googlefc.controlledMessagingFunction

Publicidade

CLIMA

Mais previsões: Lisboa tempo por hora
Mostrando postagens com marcador UNIVERSO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador UNIVERSO. Mostrar todas as postagens

sábado, 18 de janeiro de 2025

O asteroide que vai colidir com a Terra chama-se Bennu e tem o poder de 22 bombas atômicas

Muitos corpos celestes já atingiram nosso planeta 

©Pixabay
O asteroide que vai colidir com a Terra chama-se Bennu e tem o poder de 22 bombas atômicas -

Pesquisadores determinaram a data precisa em que um asteroide pode atingir a Terra, carregando consigo uma potência equivalente à de 22 bombas atômicas. Este objeto celeste, chamado Bennu, se aproxima mais e mais do nosso planeta a cada seis anos. Os cientistas acreditam que 24 de setembro de 2182 será a data em que há um risco real de colisão entre a Terra e o asteroide.

Apesar da data potencial do evento apocalíptico estar longe, atualmente a NASA está envolvida em intensos esforços para desviar o asteroide Bennu de sua rota e está entrando na fase final dessa missão. Há sete anos, a agência espacial americana lançou uma sonda em direção ao asteroide com o objetivo de coletar amostras, com a esperança de que as informações coletadas pudessem ajudar a evitar um possível encontro catastrófico. 

No entanto, asteroides atingiram a Terra muitas vezes ao longo dos anos. Confira na galeria a seguir alguns dos impactos mais significativos. Um está localizado no Brasil. Sabe onde fica?



Pesquisadores determinaram a data precisa em que um asteroide pode atingir a Terra, carregando consigo uma potência equivalente à de 22 bombas atômicas. Este objeto celeste, chamado Bennu, se aproxima mais e mais do nosso planeta a cada seis anos. Os cientistas acreditam que 24 de setembro de 2182 será a data em que há um risco real de colisão entre a Terra e o asteroide.

quarta-feira, 9 de junho de 2021

Eclipse: Saiba o que é 'Anel de Fogo', previsto para esta quinta-feira

 

O melhor lugar para ver o fenômeno é na faixa que vai do centro-sul do Canadá, passa pela Groenlândia e termina no nordeste da Rússia

© Shutterstock


Nesta quinta-feira (10) tem um eclipse solar bastante especial, mas que não será visível para quem mora no Brasil. O melhor lugar para ver o fenômeno é na faixa que vai do centro-sul do Canadá, passa pela Groenlândia e termina no nordeste da Rússia. Nessas regiões, vai ocorrer o que os pesquisadores chamam de eclipse anular.

terça-feira, 24 de julho de 2018

Entenda por que o eclipse de sexta vai deixar a Lua vermelha

Eclipse mais longo do século vai durar 1h42 e poderá ser visto do Brasil

© Kacper Pempel/Reuters

O eclipse lunar mais longo do século, que acontecerá na próxima sexta-feira (27), vai vir acompanhado de um fenômeno chamado "Lua de sangue", que dá à Lua um tom avermelhado. Mas, afinal, como isso acontece?

domingo, 3 de junho de 2018

Ciência se aproxima da descoberta de vida fora da Terra

Astrônomo Gustavo Porto de Mello acredita que esta notícia por ser dada nos próximos dez anos

© Pixabay

A ciência está cada vez mais próxima de fazer uma descoberta que desperta a curiosidade humana há décadas: a existência de vida fora do planeta Terra. De acordo com o astrônomo Gustavo Porto de Mello, são grandes as possibilidades de essa notícia ser dada nos próximos dez anos.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Oscilações de 234 estrelas podem ser sinais alienígenas

Dois astrônomos canadenses acreditam ter registrado possíveis sinais de civilizações extraterrestres

© DR
Cientistas canadenses descobriram estranhas variações na iluminação de mais de duzentas estrelas que poderiam ser consideradas "sinais alienígenas" para atrair a atenção de forma significativa da humanidade, diz-se em um artigo publicado na revista Publicações da Sociedade Astronômica do Pacífico.

Há mais de meio século, o astrônomo americano, Frank Drake, desenvolveu uma fórmula para calcular o número de civilizações na galáxia, com as quais seria possível desenvolver contato, tentando avaliar as chances de encontrar inteligência e vida extraterrestre. O físico Enrico Fermi, em resposta a grande possibilidade de contato interplanetário, defendido na teoria de Drake, formulou a tese, hoje conhecida como o paradoxo de Fermi: se há tantas civilizações extraterrestres, então por que a humanidade não observou nenhum vestígio delas?
Cientistas tentaram resolver este paradoxo de várias formas. A resolução mais popular seria a hipótese da "Terra única": a origem da vida e o surgimento de seres inteligentes somente seriam possíveis em um ambiente único, sendo de extrema importância, a repetição das peripécias da evolução do nosso planeta.
Dois astrônomos canadenses, Ermanno Borra e Eric Trottier, pesquisadores da Universidade de Laval em Quebec, acreditam ter registrado possíveis sinais de civilizações extraterrestres através da descoberta de oscilações estranhas no espectro de centenas de estrelas, semelhantes ao nosso Sol em tamanho, brilho e tempo de vida. Tal conclusão foi possível graças à análise dos dados recolhidos de 2,5 milhões de astros da nossa galáxia, que foi realizada pelos autores do atlas Sloan com a ajuda de telescópios automáticos. Borra e Trottier deram atenção exclusiva às variações periódicas especiais no brilho das estrelas, que, como foi recentemente defendido pelos conhecidos planetólogos David Kipping e Alex Tichy, alienígenas podem "adicionar" brilho às estrelas para sinalizar a sua presença. Sendo assim, os poderosos feixes de luz, poderiam ter como alvo o planeta Terra ou outros sistemas estrelares. Os astrônomos conseguiram registrar as mudanças no brilho e nas propriedades espectrais em mais de duzentas estrelas, localizadas tanto perto da Terra como longe dela.
"Estes sinais, detectados por nós, não são apenas semelhantes, mas têm forma exata como foi prevista por outros astrônomos e por nós durante pesquisas anteriores. O fato de tal façanha ser presenciada em apenas um número muito pequeno de estrelas, semelhantes ao sol, somente reforça sua ligação à origem extraterrestre", dizem os cientistas.
Como reconhecem Borra e Trottier, tais declarações necessitam ser verificadas mais uma vez para que elas sejam reconhecidas pela sociedade de astronomia. No entanto, muitos astrônomos, como por exemplo, Seth Shostak, chefe do programa de observação do Instituto de Busca de Inteligência Extraterrestre (SETI, sigla em Inglês), acreditam ser pouco provável a utilização de tal técnica de sinalização em 234 civilizações alienígenas de uma só vez para sinalizar a existência das mesmas. De acordo com estimativas do SETI, a fidedignidade de tais observações pode receber uma nota na escala Rio de 1 a 10 pontos. O Instituto está se preparando para observar as estrelas em questão para desmentir as declarações de Borra e Trottier ou comprovar a teoria deles.
Com informações do Sputnik Brasil. 

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Depois de 70 anos, 'superlua' volta a aparecer no céu. Não perca!

No dia 14 de novembro a lua vai estar mais próxima da Terra

© DR
Quem olhar para o céu na noite de 14 de novembro vai se deparar com um fenômeno que não é visto há 70 anos: a 'superlua'. Esta será a primeira vez que a lua estará tão próxima do nosso planeta como esteve em 1948. Até 2034, não se espera que volte a ficar novamente a esta distância. 

Esta 'superlua', de acordo com o Independent, acontece devido à órbita da lua. Um ponto desta conhecido como o perigeu está localizado a 30 mil milhas mais perto da Terra do que o apogueu, a sua zona mais distante. 
Quando a órbita da lua alinha de maneira correta com o sol e com a lua, causa um efeito chamado de 'perigee-syzygy' - quando a lua aparece muito maior no céu do que o normal, daí ser chamada de 'superlua'.
Apesar de ser um fenômeno que acontece várias vezes, é raro a mesma ficar tão grande como no próximo dia 14.
Não se esqueça de ficar atento ao céu nessa noite.
Topo