Rivaldo Barbosa e Domingos Brazão vão cumprir pena em Gericinó
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© Antônio Cruz/ Agência Brasil/Arquivo
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter a prisão de dois acusados de serem mandantes no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018. A íntegra do despacho ainda não foi divulgada.

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Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio, preso preventivamente sob a acusação de ter planejado o assassinato da ex-vereadora do Rio Marielle Franco, disse nesta segunda-feira, 15, nunca ter tido contato com os irmãos Brazão, apontados pela Polícia Federal (PF) como mandantes do crime. Em depoimento ao Conselho de Ética da Câmara, ele defendeu ainda Giniton Lages, delegado indicado por ele para cuidar do caso Marielle e alvo de busca e apreensão realizada pela PF por "atrapalhar as investigações".
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O delegado Rivaldo Barbosa assumiu a chefia da Polícia Civil do Rio de Janeiro, em 13 de março de 2018, véspera do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Neste domingo, 24, ele foi um dos presos pela Polícia Federal (PF) por suspeitas de atuar para proteger os apontados como mandantes dos assassinatos.