Os principais sindicatos (CGT e CTA), organizações sociais e movimentos juvenis kirchneristas começaram os protestos ainda no meio da manhã
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Pouco antes de o Congresso argentino iniciar o debate prévio às votações das reformas trabalhista, fiscal e da Previdência (previsto para as 14h locais, 15h em Brasília), o chamado "pacote de ajustes" proposto pelo governo de Mauricio Macri, armou-se uma violenta manifestação nas ruas do centro de Buenos Aires. A sessão foi suspensa.
