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terça-feira, 28 de outubro de 2025

Governo avalia projeto adicional para manter arrecadação do IR

Fazenda reavalia cálculos após reunião entre Haddad e Renan Calheiros

© Lula Marques/ Agência Braasil.

O governo federal estuda enviar um projeto de lei complementar para compensar eventuais perdas de arrecadação com a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda (IR). A medida foi discutida nesta terça-feira (28) em reunião entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o senador Renan Calheiros (MDB-AL)relator da proposta no Senado.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2024

Flávio Dino arquiva processo contra Renan Calheiros por desvio em fundo de pensão dos Correios

A justificativa de Dino é que não há provas que imputem crimes a Renan Calheiros, sob a investigação vigente desde 2007, quando um relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) revelou movimentações milionárias e irrisórias com a receita do lobista Milton Lyra.

Lula Marques/ Agência Brasil

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou o inquérito contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL), no qual o político é acusado de aceitar propinas em um esquema de desvio de recursos do Postalis, fundo de pensão dos Correios.

quarta-feira, 28 de junho de 2023

Renan presta depoimento e acusa Lira de receber informações privilegiadas de operação da PF

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) acusa o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) de aparelhar e interferir politicamente no órgão.

© Getty Images

A Polícia Federal investiga denúncias sobre supostas interferências políticas na superintendência de Alagoas e vazamentos de informações para lideranças políticas regionais durante as eleições. O senador Renan Calheiros (MDB-AL) acusa o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) de aparelhar e interferir politicamente no órgão. O caso chegou à coordenação-geral de assuntos internos da Corregedoria da PF, em Brasília, onde tramita um inquérito aberto no fim do ano passado.

terça-feira, 26 de julho de 2022

Renan Calheiros entra com ação no TSE contra convenção do MDB com Simone Tebet

A ação foi protocolada por Hugo Vanderlei Caju, delegado do MDB de Alagoas, e alega que o modelo virtual do encontro se reveste de "grave irregularidade", pois não garante o sigilo do voto.

© Getty Images

Aliado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Renan Calheiros (MDB-AL) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar anular a convenção nacional do MDB marcada para quarta-feira, 27, que deve homologar a candidatura da senadora Simone Tebet (MS) à Presidência da República. A ação foi protocolada por Hugo Vanderlei Caju, delegado do MDB de Alagoas, e alega que o modelo virtual do encontro se reveste de "grave irregularidade", pois não garante o sigilo do voto.

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Renan diz que seria 'erro brutal' interromper CPI no recesso do Congresso

O senador disse acreditar que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), não vai tomar "uma decisão absurda como essa"

© Getty Images

O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou neste domingo, 20, que seria um "erro brutal" paralisar a investigação durante o recesso da Casa. O senador disse acreditar que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), não vai tomar "uma decisão absurda como essa".

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

PF: inquérito contra Renan aponta 'indícios suficientes' de caixa 2

O relatório do inquérito foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal e imputa ao senador crime de falsidade ideológica eleitoral.


© Jonas Pereira/Agência Senado

A Polícia Federal concluiu uma das investigações contra senador Renan Calheiros e afirmou que há 'indícios suficientes' de que o parlamentar cometeu crime de caixa 2 ao receber e omitir de suas prestações de contas eleitorais doações de R$ 500 mil feitas pela Odebrecht em 2010 através de seu Setor de Operações Estruturadas. O relatório do inquérito, datado do último dia 18 de agosto, foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal pela delegada Rejane Marlise Nowicki e imputa a Renan crime de falsidade ideológica eleitoral.

sábado, 22 de outubro de 2016

Senado gasta R$ 120 mil em livros sobre impeachment

Na contracapa de um deles, há a foto de todos os 81 senadores

© Ueslei Marcelino/Reuters
Ao custo de pelo menos R$ 120 mil, o Senado produziu e distribuiu a senadores, bibliotecas e jornalistas dois livros sobre as sessões que aprovaram a admissibilidade e, posteriormente, o impeachment de Dilma Rousseff.

Os calhamaços -de 348 e 664 páginas, respectivamente- têm edição de luxo, com capa dura e papel couchê, e trazem a apresentação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Na contracapa de um deles, há a foto de todos os 81 senadores.
'Procurei me pautar, na presidência do Senado Federal, pela isenção e imparcialidade recomendada aos magistrados. (...) Sempre tive lado e nunca dissimulei. O meu lado foi o da legalidade', escreve em uma das apresentações Renan, que é alvo de oito inquéritos da Operação Lava Jato.
O livro sobre a sessão da admissibilidade do processo de impeachment, em maio, é aberto com o capítulo 'Renan, Serenidade e Espírito Público'.
Apesar de qualquer cidadão poder consultar na internet o registro e os documentos oficiais do julgamento de Dilma Rousseff, o presidente do Senado afirma na apresentação que as obras fazem parte do 'compromisso assumido pelo Senado Federal com a ampliação da transparência e o aumento do controle público'.
De acordo com a assessoria de imprensa da Casa, o livro 'Impeachment' -sobre os sete dias de julgamento, ocorrido no final de agosto- tem tiragem de 1.500 exemplares e teve custo estimado de R$ 86,3 mil. Já o '20 Horas na História - A longa sessão de admissibilidade do impeachment da Presidente Dilma Rousseff' tem tiragem de 1.000 exemplares e custo de R$ 34 mil.
Essa conta não inclui o custo relativo da mão de obra de funcionários do Senado. 'Os livros (...) foram totalmente impressos na Gráfica do Senado Federal e utilizaram recursos técnicos e materiais rotineiramente envolvidos na atividade legislativa e de cobertura jornalística da Casa. A elaboração e a finalização foram de responsabilidade da Secretaria de Comunicação Social do Senado Federal. Não houve, portanto, efetivo desembolso de valores a terceiros', diz a assessoria.
Os dois livros têm versões disponíveis na internet.
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