Nos dias das apresentações, o caos se instalou lá fora. O sistema de bilhetagem eletrônica havia pifado, longas filas se formaram -e muitos saíram com as mãos abanando
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| © Movimento de Teatro de Grupo de São Paulo/Divulgação |
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - De portas fechadas há quase dois anos por causa da pandemia, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro reabriu, no fim do mês passado. As apresentações dos balés "Paquita", de Ludwig Minkus e Marius Petipa, de 1846, e "Noite de Walpurgis", da ópera "Fausto", de Gounod, de 1859, causaram a impressão de que o local ofereceria ao público uma nova temporada lírica.
