"Nas periferias urbanas, há dezenas de variáveis de violência, é muito mais perigoso acessar a rua. A presença na tela acaba sendo, às vezes, menos violenta".
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(FOLHAPRESS) - "O dia todo, só que não o dia inteiro". Nove horas. Seis horas. Quatro horas. Essas foram as respostas de sete adolescentes de 13 a 15 anos do Monte Cristo, periferia de Florianópolis, sobre quanto tempo de tela passam diariamente. Em roda de conversa na ONG Lar Fabiano de Cristo, sete alunos compartilharam experiências com o digital.
