-19 e também usado no tratamento de doenças como malária, lúpus e artrite.

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terça-feira, 31 de março de 2020

"Estamos diante do maior desafio da nossa geração", diz Bolsonaro

Segundo Bolsonaro, o Brasil avançou muito nos últimos 15 meses, desde que tomou posse em janeiro de 2019, e sua preocupação sempre foi salvar vidas.

© Reuters
O presidente Jair Bolsonaro fez na noite desta terça-feira (31) um novo pronunciamento em rede nacional de rádio e TV no qual afirmou que a pandemia provocada pelo novo coronavírus (covid-19) é o “maior desafio da nossa geração”. 

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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Presidente do Chile pede desculpas e anuncia pacote de medidas sociais

Sebastián Piñera anunciou uma série de medidas para aliviar as tensões no país

© Rodrigo Garrido / Reuters
O presidente do Chile, Sebastián Piñera, fez um pronunciamento em rede nacional na noite de ontem (22) onde pediu perdão aos chilenos pela falta de visão de problemas históricos. Ele anunciou uma série de medidas para aliviar as tensões no país, como um incremento às aposentadorias, a criação de um teto para os gastos com medicamentos, a redução nas tarifas de energia elétrica e o aumento dos impostos para os ricos.

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Papa alerta para 'desinformação e distorção de fatos' na web

Francisco disse que redes se tornaram vitrine do narcisismo.

© DR
Em mensagem por ocasião da Jornada Mundial das Comunicações Sociais, o papa Francisco alertou nesta quinta-feira (24) para a "desinformação" e a "distorção consciente dos fatos" compartilhados na internet. No texto, o Pontífice reforça que "a rede é um recurso do nosso tempo: uma fonte de conhecimentos e relações outrora impensáveis". No entanto, diversos especialistas "destacam também os riscos que ameaçam a busca e a partilha de informação autêntica à escala global", principalmente em decorrência das "transformações impressas pela tecnologia às lógicas da produção, circulação e fruição dos conteúdos". "Se é verdade que a internet constitui uma possibilidade extraordinária de acesso ao saber, verdade é também que se revelou como um dos locais mais expostos à desinformação e à distorção consciente e pilotada dos fatos e relações interpessoais, a ponto de muitas vezes cair no descrédito", alerta Francisco.

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domingo, 27 de maio de 2018

Temer anuncia 5 medidas para encerrar paralisação de caminhoneiros

Presidente fez pronunciamento na noite deste domingo (27)

© Alan Santos/PR

O presidente Michel Temer anunciou na noite deste domingo (28) uma série de medidas para tentar colocar fim à paralisação de caminhoneiros de todo o Brasil.

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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Temer aciona 'forças federais de segurança' para desbloquear estradas

Presidente disse ainda ter solicitado aos governadores que tomem a mesma medida

© Marcos Corrêa/PR
O presidente Michel Temer fez um pronunciamento no início desta sexta-feira (25) para anunciar um plano de segurança para liberar as estradas parcialmente bloqueadas por caminhoneiros.Ele disse que vai usar as forças federais e pediu que os governadores façam o mesmo. Segundo Temer, uma minoria radical está impedindo "que muitos caminhoneiros levem adiante seu desejo de atender a população e fazer seu trabalho".

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quinta-feira, 5 de abril de 2018

Exército defende declarações de general Villas Bôas no Twitter

O posicionamento do Exército foi enviado depois de a reportagem questionar a instituição sobre o Regulamento Disciplinar do Exército

© Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Exército brasileiro defendeu nesta quarta-feira (4) as manifestações do general Eduardo Villas Bôas na véspera do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Pelo Twitter, ele afirmou que a instituição não aceitava "impunidade" e que estava atenta "às suas missões institucionais".

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segunda-feira, 12 de março de 2018

Trump defende pena de morte para traficantes de drogas

Para ele, é preciso "iniciar uma discussão sobre a medida"

© Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu a aplicação da pena de morte para traficantes de drogas, neste domingo (11), em um comício realizado na Pensilvânia. 

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quarta-feira, 7 de março de 2018

Lula: 'Vão ter que arcar com o preço de decretar minha prisão'

Ex-presidente se pronunciou após decisão do Superior Tribunal de Justiça

© Ueslei Marcelino / Reuters
O ex-presidente Lula publicou um vídeo nas redes sociais para comentar a decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), proferida nesta quarta-feira (6), de negar habeas corpus que o livraria da prisão após sua condenação em segunda instância.

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domingo, 31 de dezembro de 2017

Coreia do Norte diz que 'avançará' com programa nuclear

Regime criticou manobras militares dos EUA na península coreana

© Reuters

A Coreia do Norte informou neste sábado (30), através de sua agência de notícias oficial 'KCNA', que não vai parar com seu programa de desenvolvimento de armas nucleares enquanto os Estados Unidos e seus aliados "não pararem com a chantagem e os exercícios de guerra" na região.

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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Na TV, Temer ignora Lava Jato e pressiona Congresso por Previdência

Presidente fez pronunciamento na noite deste domingo (24)

© Marcos Corrêa/PR
No encerramento do ano em que quase perdeu o mandato e em que viu aliados irem para a cadeia na esteira da Lava Jato, o presidente Michel Temer fez na noite desde dia 24 um pronunciamento em que não mencionou o tema corrupção.

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Temer anuncia projeto de lei para regulamentar direito de greve

O objetivo é tentar impedir a paralisação dos serviços essenciais, que têm sido prejudicados em várias mobilizações

© Estadao Conteudo
O presidente Michel Temer anunciou, em pronunciamento nesta segunda-feira, 13, que vai enviar ao Congresso projeto de lei regulamentando a lei de greve para tentar impedir a paralisação dos serviços essenciais, que têm sido prejudicados em várias mobilizações de suas respectivas categorias, conforme foi antecipado pelo Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado. Ele não informou quais setores serão contemplados no projeto, mas uma das preocupações básicas do governo é com o setor de saúde.

Embora o presidente tenha dito que a decisão do envio do PL ao Congresso nada tem a ver com "a insurgência" dos policiais militares do Espírito Santo, porque a sindicalização e a greve dos militares das Forças Armadas e dos Policiais Militares já são proibidos pela Constituição, esta paralisação foi uma motivação para o governo por causa da previsão de inúmeras greves que ameaçam pipocar em diversos setores, já que, em decorrência das restrições orçamentárias, muitas categorias ficarão sem receber reajustes que estão pleiteando.
Durante a declaração à imprensa, Temer lembrou ainda que, embora o Supremo Tribunal Federal já tenha se pronunciado em relação à proibição de greves em setores essenciais, não existe legislação regulamentando a questão, embora existam muitos projetos tramitando no Congresso.
Em sua fala, o presidente aproveitou para avisar que "o governo federal decidiu pôr as Forças Armadas à disposição em toda e qualquer hipótese desordem dos Estados da Federação brasileira". Depois de reiterar que as PMs não podem fazer greve, o presidente avisou ainda que, "se outros episódios (de paralisação de PMs) vierem a verificar-se, aplicar-se-á única e tão somente o texto constitucional".
Temer citou que a Constituição, "muito atenta à suprema essencialidade dos serviços de segurança pública, previu desde logo a proibição absoluta de greve nesta atividade e também a possibilidade de sindicalização". O presidente lembrou que foi secretário de Segurança de São Paulo e sempre teve "permanente colaboração da PM".
O presidente lembrou também que a Polícia Militar era e continuará sendo a "garantidora da lei e da ordem". Pregou ainda que todas as polícias tenham comportamento de "cumprir missão constitucional, independente da natureza federal".
Ao falar da regulamentação do direto de greve, o presidente Temer salientou que, "pela Constituição, certos serviços essenciais não podem ficar paralisados". Para ele, "até hoje, embora haja muitos projetos correndo no Congresso, nós vamos adicionar mais um projeto para que possa ser examinado" pelos parlamentares. "Todos sabemos que o STF, em vários momentos, já se manifestou sobre essa matéria, em face da omissão, da não aprovação de um projeto de lei disciplinador do texto constitucional", declarou Temer, sem detalhar qual o espírito do texto que o Planalto quer encaminhar para apreciação dos parlamentares.
O governo quer restringir o direito de greve para algumas carreiras específicas, mas não detalhou quais. No caso das polícias, o governo reiterou que elas já são proibidas de fazer paralisação. Na regulamentação, a ideia é, por exemplo, introduzir a exigência para que um porcentual da categoria seja obrigada a prestar serviços à população, além do estabelecimento de multas, em caso de desobediência. Com informações do Estadão Conteúdo.

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sábado, 26 de novembro de 2016

Obama: "história vai registrar e julgar o enorme impacto" de Fidel

Em pronunciamento, presidente dos Estados Unidos ofereceu condolências à família do líder cubano

© Reuters
Após a morte do líder cubano Fidel Castro no início deste sábado, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou que "a história vai registrar e julgar o enorme impacto desta figura singular nas pessoas e no mundo ao seu redor".

O passado entre os EUA e Cuba foi marcado por desentendimentos políticos profundos, mas Obama disse que, durante o seu mandato, os dois países se uniram para enterrar esses conflitos. "Durante a minha presidência, nós trabalhamos muito para colocar o passado para trás, perseguindo um futuro no qual a relação entre nossos dois países seja definido não pelas nossas diferenças, mas pelas muitas coisas que compartilhamos enquanto vizinhos e amigos – laços de família, cultura, comércio e humanidade comum", diz.
Leia o pronunciamento completo de Barack Obama, publicado no G1:
"Neste momento do falecimento de Fidel Castro, nós estendemos uma mão de amizade ao povo cubano. Sabemos que esse momento enche os cubanos – em Cuba e nos Estados Unidos – com emoções poderosas, relembrando as incontáveis maneiras com as quais Fidel Castro alterou o curso de suas vidas individuais, de suas famílias, e da nação cubana. A história vai registrar e julgar o enorme impacto desta figura singular nas pessoas e no mundo ao seu redor.
Por quase seis décadas, a relação entre os Estados Unidos e Cuba foi marcada por discórdia e desentendimentos políticos profundos. Durante a minha presidência, nós trabalhamos muito para colocar o passado para trás, perseguindo um futuro no qual a relação entre nossos dois países seja definido não pelas nossas diferenças, mas pelas muitas coisas que compartilhamos enquanto vizinhos e amigos – laços de família, cultura, comércio e humanidade comum. Esse compromisso inclui as contribuições de cubanos-americanos, que fizeram tanto por nosso países e que se importam profundamente pelos seus entes amados em Cuba.
Hoje, nós oferecemos nossas condolências à família de Fidel Castro, e nossos pensamentos e orações estão com o povo cubano. Nos dias que virão, eles se lembrarão do passado e também olharão para o futuro. Ao fazer isso, o povo cubano deve saber que eles têm nos Estados Unidos um amigo e parceiro."

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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

"Provem que sou culpado e vou a pé até a delegacia", diz Lula

A coletiva foi finalizada sem tempo para perguntas

© REUTERS/Fernando Donasci
Após ser denunciado por força-tarefa da Lava Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez pronunciamento na tarde desta quinta (15), em coletiva de imprensa em São Paulo. Ao lado de aliados do partido, ele reafirmou sua inocência e disse que, caso comprovado contra ele qualquer ato de corrupção, iria a pé até a delegacia, "como os fiéis vão até Aparecida do Norte para pagarem seus pecados".

Durante a declaração, Lula contou histórias, fez piadas com referência à fala do procurador da República Deltan Dallagnol e chegou a pedir aos petistas que vestissem vermelho pelo "orgulho que têm pelo partido".
Emocionado, o ex-presidente diz que "conquistou o direito de andar de cabeça erguida" e pediu respeito à sua família. "Querem me investigar? Que me investiguem. Eu só quero que sejam verdadeiros comigo. Eu só quero que respeitem a dona Marisa."
A coletiva foi finalizada sem tempo para perguntas. O ex-presidente Lula foi denunciado ontem pela força-tarefa da Lava Jato sob acusação de corrupção e lavagem de dinheiro. Os investigadores afirmam que o petista comandou o esquema de corrupção na Petrobras e atuou, junto com a empreiteira OAS, no desvio de ao menos R$ 87,6 milhões da estatal. Após apresentação da denúncia da Lava Jato, sua defesa a classificou como "truque de ilusionismo". Com informações da Folhapress.

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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Dilma: 'decisão do Senado entra para a história das grandes injustiças'

Ex-presidente fez pronunciamento público após votação favorável ao seu afastamento definitivo

© Marcelo Camargo / Agência Brasil
A ex-presidente Dilma Rousseff fez pronunciamento na tarde desta quarta-feira (31), após votação no Senado que consolidou seu afastamento definitivo da presidência da República.

Na companhia do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de parlamentares aliados e de lideranças de movimentos sociais, Dilma falou no Palácio do Planalto.
"Hoje, o Senado tomou uma decisão que entra para a história das grandes injustiças", iniciou o discurso. "Os senadores que votaram pelo impeachment escolheram rasgar a Constituição Federal. Condenaram uma inocente e consumaram um golpe parlamentar", disse.
A presidente relembrou sua militância durante a ditadura militar. "É o segundo golpe de estado que enfrento na vida. O primeiro, o golpe militar, apoiado na truculência das armas, da repressão e da tortura, me atingiu quando era uma jovem militante", disse. "O segundo, o golpe parlamentar desfechado hoje por meio de uma farsa jurídica, me derruba do cargo para o qual fui eleita pelo povo".
"Causa espanto que a maior ação contra a corrupção da nossa história leve justamente ao poder um grupo de corruptos investigados", disse. Ela atribuiu motivações misóginas, racistas e homofóbicas ao impeachment, que classifica como golpe de Estado. "Não gostaria de estar no lugar dos que se julgam vencedores. A história será implacável com eles", declarou.
Neste momento, não direi adeus a vocês. Tenho certeza de que posso dizer "até daqui a pouco".
Por fim, a ex-presidente citou o poeta russo Maiakovski: "Não estamos alegres, é certo. Mas também por que razão haveríamos de ficar tristes? O mar da história é agitado. As ameaças e as guerras, haveremos de atravessá-las, Rompê-las ao meio, Cortando-as como uma quilha corta".

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